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sexta-feira, 17 de julho de 2026

Eleições presidenciais em São Tomé - Domingo dia 19. A recandidatura de Carlos Vila Nova, sob o lema "Unir e não dividir", é a que tem recolhido maiores apoios populares e partidários entre os quatro candidatos







Eleições presidenciais em São Tomé -
Hoje o último dia de campanha eleitoral para as presidenciais marcadas para domingo, com o sábado reservado como dia de reflexão

Segundo a Comissão Eleitoral Nacional (CEN), os dados definitivos do recenseamento eleitoral automático registaram 142.191 eleitores, dos quais 121.670 estão em São Tomé e Príncipe e 20.521 na diáspora, nomeadamente 15.917 em cinco países da Europa, e 5.324 em quatro países de África.

 Domingo dia 19. A recandidatura de Carlos Vila Nova, sob o lema "Unir e não dividir", é a que tem recolhido maiores apoios populares e partidários  entre os  quatro candidatos

De recordar, que, Carlos Vila Nova, felicitou e participou na cerimónia oficial de tomada de posse do novo Presidente da República Portuguesa, António José Seguro, que decorreu em Lisboa a 9 de março de 2026, assumindo “a convicção” de que a vitória do socialista “irá contribuir para o fortalecimento e consolidação das relações históricas e dos laços de amizade e de cooperação já existentes entre os dois países e povos”.

Carlos Vila Nova -- O 5º Presidente da República apostado em pacificar a política partidária no seu país. Em unir e não dividir  - Oriundo do partido ADI no poder em São Tomé e Príncipe, o atual Chefe de Estado, Carlos Vila Nova, que se apresenta à corrida para um segundo mandato, afirmou que a sua visão é a de um país assente na paz, na estabilidade e na concórdia entre todos os são-tomenses.  Está cumprindo a  palavra. –Pois já teve a coragem de afastar do governo o líder do seu partido Patrice Trovoada,

Patrice Emery Trovoada, nativo Gabonês,  nascido em Libreville, no Gabão, a 18 de março de 1962, casado com uma maliana, alcandorou-se ao poder por ser filho do antigo Presidente de São Tomé e Príncipe, Miguel Trovoada,

Acusado de ter sido o mentor e autor moral da intentona golpista que ocorreu em 25 de novembro de 2022, em que 4 pessoas morreram no quartel das Forças Armadas:

Entre as suas paixões, elege os desportos de combate, que pratica desde pequeno, e hoje em dia faz boxe tailandês, (muay thai) seis vezes por semana com o seu "personal trainer"

Jorge Trabulo Marques - Jornalista

Carlos Vila Nova. prometeu unir mais o povo de que dividi-lo  . E, pelos vistos, é o que tem procurado fazer depois  de ter demitido, no inicio de Janeiro   Patrice Trovoada. Um conflituoso PM,  nascido no Gabão, apontado como  autor de sucessivas encenações  golpistas  do Estado para mandar derrubar e matar adversários  políticos e se perpetuar no poder

No discurso que proferiu. junto da comunidade santomense em Lisboa, em Nov de 2021, após a sua eleição em 5 de Setembro, num encontro organizado pela Embaixada do seu pais, o Chefe de Estado,  Entre outros aspetos, defendeu que o pais precisa de melhor a sua imagem, de evitar o exercício de usurpações de funções, de revalidar todo o sistema de escrituras com a diplomacia externa, temos que adaptar de modo a que sirva o pais.

Reconhecendo que, seja no sector privado ou público, se não tiver uma imagem digna, não progride: porque as pessoas, depois duvidam! Hesitam!

UM PRESIDENTE -COM ASCENDÊNCIA TRANSMONTANA

Carlos Manuel Vila Nova,  licenciado em engenharia de telecomunicações, pela universidade de Orã- Argélia, em 1985. nasceu, em , 27 de julho de 1959, em Neves, município de Lembá,  na região litoral do norte da Ilha de S. Tomé

É referido pelo Jornal Téla Nón, que “cultivou experiência na administração do turismo e da hotelaria, no sector público, para depois projectar-se como empreendedor privado na área do Turismo.

