São Tomé e Príncipe - Livre e independente Não interposto militar de Putinis ou de Trampas? - Erradiquem a pobreza e não fomentem a guerra Acordos secretos e outras manobras: Portugal envia milhões, a Rússia armas para um dia nos virem apontar? -Erradiquem a pobreza e não fomentem a guerra
Foi noticiado que o Alexander Otrakovskiy, navio de assalto anfíbio da Rússia, atracou na baía de Ana Chaves no dia 3 de janeiro - De recordar que foi o XVIII governo da ADI liderado por Patrice Trovoada que assinou no ano 2024, por “tempo indeterminado” e que prevê a visita de navios e aviões de guerra russos ao país africano.
Governo e presidência mais apostados em estratégias militares, com potências externas, de que em criar condições de bem- estar e combater a pobreza- Sim, outra noticia diz que «O crescimento económico manteve-se modesto. Para 2025 estima-se um crescimento real do PIB de 2,1%, superior ao registado em 2024, mas ainda aquém das expectativas formuladas no início de 2025», afirmou o governador do Banco Central.
O Téla Nón contactou o serviço de imprensa do ministério da defesa e ordem interna, para conhecer a razão da presença do navio da armada russa no país, e foi informado que se trata de uma visita no âmbito dos acordos de defesa e segurança assinados pelos dois países no ano 2024.
«Foi fornecido apoio técnico militar para as Forças Armadas de São Tomé e Príncipe, no interesse de reforço das capacidades de defesa do país, e de desenvolvimento da cooperação militar e técnico militar entre a Rússia e São Tomé e Príncipe», afirmou a assessoria de imprensa do ministério da defesa e ordem interna.
OPOSIÇÃO VOLTOU A REGAIR - Mas, pelos vistos, de nada serve
De recordar que, já em 16/05/2024 "O Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP/PSD) pedia que o governo esclarecesse o Parlamento sobre que tipo de acordo militar assinou com a Rússia. Porquê tanto secretismo, pergunta do maior partido da oposição.
Agora é o PM Américo Ramos a desvalorizar as críticas sobre a presença do navio russo em São Tomé.
O Téla Nón apurou que a comunicação do governo ao parlamento sobre a visita de trabalho do navio russo foi feita no dia 30 de dezembro de 2025. No entanto a mesa da Assembleia Nacional não conseguiu agendar qualquer reunião da primeira comissão especializada, para autorizar a entrada do navio de guerra no dia 3 de janeiro de 2026.
Um comunicado da ADI (do mesmo partido) acusa o governo e o presidente da república Carlos Vila Nova de agirem à margem das leis e ao arrepio da constituição num claro posicionamento ditatorial, pode ser o presságio para uma retirada de apoio parlamentar ao governo no ano 2026.
A crispação interna na ADI intensificou-se após a demissão do ex-primeiro-ministro Patrice Trovoada, em janeiro de 2025, e continua a refletir-se negativamente na estabilidade política e governativa do país.
Abel Veiga
E as principais ajudas financeiras tem ido de Portugal de sucessos apoios de dezenas de milhões e a fundo perdido - Depois da entrega de uma das melhores roças. contestada pela empresa santomense, que a geria desde há vários anos, – "Empresa San Uba Budo contesta perda da roça Uba Budo para grupo privado da Rússia" temos agora outra novidade
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