sábado, 4 de abril de 2026

Tempo Pascal - Governo de S. Tomé quebra tradição - Foz Côa - Portugal - Revive em calorosa celebração a tradicional Procissão do Senhor dos Passos Quinta-Feira Santa - Governo santomense decide não conceder torlrância de ponto num país maioritariamente católico

                                                               Jorge Trabulo Marques - Jornalista 




Tempo Pascal - Governo de S. Tomé quebra tradição - Foz cõa- Portugal -  Revive em calorosa celebração a tradicional Procissão do Senhor dos Passos Quinta-Feira Santa - Governo santomense decide não conceder torlrância de ponto num país maioritariamente católico 

O Governo são-Tomense decidiu contrariar a prática dos anos anteriores e não conceder tolerância de ponto na tarde de Sexta-Feira Santa, gerando críticas de muitos internautas, que viram na chuva prolongada que marcou o dia, uma forma de “sanção” ao Executivo por “quebrar a tradição”.

Foz Côa - Celebração da tradicional Procissão do Senhor dos Passos – Quinta-Feira Santa –Passos mais ou menos cadenciados, orações e cânticos, sons de banda filarmónica entrecortados por silêncios ou algumas palavras. emprestaram ao ato momentos de impressionante pendor religioso e místico.
Com a participação de várias centenas de devotos. Após a homilia, na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Pranto, presidida pelo Padre Bernardo Pinto de Almeida, a procissão encaminhou-se pelas principais ruas, avenidas e artéria da cidade, abrilhantada pela entoação de coros alusivos ao período pascal e aos sons da prestigiada e centenária Banda Filarmónica de Freixo de Numão – Num dos próximos vídeos, contamos também editar, além deste vídeo, imagens que tivemos igualmente o prazer de registar.






A tradição já não é como antigamente. Os sinos deixavam de tocar e os únicos sons que se ouviam eram o das matracas.  E também já lá vai o tempo dos  longos jejuns  e da abstinência de carne, salvo quem comprasse as bulas. Hoje a procissão é acompanhada por uma banda filarmónica,  a de Freixo de Numão, por sinal a única no concelho, mas nem por isso de ixa de continuar a ser um ritual que apela  - mesmo para quem não professe o catolicismo – para os sentimentos mais profundos sobre a  meditação dos mistérios da vida e da morte




Em vida, cada um leva a sua cruz
até que a voz da eternidade o chame
para o lado de lá da outra margem.
Independentemente de ser ou não Cristão,
da qualquer crença que siga e professe,
nunca será demais abrir os braços aos céus e meditar
nos bons exemplos Naquele que se deixou crucificar
em defesa de um ideal de que julgava servir 


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