Cacau de Tomé e Príncipe –“Ilhas do Chocolate” ‘’prestes a conquistar a Indicação Geográfica Protegida para o Ouro castanho’ - batizado ‘alimento dos deuses’ , onde esta cultura chegou a ser o maior produtor mundial no final do século XIX e início do século XX. Tendo o arquipélago conquistado o famoso apelido de "Ilhas do Chocolate" ou "Reino do Cacau" graças ao solo vulcânico rico e ao clima perfeito.
CANOASDOMAR
domingo, 16 de agosto de 2026
Cacau de Tomé e Príncipe –“Ilhas do Chocolate” ‘’prestes a conquistar a Indicação Geográfica Protegida para o Ouro castanho’ - batizado ‘alimento dos deuses’
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Ministro Fernando Alexandre, sacode culpas do capote?! Escândalo de 70 ajustes diretos, em 2015, forçaram sua demissão de Secretario de Estado
Ministro da Educação, Ciência e Inovação, Fernando Alexandre, esteve na Assembleia da República para prestar esclarecimentos sobre os problemas e falhas no processo de digitalização e classificação eletrônica dos exames nacionais, assumindo o impacto no sistema educativo - Mas, pelos vistos, deixou mais dúvidas de que certezas - Assim o atesta o seu currículo
Ministro Fernando Alexandre, sacode culpas do capote?! Escândalo de 70 ajustes diretos, em 2015, forçaram sua demissão de Secretario de Estado Adjunto do Ministério da Administração Interna do Governo Constitucional, de Pedro Passos Coelho. Era líder Parlamentar Luís Montenegro, que o veio a reconduzir em 2024 como Ministro da Educação, Ciência e Inovação
Está na hora do ministro ir embora": centenas de estudantes pedem demissão de Fernando Alexandre
Mais de 200 alunos e professores estudantes fizeram-se ouvir no Ministério da Educação e mostraram-se descontentes com as medidas tomadas pelo governante. https://sicnoticias.pt/pais/educacao/2026-07-24-video-esta-na-hora-do-ministro-ir-embora-centenas-de-estudantes-pedem-demissao-de-fernando-alexandre-088d5db1
2015 - Corrupção no MAI força saída de governante Demissão de Fernando Alexandre seguiu-se a interrogatório do Ministério Público – para explicar como consentiu 70 obras públicas por ajuste direto. Sem concursos.
A versão oficial passou por motivos pessoais; especulou-se sobre "divergências profundas" com a ministra Anabela Rodrigues. Mas o que levou à demissão do secretário de Estado adjunto da Administração Interna, Fernando Alexandre, foi o escândalo de corrupção no ministério – em que nas barbas daquele governante foram celebradas dezenas de adjudicações para obras públicas, num valor de 5,9 milhões de euros, sem concursos públicos. Tudo feito por ajuste direto. https://www.cmjornal.pt/exclusivos/detalhe/corrupcao_no_mai_trama_secretario_de_estado
O secretário de Estado demissionário assumiu funções em abril de 2013, em substituição de Juvenal Silva Peneda, então envolvido na polémica dos contratos swap. Tem 43 anos, é economista de formação e professor universitário. https://expresso.pt/politica/divergencias-com-a-ministra-fazem-baixa-na-administracao-interna=f921092
E ASSIM VAI A LIDERANÇA ULTRA-LIBERALISTA DE MÃOS-DADAS A JOGADAS PRIVADAS
Fernando Alexandre, na disputa entre a reitoria da Universidade Nova de Lisboa e a Nova SBE está a gerar perplexidade. O governante foi dirigente do Instituto Mais Liberdade — think tank fundado por Carlos Guimarães Pinto, Adolfo Mesquita Nunes e Carlos Moreira da Silva — entre 2022 e Março de 2024, estrutura que integra vários professores da faculdade defensores da sua autonomização ou privatização, levantando dúvidas sobre eventuais conflitos de interesse.
Ministro abre inquéritos para fugir às responsabilidades, dizem professores 11 de agosto 2026 –
Fenprof e Movimento Escola Pública criticam Fernando Alexandre que terá tentado com a manobra “desviar a atenção do caos”. Afirma-se ainda que é um “insulto” culpar os professores depois de tudo o que fizeram. Professores indignados com inquérito a escolas por envio tardio de provas e reapreciações
A decisão do ministro da Educação de abrir um inquérito às escolas por irregularidades nos pedidos de reapreciações é recebida com grande indignação e contestação entre os professores, que acusam Fernando Alexandre de tentar responsabilizar as escolas por um problema que resulta de falhas da própria tutela.
"Mais uma vez, o ministro deixa claro que a sua imagem de marca é fugir às responsabilidades", critica José Feliciano, secretário-geral da Federação Nacional de Professores (Fenprof). Para o dirigente, os atrasos registados este ano nos exames constituem "provavelmente um dos maiores problemas que o sistema educativo viveu nas últimas décadas
terça-feira, 11 de agosto de 2026
Museu do Côa- PR António José Seguro :"Há 30 anos, preservámos o Côa. Agora temos de preservar e criar futuro para as pessoas que fazem do interior de Portugal a sua casa. Não pode haver um país do litoral e um país do interior. Há só um Portugal”, frisou
Prestei o meu apoio desde a descoberta das gravuras, em cujos achados também colaborei, tendo publicado dezenas de artigos no ECÔA e feito largas centenas de fotografias. Museu do Côa- PR António José Seguro :"Há 30 anos, preservámos o Côa. Agora temos de preservar e criar futuro para as pessoas que fazem do interior de Portugal a sua casa. Não pode haver um país do litoral e um país do interior. Há só um Portugal”, frisou
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Presidente António José Seguro. De Regresso às gravuras que defendeu - Hoje nas comemorações dos 30 anos do Parque Arqueológico do Côa
Jorge Trabulo Marques - Jornalista
Presidente António José Seguro. De Regresso às gravuras que defendeu Hoje nas comemorações dos 30 anos do Parque Arqueológico do Côa - O Presidente da República, António José Seguro, vai presidir a sessão comemorativa dos 30 anos do Parque Arqueológico do Côa, nesta próxima segunda-feira, 10 de agosto, no Museu do Côa, em Vila Nova de Foz Côa. A sessão começa pelas 17h30 com a receção às entidades convidadas e visita ao Museu do Côa, seguindo-se a sessão comemorativa com o descerrar de uma placa alusiva ao momento. Pelas 18h30 vai ser inaugurado o mural “Que reflexo do Côa ficou em ti?” e pelas 19 horas é apresentada a peça de teatro “As Bacantes” de Eurípedes com a companhia Filandorra
sábado, 8 de agosto de 2026
Vindimas Douro em risco. Vale do Côa, bom vinho mas fraco apoio à viticultura Avança a desertificação o envelhecimento da população - E a mão-de-obra é maioritariamente externa - Vinda dos país africanos de expressão portuguesa e árabes - É que nos tem valido para que o abandono não seja ainda mais expressivo.
Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Natural da Freguesia de Chãs - V. N. de Foz Côa
Os produtores antecipam dificuldades para a campanha vitivinícola e exigem medidas do Governo que garantam que as uvas sejam pagas a preços justos, defendendo um valor na ordem de 1 euro por quilograma.
Na verdade, já por estas encostas, debruçadas sobre a margem esquerda do Vale do Côa, com as de Castelo Melhor, de fronte na outra margem, se colhem saborosos cachos de uvas , que depois são transportados para a Quinta dos Bons Ares, onde vão fermentar para deliciosos vinhos generosos ou vinhos de mesa
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Os viticultores queixam-se de que as uvas estão a ser pagas abaixo dos custos de produção, enquanto os encargos com a atividade continuam a aumentar.quinta-feira, 6 de agosto de 2026
Escritor Jorge Amado - Faleceu aos 89 anos, em 06-08- 2001 - Entrevista da bomba atómica sobre Hiroshima, 36 anos depois de 06-08-1981 .
Por Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador - Registo sonoro de várias entrevistas que me concedeu
Pergunta "Jorge Amado: passam hoje 36 anos sobre o lançamento da bomba atómica sobre Hiroshima. Na altura o Jorge Amado, teria os seus?... Quantos anos?..
J.A. - Eu tinha 33 anos. Eu me recordo perfeitamente. Foi durante a guerra; foi lançada sobre o Japão! No momento em que já não havia absolutamente necessidade de que a bomba atómica fosse lançada, a guerra estava ganha pelos aliados, foi um crime! Um crime terrível não só para a população japonesa mas contra a Humanidade!... Não havia absolutamente nenhuma necessidade de lançar a bomba atómica naquele momento sobre o Japão: o Japão já estava vencidoJorge Amado foi um dos mais premiados e populares escritores brasileiros. Dono de uma obra numerosa, sempre privilegiando a Bahia como cenário de suas narrativas, cativou o público com suas histórias que foram largamente adaptadas para a televisão.
Traduzido para dezenas de idiomas e aclamado nacional e internacionalmente, Jorge Amado conciliou realismo e lirismo poético, causas sociais e erotismo, trazendo consigo uma identificação afetiva com o povo brasileiro
- Jorge Amado: passam hoje 36 anos sobre o lançamento da bomba atómica sobre Hiroshima. Na altura o Jorge Amado, teria os seus?... Quantos anos?..
JTM – Já que, ambos os blocos, as possuem: pois há também quem defenda que é uma maneira de se respeitarem mutuamente, de evitarem a guerra: o que é que pensa, Jorge Amado, a esse respeito?
JTM – Mas, a corrida ao armamento, parece cada vez mais aguerrida! As aramas aparecem cada vez mais aperfeiçoadas!... Como ver isto?
BIOGRAFIA - Jorge Amado nasceu a 10 de agosto de 1912, na fazenda Auricídia, no distrito de Ferradas, município de Itabuna, sul do Estado da Bahia. Filho do fazendeiro de cacau João Amado de Faria e de Eulália Leal Amado.GLAUBER ROCHA “Um grande amigo meu, um amigo fraterno, meu irmão e um homem extremamente importante dentro da cultura do nosso país: dentro da cultura brasileira, dentro da cultura de Portugal, do mundo da língua portuguesa, pois que é um cineasta! E um escritor que tem realizado uma obra da mais alta importância!... Além de mais, é um homem extremamente lúcido na sua maneira de pensar, que tem lutado sempre ao lado do povo, contra os inimigos do Povo! Sempre ao lado dos interesses mais nobres da humanidade! Contra aqueles, exatamente, que querem a guerra, a opressão e a miséria! Os filmes de Glauber Rocha, são todos eles um elogio do Homem, do ser humano.”
BOMBA ATÓMICA EM HIROXIMA - "Eu me recordo perfeitamente. Foi durante a guerra; foi lançada sobre o Japão! No momento em que já não havia absolutamente necessidade de que a bomba atómica fosse lançada, a guerra estava ganha pelos aliados, foi um crime! Um crime terrível não só para a população japonesa mas contra a Humanidade!... Não havia absolutamente nenhuma necessidade de lançar a bomba atómica naquele momento sobre o Japão: o Japão já estava vencido."
Depois do 25 de Abril. Jorge Amado, deslocou-se várias vezes a Portugal: vindo, nomeadamente, de Paris, onde passava algumas temporadas, sobretudo na década de 80, numa fase, literariamente, ainda muito ativa – Não era que gostasse mais de viver na Europa de que no Brasil; o motivo não era esse mas a falta de privacidade e o necessário isolamento, que não conseguia encontrar na sua cidade natal, onde era constantemente solicitado - Nascido em Tabuna, a 10 de Agosto de 1912, Estado da Baía, e, em cujas terras, havia também de falecer: Em Salvador, 6 de Agosto de 2001

Tanto ele, como Zélia Gattai, sua esposa, deram-me o prazer de me concederem várias entrevistas, que aguardo no meu arquivo. Uma das quais feita por ocasião do Congresso de Escritores Portugueses, em 1988 (creio que o 2º), ou seja, dois anos antes da assinatura do então já polémico acordo ortográfico – Obviamente, que o tema não deixou de vir à baila, gerando acaloradas discussões, tal como, de resto, ainda hoje continua a suscitar, - Mais à frente o registo em vídeo dessa interessante entrevistaNaquela manhã de 06 de agosto de 1945, os tripulantes do avião “Enola Gay” só conseguiam dizer “Meu Deus, o que fizemos”, depois de presenciarem a cidade de Hiroshima, no Japão, desaparecer embaixo de uma nuvem em forma de cogumelo. Era o efeito do lançamento da primeira bomba atômica americana que saiu de um avião B-29 batizado pelo seu comandante com o nome de Enola Gay, em homenagem à sua própria mãe. No dia 09, outra bomba igual seria lançada sobre a cidade de Nagasaki. Os pilotos norte-americanos haviam sido treinados durante meses para uma missão especial, a bordo de uma esquadrilha de aviões B-29. No entanto, quase ninguém sabia o que estes aviões realmente transportavam.
Morreram cerca de 100 mil pessoas em Hiroshima e 80 mil em Nagasaki. As vítimas eram civis, cidadãos comuns, já que nenhuma das duas cidades era alvo militar muito importante. O cenário histórico dessa tragédia que permanece até hoje na memória de milhares de japoneses era a guerra no Pacífico, entre Japão e Estados Unidos.








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