Mistral Voyages é o nome da agência de viagens e turismo, que nasceu em 1997 pelas mãos de Carlos Vila Nova. Com as rédeas da Mistral Voyages nas mãos, Vila Nova, dedicou mais de duas décadas a promover Vida Nova para o sector do turismo santomense. Um sector que ano após ano, foi se afirmando como uma das principais fontes de divisas para a economia nacional.- Excerto de https://www.telanon.info/politica/eleicoes-presidenciais/2021/08/26/35041/eu-garanto-mas-quem-e-carlos-vila-nova/


Estes os votos que dediquei a Carlos Vila Nova  - Na reportagem que fiz à ecepção que lhe foi  oferecida pela Embaixada de S. Tomé e Principe, em Lisboa , em 16 de Nov de 2021

UM BRINDE AO PRESIDENTE de S. Tomé e Príncipe , que promete PACIFICAÇÃO - Bom era que à LIBERTAÇÃO COLONIAL, não sucedesse OUTRA ESCRAVIDÃO - Bom era que assim fosse - Que 46 anos, depois, as Ilhas Verdes do Equador, conhecessem melhores dias, num pais que continua a depender da ajuda externa, a estender a mão à caridade internacional, pagando salários de pouco mais de 40 euros mensais, com dos governantes,  que passou a maior parte do tempo  em  passeatas.https://canoasdomar.blogspot.com/2021/11/sao-tome-e-principe-o-presidente-carlos.html


 


PATRICE TROVOADA RECONHECE NÃO ESTAR TALHADO PARA  A  DEMOCRACIA PARLAMENTAR  - Chegou afirmar que "não pode haver vitória sem maioria" – O que significa que há que intensificar o arsenal da propaganda, apertar  a censura à oposição e atacar os adversários, seja de que forma for - Além de controlar a rádio e a televisão do Estado, tem na media portuguesa, um  bom aliado, com os seus Ribeiros e Castros, na linha de frente.a. A BOLA - Patrice Trovoada diz que vencer eleições sem maioriaa ...

Rol de acusações, ao PM, Patrice Trovoada, feitas  pela oposição,  em vários debates na Assembleia Nacional de S. Tomé e Príncipe


1. Suspeito de branqueamento de capital, envio de mais de 600 mil euros do erário público em dinheiro para ser depositado em libreville;

2. Suspeito de ter desviado 30 milhões de dólares americanos;

3. Suspeito de ter financiado o golpe de estado em 2003 e de ter ordenado assassinatos de Pinto da Costa, Fradique e Oscar Sousa;

4. Suspeito de ter comprado em seu nome os barcos pixi ndala e os barcos de patrulha;

5. Foi roubado na sua residência pelo seu segurança uma quantia avultada,o que faz antever lavagem de dinheiro;

6. Fez negócio consigo próprio no caso da aquisição pelo estado (seu governo) do novo edifício destinado ao supremo tribunal de justiça. Negócio que está a ser alvo de uma sindicância;

Ribeiro e Castro (CDS) Ao centro e ao lado de Patrice
6. Perdoou impostos à Rosema para depois tomar conta da empresa dando ordens aos coitados dos irmãos que fazem tudo que ele lhes pede;

7. Vai promover uma reforma monetária envolvida em suspeita de crime. Segundo uma denúncia existe contrafacção das novas notas prontas para entrar no sistema beneficiando o ADI. Acção promovida pelo próprio Patrice Trovoada. A velha dobra que vai sair de circulação, vai voltar a entrar com a colaboração do senhor Governador do Banco Central.


Perante tudo isso dou os meus parabéns ao dr Olegário pelo artigo. Os partidos políticos, a sociedade civil deverão mobilizar se para desmascarar esse mentiroso e corrupto primeiro-ministro. – Recordando as falcatruas de Patrice Trovoada  num comentário postado por um  cidadão santomense, no dia de Natal, no Téla Nón -  A propósito o artigo intitulado Crónica de um Golpe Institucional anunciado De Olegário Tiny 20/12/2017



quinta-feira, 16 de julho de 2026

A exposição «Nos 50 Anos da Aprovação da Constituição», com fotografias de Inácio Ludgero, a 17 de julho de 2026, às 18h30, no Núcleo Sede do Museu Municipal de Ferreira do Alentejo


A exposição «Nos 50 Anos da Aprovação da Constituição»,em Ferreira do Alentejo,dia 17 às 18:30h do fotojornaista que fotografou   a coluna militar de Salgueiro Maia que, após o golpe de 25 de Abril de 1974, em Lisboa, regressou ao quartel da escola prática de Cavalaria   





ACONTECIMENTO A NÃO ESQUECER    O jornalista e escritor Fernando Assis Pacheco e o foto-jornalista Inácio Ludgero “escoltaram” o regresso a casa de Salgueiro Maio.  

 A mostra reúne 15 imagens captadas pelo fotógrafo ao serviço do diário «A Capital» e do semanário «O Jornal» durante os trabalhos da Assembleia Constituinte. As fotografias fixam rostos, gestos e episódios que marcaram o processo que conduziu à aprovação da Constituição de 1976 e à consolidação da democracia portuguesa.

 Entre os momentos retratados destacam-se o anúncio dos resultados das eleições para a Assembleia Constituinte, a 25 de abril de 1975, na Fundação Calouste Gulbenkian, o chamado «caso República» e o 25 de Novembro de 1975, em Tancos.  

 A exposição constitui um testemunho visual de um período decisivo da história contemporânea portuguesa.   Salgueiro Maia chega a casa em Santarém – a revolução estava feita  “E, DE REPENTE… os portugueses acordaram livres!”. 

Este poderia ser o título da exposição de Inácio Ludgero sobre o regresso a casa, em Santarém, de Salgueiro Maia, que, dois dias antes, tinha comandado a coluna militar que, partindo da Escola Prática de Cavalaria, em Santarém, ocupou o Terreiro do Paço e cercou o Quartel do Carmo, em Lisboa, culminando na rendição de Marcello Caetano e na queda do Estado Novo.


Inácio Ludgero Gomes Fernandes, conhecido por Inácio Ludgero, nasceu na Amadora, a 19 de dezembro de 1950. Utilizou, por vezes, o pseudónimo “Alfredo António”, nome do seu bisavô. Frequentou o curso de Escultura na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, iniciando a sua carreira como fotojornalista em 1972, no vespertino A Capital. Em 1975, foi um dos fundadores do semanário O Jornal, no qual se manteve até ao encerramento, em 1992. Assumiu, depois, a função de editor de fotografia da revista Visão, permanecendo no projeto até 2008. Ao serviço da revista, realizou inúmeras reportagens, algumas das quais foram premiadas. Fez a cobertura de acontecimentos em Angola, Moçambique, S. Tomé e Príncipe, Guiné, Ruanda, Uganda, Kosovo, Bósnia, Timor, entre outros países. 

Ficou célebre a fotografia, que intitulou “Pietà Negra”, tirada num cenário de conflito em Huambo, Angola, pela qual recebeu o Prémio Gazeta de Fotojornalismo, em 1994. Mais tarde, a imagem veio a ser considerada, pela Associated Press, uma das 50 fotografias do século XX. Colaborou com a Sociedade Portuguesa de Autores, tendo, ao longo do seu percurso, organizado várias exposições e inúmeros livros de fotografia, como Uma porta para o Alentejo, Lisboa: capital do coração, Timor Lorosae: 24 fotos e Soares sempre fixe. Em 2022, uma antologia do seu trabalho de 50 anos como fotojornalista foi apresentada na exposição “Vencer o Tempo”, na Casa de Imprensa, em Lisboa. No mesmo ano, o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, condecorou-o com a Comenda da Ordem de Mérito. Continua, ainda hoje, a trabalhar como freelancer, lecionando em cursos de fotografia. É presidente da Associação Grémio Ibérico Cultural e Social.


quarta-feira, 15 de julho de 2026

Pintor Carlos Botelho - 1899-1982" Recordando a entrevista ao emblemático pintor de Lisboa no ano da sua morte . Continuarei aprender até à última tela da minha vida - Ilustrador, pintor expressionista e caricaturista, um dos pioneiros da Banda Desenhada em Portugal

 Por Jorge Trabulo Marques -  Entrevista a Carlos Botelho um dos mais notáveis artistas da pintura portuguesa do século XX   


Entrevista no ano da sua morte  - Autor de banda desenhada (BD), decorador, desenhador, ilustrador e pintor português, Carlos António Teixeira Bastos Nunes Botelho, mais conhecido por Carlos Botelho,  nasceu a 18 de Setembro de 1899, em Lisboa, e faleceu a 18 de agosto de 1982, na mesma cidade. 


Carlos Botelho – “Insiste-se sempre! Porque aprende-se sempre: até à última tela que eu farei na minha vida, eu estou aprender! – Declarou-me no final da breve entrevista que me concedeu, em sua casa,  a cinco meses antes da sua morte, a 18 de Agosto de 1982, ou seja, um mês antes de completar 83 anos. Ouvinte da rádio, quando trabalhava pela manhã, confessou-me que gostava de ouvir o programa para o qual eu fazia as habituais reportagens.




Recebeu-me por três vezes em sua casa. Sempre com uma  visível amabilidade, simplicidade e bom humor. Esta última vez foi para lhe pedir umas palavrinhas sobre ao 3º aniversário do  programa de rádio onde era repórter.  A penúltima havida sido para o semanário Tal & Qual, acerca da “Primeira vez”, inserida no conjunto de entrevistas a várias personalidades, sobre  a primeira relação sexual, entre outras perguntas, para se aferir como iam as desinibições a nível da nossa elite artística e intelectual com a democracia. 

Depois de nos voltar a manifestar o seu agrado pelo programa. Diz-nos o seguinte:

C.B. - O curioso nestas entrevistas que eu tenho dado é que o nosso amigo repórter do “Hora Ora”, me aparece sempre de surpresa. E, com tanta sorte que me apanha sempre ; porque, em geral da parte da manhã, é quando trabalho, quando pinto, sou uma espécie de fã da Fundação Gulbenkian, a que eu chamo aquilo o meu clube, porque há sempre um filme, uma conferência, um concerto, uma exposição; há sempre qualquer coisa com interesse

J.T.M – O programa “Hora Ora” comemora agora três anos: o que é que diz ao facto?
C.B. – Três anos?!... Isso para mim não é nada…É que eu já estou com 82 vírgula seis!... De maneira que isso até me faz rir… Isso não vale nada, é poucachinho.

J.T.M - Bom, mas de qualquer modo, já são três anos! São muitos esforços!...
C.B. Bem, mas isso que acredito eu. Vocês terem de dar de comer, todos os dias a uma baleia, a um camaleão, como é a rádio, eu tenho realmente muita consideração: deve ser muito difícil manter, durante tantas horas, um programa que possa satisfazer todas as classes, desde as mais eruditas às mais populares.

(…) Pinto ao relentim… Agora já não pinto como quando trinta anos, mas não deixo de trabalhar todos os dias, porque a parte oficinal é muito importante… e a trabalhar é que a gente aprende… Eu lembro-me muito, até, de uma frase do Ramalho Ortigão: dizia ele que estava sempre a escrever e, quando aparecia a inspiração, agarrava-a!.... E nós é a mesma coisa: a gente vai sempre pintando!... E se vem a inspiração, ajuda!

J.T.M – Quer então dizer que há dias em que a inspiração não ajuda, lá muito!... Mas insiste-se!
C.B. – Insiste-se sempre! Porque aprende-se sempre: até à última tela que eu farei na minha vida, eu estou aprender!


 CARLOS BOTELHO - "FOI NO BAIRRO ALTO COM A MENINA "AMÉLIA DOS 20" 

Felizmente, os alemães perderam a guerra. Quando não, Carlos Botelho, consagrado pintor português, com obras altamente cotadas no mercado, seria hoje, como ele garante, «simples abat-jour de modesto candeeiro». Mas, os alemães perderam e o homem de Berlim em Lisboa não pôde punir a ousadia de um artista que todas as semanas crucificava Hitler no «Sempre Fixe» e fazia do Führer trinta por uma linha, sempre que pegava no lápis. 

Se os alemães tivessem ganho a guerra, Carlos Botelho não teria ido a S. Francisco, em 1951, envergonhar o fabuloso Salvador Dali, a quem deixou num modesto segundo lugar, numa exposição internacional. 
Bem: se eles tivessem saído vencedores, Carlos Botelho não estaria possivelmente aqui, hoje, a falar da sua ... vida amorosa, designadamente a sua «primeira vez”

"Como foi isso, Carlos Botelho?  - Leia em  Foi no Bairro Alto com a menina Amélia” - Confidências


Biografia
"A sua atividade desenvolveu-se ao longo de um período dilatado do século XX e repartiu-se por uma multiplicidade de atividades. Nos anos de 1920 Botelho foi um dos pioneiros da  banda desenhada nacional, trabalhou em artes gráficas  e no desenho de humor; na década seguinte pertenceu à equipa de decoradores do SPN, o que lhe deu oportunidade para viajar e tomar contacto com a dinâmica artistica do seu tempo. A partir dessa altura desenvolveu uma obra plástica autónoma que o destaca como uma das figuras maiores da 2ª geração de pintores modernistas portugueses 2 .
A paisagem urbana ocupa um lugar central na sua obra. Na etapa inicial, marcada por um pendor declaradamente expressionista, pinta cidades, retratos, narrativas. Tema recorrente desde a primeira hora, a sua cidade natal irá afirmar-se como tema central, acompanhando a evolução do seu modo de pensar e fazer. Será Lisboa a protagonista do apaziguamento expressivo e acentuação poética da década de 1940; será Lisboa a servir de mote às experiências abstratizantes dos anos de 1950; e será Lisboa a ocupá-lo, quase em exclusivo, nas décadas finais". Carlos Botelho – Wikipédia,

"Autor de banda desenhada (BD), decorador, desenhador, ilustrador e pintor português, Carlos António Teixeira Bastos Nunes Botelho nasceu a 18 de setembro de 1899, em Lisboa, e faleceu a 18 de agosto de 1982, na mesma cidade.
Aos 30 anos ingressou na Escola Superior de Belas Artes de Lisboa, tendo saído um ano depois, frustrado com um ensino marcadamente clássico, rumando para França, num ambiente muito mais propício ao contacto com a vanguarda artística da época. Em Paris estudou nas Academias de Chaumière e de Colarossi. De regresso a Portugal, expôs no Salão dos Independentes (1930).
Esteve ligado ao ABCzinho, onde publicou banda desenhada (1924-1929) e foi presença assídua no suplemento "Sempre Fixe" do Diário de Lisboa, onde semanalmente apresentou uma página de BD, os "Ecos da Semana". Viu publicadas 1177 páginas de BD dos "Ecos", em que abordava assuntos, nacionais ou estrangeiros que tinham sido referência na semana anterior. Como se calcula, várias foram as páginas censuradas, que discretamente assinalou desenhando um mocho, tendo os "Ecos da Semana" sido publicados durante 22 anos e meio, entre 17 de maio de 1928 e 14 de dezembro de 1950. – excerto de
Carlos Botelho -