Poetiza Olinda Beja, em 2021. Era Pandemia. O Solstício do Verão é já domingo 18h30-20 h45. Chãs- Foz Côa Olinda Beja, A Luso-santomense. nao te esquecemos. Num fim de tarde luminoso, alegre, poético, musical e fraterna - Abrilhantado por Olinda Beja e Os Mirandum - Gaiteiros de Miranda, além do acompanhamento de Luís de Almeida.
Palavras calorosas e poéticas, entre muitas outras, de Olinda Beja, a embaixatriz Luso-Santomense, que declamou, cantou e encantou, acompanhada à viola pelo mestre Luís de Almeida – Com belos poemas de longe e de perto - Uns inspirados e dedicados a estas terras durienses, outros das suas raízes e memórias de África, bem como das terras beirãs, Mangualde, distrito de Viseu que a adotaram desde criança
Solstício do Verão 21-06-2026 – 18h30 – 20h45 -É já domingo Chãs – Foz Côa - Vinde e sede bem-vindo à saudação do dia maior do ano no Stonehenge Português - Junto ao monumental megalítico esférico alinhado com os raios solares do pôr-do-sol deste tão desejado dia
Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Coordenador do evento
Júlio Meirinhos, convidado de honra. Líder do PROCOA da salvaguarda das gravuras do Vale do Côa, 1996-97: – Uma figura bem conhecida em toda a região duriense e no pais.
Além de seu amigo, Albertino Melo, natural de Viseu, Diretor Geral no sistema financeiro, atualmente consultor internacional, em Luxemburgo, tendo sido o mais jovem dos Presidentes eleitos do Académico de Viseu, que liderou ao longo de vários anos, desportista, consultor e viajante por muitas terras: que já nos deu o prazer da sua presença, há uns 4 anos, num percurso desta aldeia à Ervamoira, e com o qual também já nos reencontramos, em Lisboa, numa visita diplomática
Com Albertino Melo na Ervamoira
UMA LUTA COMUM - Júlio Meirinhos e Jorge Trabulo Marques
Ambos nos empenhamos na defesa das gravuras do Vale do Côa- Isto, porque, naquele período polémico, o executivo camarário, apostava mais na construção da barragem.
Além de dezenas de artigos e reportagens que publiquei no Jornal Ecôa e nas revistas do pró-Côa, , deu-me a possibilidade de percorrer e fotografar 9 municípios e as suas freguesias, tendo, sob a sua orientação, vindo a ser publicado o 1º Guia do Vale do Côa e seu património natural e arqueológico
Júlio Santana Meirinhos, foi o mais jovem presidente de Câmara do país: a de Miranda do Douro, a terra onde cresceu e se fez homem. Ex-deputado pelo PS e ex-governador civil de Bragança
Cidadão honorário do Município de Miranda do Douro – Grau Ouro Agraciado pelo Estado Português com o grau de Comendador da Ordem Nacional do Infante D. Henrique. Eleito o “Melhor Autarca do ano de 1986” – Prémio Telex de Prata – AN Membro do Comité das Regiões em Bruxelas
Júlio Meirinhos, que ficou ainda conhecido como mentor da chamada Lei do Mirandês, a segunda língua oficial em Portugal, após a aprovação da lei na Assembleia da República, em 17 de setembro de 1998, que conferiu este estatuto ao idioma falado no Nordeste Transmontano.Muitos e importantes cargos exerceu: Presidente de Câmara durante 4 mandatos Deputado em duas legislaturashttps://www.noticiasdodouro.pt/meirinhos-julio/
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O STONEHENGE PORTUGUÊS
A cerimónia decorre no lugar de Quebradas-Tambores, num planalto sobre o Vale da Ribeira de Piscos, em cujo curso se situam alguns dos principais núcleos de gravuras rupestres classificados como Património da Humanidade
O Dia Internacional da Celebração do Solstício celebra-se anualmente a 21 de junho. Vai ser celebrado a partir das 18 h 30, desde o adro da igreja da aldeia em direção aos monumentais calendários pré-históricos, com o tradicional cortejo celta, composto por personagens envergando túnicas brancas, representando o papel dos lendários sacerdotes druidas, lembrando os seus antigos rituais ou tradições, ação evocativa
MARAVILHA DE UM PORTUGAL DE MISTÉRIOS E DE VALIOSA HERANÇA ANCESTRAL- É umas das enormes pedras que os povos da pré-história terão erguido para celebrar o dia maior do ano, cultuar os seus deuses, num dos cruzamentos ou veios da Terra, que os radiestesistas classificam de pontos nodais, com propriedades telúricas, energéticas ou talvez mesmo curativas. Os solstícios e os equinócios simbolizam a fertilidade da terra, os sistemas de produção agrícola e alimentar, o património cultural e as suas tradições milenares. Assim, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu que a celebração desses eventos é uma demonstração da unidade do património cultural e das tradições seculares e desempenha ainda um papel significativo no reforço dos laços entre os povos com base no respeito mútuo e nos ideais de paz e boa vizinhança.
A Celebração do Solstício do Verão nos Templos do Sol, com os raios do pôr-do-sol, em perfeito alinhamento com a crista de um majestoso megalítico de forma esférica e, outra nos Equinócios da Primavera e do Outono, aos nascer-do-sol com seus esplendorosos raios atravessando a gruta de outro surpreendente monólito, que parece desafiar as leis da gravidade, que se erguem no Maciço dos Tambores, arredores da aldeia de Chãs, festividades estas, que já se repetem há mais de duas décadas, com vista a recuperar tradições ancestrais, dão sempre as boas-vindas a todos os espíritos sensíveis e apaixonados pelo nosso passado histórico mais antigo e da Humanidade, independentemente da sua crença religiosa – Em que sol surge como espelho de Deus ou fonte da vida.
Celebrações. que. embora não tendo o eco mediático das celebrações no Stonehenge, em Inglaterra, mas, estou certo, que quem já, os presenciou, não trocaria a tranquilidade e a beleza deste local pelo ruído e a confusão onde afluem várias dezenas de milhares de pessoas
Lugares há que são uma tentação, um verdadeiro centro de emanações e de eflúvios, propensos ao deleite, ao esquecimento e à sublimação. Para bem da Humanidade, o planeta Terra desfruta de muitos desses lugares privilegiados, onde emanam sons e vibrações especiais, dir-se-ia, onde até as pedras falam ou através delas se pode escutar a voz ou o cântico divino. E eu penso que, muitas destas paisagens, são, disso, o mais espantoso exemplo. Um permanente convite, áurea unção e arrebatamento dos sentidos.
MEU RENOVOADO ABRAÇO AO GRUPO DE PEREGERINOS QUE ABRILHANTOU A ESTA NOSSA SINGELA CELEBRAÇÃO -
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Na celebração do ano passado, além do José Lebreiro, Pedro Daniel, Agostinho Soares, habituais colaboradores , bem com de Maria Amélia Marçal, que cantou um dos seus poemas, assim como José Fidalgo Martins , que se fez acompanhar com dois dos seus filhos, além de Célio Alves de Santa Comba, o David das Quintãs, entre outras presenças, cujos nomes agora não me ocorrem, vindos de outros pontos do país
Desta vez pudemos também contar com a presença do Padre Luciano Moreira, que muito nos sensibilizou, responsável da paróquia de V. de Foz Côa, desde Outubro passado, que leu um belo poema de Dom Manuel dos Santos, ex- Bispo de S. Tomé e Príncipe, que nos honrou com a sua visita, no Equinócio de Outubro de 2015.
Na celebração do equinócio de 2015 – Dom Manuel dos Santos, então Bispo da diocese de S. Tomé e Príncipe, na altura em que veio a Portugal para o lançamento do seu mais recente livro poético, , "Aqui onde estou os meus sonhos são verdes" - que veio a decorrer no dia 4 de Outubro no Auditório Santo António Maria Claret, no Santuário do Coração de Maria, em Setúbal
Solsticio do Verão 21-06- 2026 em Chãs-V-N. de Foz Côa - Stonehenge Português. Desde 2002 - Majestosa herança megalítica da maior revolução na história da humanidade: que assinala a transição de comunidades nómadas de caçadores, recolectores para sociedades sedentárias baseadas na agricultura, pastorícia e metalurgia.
O Verão está a chegar! É já dia 21 - CORTEJO E CERIMÓNIA MÍSTICA 18.30 – 20. 45 - aldeia de Chãs . Foz Côa - Venha celebrar connosco o solstício do Verão, renovar-se de novas energias, sublimando e purificando o físico e o espírito num lugar que os nossos ancestrais celtas elegeram para saudar o pôr-do-sol do dia maior do ano -
No dia em que o astro reluzente e belo, fonte da vida e espelho de Deus, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do Equado Solsticio do Verão 21-06- 2026 em Chãs-V-N. de Foz Côa - Stonehenge Português. Desde 2003 - Majestosa herança megalítica da maior revolução na história da humanidade: que assinala a transição de comunidades nómadas de caçadores, recolectores para sociedades sedentárias baseadas na agricultura, pastorícia e metalurgia. .
Jorge Trabulo Marques - Natural da Freguesia de Chãs- Foz Côa - Cordenador e dinamizador das celebrações dos equinócios e solsticios
Vale do Côa, não é só já famoso pelas suas gravuras rupestres mas também por dois magníficos templos solares, já apontados por estudiosos como a Rota do Sol ou o “Stonehenge Português” – Um é a Pedra do Sol ou Pedra do Solstício, um enorme monólito; o outro, é o Santuário Rupestre da Cabeleira de Nossa Senhora, classificado, há duas décadas, como antigo local de culto do crânio e de sacrifícios, e, posteriormente,, em 2002, como um verdadeiro calendário astronómico primitivo
O cortejo em direção do majestoso megálito pré-histórico, parte do adro da aldeia, às 18.30. Os participantes da celebração podem testemunhar a passagem dos raios solares sobre o eixo da Pedra do Solstício, numa imagem de grande simbolismo histórico e místico, às 20.45, monumento sobranceiro ao maravilhoso vale da Ribeira Centeeira
Em Foz Côa celebra-se o solstício de Verão com rituais celtas21 de junho 2011O solstício de verão será assinalado em Chãs (Vila Nova de Foz Côa) com um conjunto de actividades culturais e científicas que prometem levar os visitantes numa viagem pelos antigos rituais celtas.
O promotor da iniciativa e investigador dos templos do sol, