Celebração do Equinócio 2026,. Manhã cinzenta, céu nublado mas suave., sob o lema Paz na Terra e Acabe a Guerra.
Apenas três peregrinos mas imbuídos de firme espiritualidade: eu, Jorge Trabulo Marques, dinamizador do evento há mais de duas décadas, bem como Agostinho Soares, além de António Filipe, vindo de Coimbra, onde reside, que desde há cinco anos aqui se desloca, estudando as energias bem-fazejas do lugar. visto ser dirigente do IPRAD Instituto Português de Radiestesia, Geobiologia e Radiónica
Na véspera do Equinócio - dia 19
Além das televisões e da Imprensa estrangeira, vários especialistas, de reputada craveira, já por aqui passaram e nos deram valiosos contributos.
E, até, altas entidades religiosas, como o Reve. Cónego José da Silva, o saudoso poeta Manuel Pires Daniel, o Bispo de S. Tomé, Dom Manuel dos Santos, assim como os netos e bisnetos de João de Deus - E, naturalmente , músicos como João Canto e Castro, a companhia de dança Amalgama, a Companhia de Dança de Lisboa e vários grupos de gaiteiros - No solsticio de 2021, a poetiza Olinda Beja.do-se à Pedra da Cabeleira de Nº Srª, diz o seguinte: “Também na freguesia de Chãs, que foi outrora anexa de Longroiva e agora pertence ao concelho de Vila Nova de Foz Côa, localizei, a curta distância da povoação, na Lapa de Nossa Senhora, no interior de um penedo com forma de crânio, um nicho contendo algo que parece a pintura de uma cabe
“O penedo tem o seu assento sobre uma vasta superfície rochosa granítica. A face poente está desbastada como uma enorme testa. Na parte interior rasga-se uma abertura com cerca de um metro de diâmetro, que dá entrada para uma espaçosa câmara com o exterior por outra abertura rasgada na face ocidental.”
Bem como o autor do famoso livro - Agulhas de Pedra, A Acupunctura da Terra – o escritor e radiestesista, Tom Graves, que veio expressamente da Austrália para visitar o local, autor de Agulhas de Pedra - A Acupunctura da Terra , o famoso livro de investigação, sobre a influência da terra na alma e vida do ser humano, deslocou-se, em Outubro de 2008, da Austrália aos Templos do Sol , para ali confirmar a sua teoria de que «Em toda a parte existe uma interação entre as pessoas e o lugar – e o lugar também tem as suas escolhas.»tom graves veio da austrália para estudar as pedras
Manuel Alegre começou a sua vida política na ditadura - Foi recemente noticiado, que, a poucos meses de completar 90 anos, Manuel Alegre surpreende-nos com um livro de poemas inéditos, de temática diversificada, dividido em oito partes, que inclui abordagens da actualidade, seja na Ucrânia ou em Gaza, e do qual ressalta uma das constantes da sua arte poética – a da reflexão sobre próprio poema e a própria poesia.
A obra, nas livrarias desde 10 de fevereiro, termina com quatro baladas em que Manuel Alegre regressa à redondilha maior, muito presente nos seus primeiros livros: Praça da Canção e O Canto e as Armas
POETA MANUEL DANIEL - ERA UM DOS NOSSOS PEREGRINOS - Não o podemos também esquecer --Os seus poemas fazem parte das nossas celebrações
Deixou-nos, em 22 de Janeiro de 2021 - Foi uma das vitimas da Convid 19 - Natural de Meda, tendo residido, desde há vários anos, em V.N. de Foz Côa, onde fez grande parte da sua vida - Advogado, escritor, jornalista, poeta, dramaturgo, autor de 40 peças de teatro, nomeadamente para crianças, 20 das quais ainda inéditas - Espírito solidário e associativo, de sensibilidade relevante, em associações de solidariedade social, nomeadamente no Lar da Santa Casa da Misericórdia e na Associação Humanitária dos bombeiros de Foz Côa na qual foi seu Presidente da Assembleia Geral, 20 anos, desde 1979 a 1999
várias civilizações e milénios
A linha de água do Vale da Ribeira Centeeira, ou Graben de Longroiva, mais conhecido por Vale dos Areais, vai desaguar ao Côa, depois de tomar o nome de Ribeira dos Piscos, em cuja foz se situa um dos principais núcleos de gravuras rupestres classificados como Património da Humanidade.
Do lado de lá, as encostas são xistosas e ficam localizadas as povoações da Pestana, Cornalheira, Gamoais e Vale do Pereiro, onde se estendem lindíssimas vinhas - Sobranceiras ao vale, situam-se duas magnificas quintas, muito bem aproveitadas, a Quinta da Veiga e a Quinta da Canameira – A Quinta dos Areais, outra das áreas fertilíssimas, onde até o Salazar ia deliciar-se com a sua fruta e a comida regional, lamentavelmente, nos últimos anos tem estado praticamente desaproveitada - Comum extenso pomar de pereiras, carregado de peras, inundado de arbustos e de silvas, em terrenos onde se chegaram a cultivar belas hortas e meloais – A propriedade é pertença dos antigos herdeiros de um médico de Salazar, que residem em Viseu, onde há mais pinhais de que hortas.
O graben de Longroiva é o prolongamento para Sul do graben da Vilariça. É uma depressão tectónica formada com o desnivelamento dos blocos laterais e abatimento do bloco central de uma fracturação paralela numa faixa de 0,5 a 1 km de largura na Falha da Vilariça. O bloco Oeste desenvolve-se em patamares desde a Ribeira da Centeeira, que corta o vale, a altitudes da ordem de 300m, até à região de Mêda, a altitudes de 650 a 750 m. O bloco Este forma uma escarpa de falha de 150 a 200 metros de altura.https://www.geocaching.com/geocache/GC3G5EN
Venha contemplar, com os seus próprios olhos, uma das maiores maravilhas da pré-história – Num dos raros calendários que resistiram ao desgaste de várias civilizações e milénios
O início da primavera2026 , em Portugal, ocorre a 20 de março, sexta-feira. E o horário muda na primavera, o que acontece no dia 29 de março de 2026, último domingo de março. Nesse dia, a 1 hora da madrugada, deve-se adiantar o relógio uma hora
Vem aí a Primavera 2026 – Dia 20, às 07 horas- Junte-se a nós e venha celebrar, ao nascer do sol, a estação mais florida do ano, momento em que a Terra é iluminada de igual modo no hemisfério sul como no hemisfério norte, aldeia de Chãs, do concelho de V. N. de Foz Côa.
Jorge Trabulo Marques - Coordenador do Evento - E, entre outras colaborações, especialmente de António Lourenço, José Lebreiro, Agostinho Soares, Adriano Ferreira, Pedro Daniel .A Radiestesia de António Filipe. E, por várias vezes, com a presença do Dr. João Paulo Sousa, quer na qualidade de Vereador da Cultura, quer posteriormente como Presidente da CM de V. Nova de Foz Côa -E que, em Nov de /2025 passou assumir a gestão e a salvaguarda do Parque Arqueológico do Vale do Côa (PAVC) e do Museu do Côa (MC)
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Escritor Francisco Moita Flores, em 2016. Convidado de honra: leu poemas e falou-nos da sua obra literária: do então mais recente livro Dia dos Milagres",- Aqui recordo, com muito prazer, alguns desses belos momentos, na celebração do solticio do Verão, em 20 de Junho 2016 - Noutro dos calendário solares, ali existentes Este alinhado com o pôr-do-sol do dia maior do ano.
Francisco Moita Flores- Escritor, comentador, investigador, antigo inspetor da Polícia Judiciária e antigo Presidente da Câmara Municipal de Santarém, Francisco Moita Flores é o verdadeiro homem dos sete ofícios.
Se as condições atmosféricas o permitirem, os participantes "poderão ali viver momentos de raro esplendor, alegria e misticismo, tal como, em tempos idos, os antepassados, que ali se fixaram, os teriam vivido, quando ali celebravam e saudavam os seus ídolos. Num local Sagrado de cura, cruzado pelas energias benfazejas terrestres, que os homens da era da pedra lascada edificaram, cultuaram e veneravam com o seus ritos ancestrais - 40º 59´ 39.94" N - 7º 10´ 35-46" W
Vários têm sido os investigadores deste santuário, que a estes espaços se têm deslocado e debruçado sobre o monumental megálito:
Além dos primeiros estudos de Adriano Vasco Rodrigues, que classificou, o recinto da Pedra da Cabeleira, como "local de culto ou de sacrifícios" e do levantamento arqueológico da área, levado a acabo por Sá Coixão e por técnicos do Parque Arqueológico, já aqui se deslocaram, entre outros estudiosos e imvestigadores, Gonçalves Guimarães, Lima Garcia, o astrónomo Máximo Ferreira, e, posteriormente, Moisés Espírito Santo, bem como o autor do famoso livro - Agulhas de Pedra, A Acupunctura da Terra – o escritor e radiestesista, Tom Graves, que veio expressamente da Austrália para visitar o local
E também prestigiadas presenças: desde os poetas Manuel Pires Daniel e Fernando Assis Pacheco; netos do poeta João e Deus; Francisco Moita Flores; do pintor e poeta Carlos Nascimento e sua amada
esposa ;Dom Manuel dos Santos, então Bispo da diocese de S. Tomé e Príncipe; assim como outras distintas figuras santomenses
Vem aí a Primavera 2026 – Dia 20, às 07 horas- Junte-se a nós e venha celebrar, ao nascer do sol, a estação mais florida do ano, momento em que a Terra é iluminada de igual modo no hemisfério sul como no hemisfério norte
De uma forma singela, mas prenhe de esplendor, de encantamento e de alegria, lendo poemas , alusivos à Primavera e em louvor da Mãe Natureza, no recinto amuralhado do Santuário Sacrificial da Pedra da Cabeleira, Maciço dos Tambores, arredores da aldeia de Chãs, concelho de Vila Nova de Foz Côa, Portugal
A primeira referência do imponente megálito, que sugere a existência de um antigo culto solar e posto de observação astronómico, foi feita por Adriano Vasco Rodrigues, no seu estudo publicado em 1982, sobre a História Remota de Meda., de cuja investigação aqui transcrevemos, com a devida vénia, um pequeno excerto: “Também na freguesia de Chãs, que foi outrora anexa de Longroiva e agora pertence ao concelho de Vila Nova de Foz Côa, localizei, a curta distância da povoação, na Lapa de Nossa Senhora, no interior de um penedo com forma de crânio, um nicho contendo algo que parece a pintura de uma cabeleira humana”
“O penedo tem o seu assento sobre uma vasta superfície rochosa granítica. A face poente está desbastada como uma enorme testa. Na parte interior rasga-se uma abertura com cerca de um metro de diâmetro, que dá entrada para uma espaçosa câmara com o exterior por outra abertura rasgada na face ocidental.”
“No tecto desta câmara notam-se manchas avermelhadas de uma pintura de ferro parecendo resultarem de uma pintura destruída pela erosão produzida pela corrente de ar, estabelecida pelas duas entradas.
Em 1957, tive oportunidade de estudar a fraga conhecida com o nome da Cabeleira de Nossa Senhora, que classifiquei como santuário pré-histórico, integrado cronologicamente na revolução neolítica। Pelas suas características sugere a existência de um culto ao crânio, característico, na Península Hispânica, da transição do Paleolítico para o Neolítico, segundo o Prof. Pericot. A identificação com uma entidade feminina, que sofreu consagração à Virgem Maria, acompanhada de lenda popular, sugere um culto inicial à Deusa Mãe, símbolo da fertilidade.
Video de um dia especial
Equinócio da Primavera 20 de Março 2026- A celebrar em Chãs- V.N. de Foz Côa às 07Horas no Santuário Rupestre da Pedra da Cabeleira de Nª Srª- Uma das maiores maravilhas da pré-história – Num dos raros calendários que resistiram ao desgaste de várias civilizações e milénios
Poeta Manuel Daniel – Momentos a recordar no dia em que partiu para a eternidade - Video de tributo de saudade à voz do autor o "Mar da Minha Terra é de Granito e outros belos poemas
Deixou-nos, em 22 de Janeiro de 2021 - Recordamos a sua voz e outros dos belos momentos poéticos, em sua casa e nos Templos do Sol, do autor de “O Coração Acordado”, entre muitas outras obras literárias – Foi uma das vitimas da Convid 19 - Natural de Meda, tendo residido, desde há vários anos, em V.N. de Foz Côa, onde fez grande parte da sua vida - Advogado, escritor, jornalista, poeta, dramaturgo, autor de 40 peças de teatro, nomeadamente para crianças, 20 das quais ainda inéditas - Espírito solidário e associativo, de sensibilidade relevante, em associações de solidariedade social, nomeadamente no Lar da Santa Casa da Misericórdia e na Associação Humanitária dos bombeiros de Foz Côa na qual foi seu Presidente da Assembleia Geral, 20 anos, desde 1979 a 1999
Profundo estudioso, um homem de cultura, tendo dedicado muitos anos da sua vida à função pública e à vida autárquica, cujos olhos, desde há alguns anos, tinham deixado de ver a luz do dia, despediu-se da vida,–aos 86 anos - Faleceu no Hospital da Guarda, onde havia sido internado,
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O início da agricultura está ligado ao culto da Deusa Mãe, privilegiando a germinação das plantas. Foi trazido do Médio Oriente para o Ocidente peninsular pelos primeiros povos agricultores.
Junto deste santuário localizei uma pequena cavidade em forma de concha, que poderá ter servido para recolha de sangue proveniente de sacrifícios. Em frente de uma das entradas do abrigo interior daquela fraga, havia uma pedra quadrangular, com 1,5 m. de lado, em forma de arco, que se adaptava perfeitamente, deixando uma abertura suficiente para permitir a entrada dos raios solares..
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। O jornalista Jorge Trabulo Marques, natural das Chãs, do concelho de Vila Nova de Foz Côa, que meritoriamente tem pesquisado toda esta área, levantou o problema de se tratar de um calendário solar, tendo o homem pré-histórico aproveitando este monumento natural e adaptando-o, como se comprovou pela presença da pedra, que atrás referi। Esta hipótese não foi levantada despropositadamente, pois está comprovado por testemunhos de períodos coevos em que foram levantados calendários relacionados com a marcação de solstícios de Verão e de Inverno। O culto ao Sol é fundamental nas sociedades primitivas e o conhecimento do calendário das estações para poderem fazer as sementeiras। O culto à Deusa Mãe e ao Sol dos primeiros agricultores está relacionado।
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Também já num tempo pré-histórico mais próximo dos nossos dias, temos o exemplo de Stonehenge, convidando à observação do Sun rose e do summer solstice. Na Irlanda, o túmulo chamado New Grange, mostra uma abertura pela qual entra a luz solar no dia do solstício de Inverno percorrendo a câmara até à sua parede final.
Poderei citar muitos mais testemunhos da riqueza pré-histórica da região, os quais localizei através das minhas prospecções, entre eles, necrópoles, grutas, abrigos, castros e dos mais representativos a Estátua-menhir de Longroiva, representando um homem, possivelmente um caçador, acompanhado pelo mesmo equipamento do homem encontrado na geleira do Tirol, em Setembro de 1991, entre a Itália e a Suíça, conhecido por Ossi.
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BENEFÍCIOS E FILOSOFIA DO SOL
Tem sido até agora – o cintilante
E antigo Sol, amigo da Harmonia,
Que me tem ensinado, cada dia.
A desprezar a Morte, escura e errante.
As densas nuvens de porvir distante
Desenha-as a sua épica alegria,
E a sua heroica e sã filosofia
Nada, até hoje, iguala e é semelhante.
Decerto: é grato ao sofrimento insano
Dos tristes, quando surge o rosto humano
Da lua, abrandecer o céu com ais…
Mas quando é que dobrou a Sorte,
A alma do faquir – paciente e forte, -
Mais sereno que as plantas e os metais?
In Claridades do Sul – Gomes
A Celebração do Solstício do Verão nos Templos do Sol, com os raios do pôr-do-sol, em perfeito alinhamento com a crista de um majestoso megalítico de forma esférica e, outra nos Equinócios da Primavera e do Outono, aos nascer-do-sol com seus esplendorosos raios atravessando a gruta de outro surpreendente monólito, que parece desafiar as leis da gravidade, que se erguem no Maciço dos Tambores, arredores da aldeia de Chãs, festividades estas, que já se repetem há mais de duas décadas, com vista a recuperar tradições ancestrais, dão sempre as boas-vindas a todos os espíritos sensíveis e apaixonados pelo nosso passado histórico mais antigo e da Humanidade, independentemente da sua crença religiosa – Em que sol surge como espelho de Deus ou fonte da vida
Vinde, e sede bem-vindo! Em 2015, com a honrosa e mistica presença do Bispo de S. Tomé e Príncipe, Dom Manuel dos Santos,. no equinócio seguinte, o do Outono - Vinde e sede Bem-Vindo às portas hospitaleiras da minha aldeia, à amplidão dos grandes espaços, aos silenciosos caminhos e atalhos, trilhos milenares, que vos hão-de levar ao reino misterioso das Quebradas e dos tambores, vasto planalto sulcado por cerros morros, semeado por negros penedos, rasgado por rudes penhascos, ladeado por muralhas de ladeiras escalvadas, denegridos flancos muito agrestes, muito abruptos, coroados por esfíngicos bustos, desnudadas fragas, hercúleos titãs, figuras míticas e trágicas, há muito divinizadas por homens de outrora e pelos olhares sagrados dos seus deuses que, em rituais bárbaros, os adoravam e invocavam!
Vinde ver esses calmos e míticos lugares, esculpidos por estranhos perfis, que ora surgem isolados ora se amontoam, mesmo nas superfícies planas, não escarpadas e que, desde o princípio das eras, desde os recuados tempos em que foram habitados, ainda conservam intacta a sua divina pureza, ainda hoje, guardam mil segredos, encerram mil mistérios! - Seduzem-nos, arrebatam-nos! Convidam-nos a deambular, sem rumo e sem destino, rendidos à contemplação do que, à nossa frente, aos nossos pés, a cada passo, vamos descobrindo, ante o nosso olhar deslumbrado, o eterno enigma do desconhecido, a imensidão do infinito!...
Tal como diz o imortal poeta, o iluminado! Vinde comparar os altares erguidos por nossas mãos com os sagrados lugares da Natureza, que, unindo a Terra aos Céus, não limitam, nem os nossos passos, nem cerceiam a nossa imaginação, na infindável procura de se encontrarem os verdadeiros laços que nos unem a Deus, em uníssono diálogo e profundo canto interior, com a Criação, a Sua Vontade Suprema, as suas maravilhas e os seus prodígios!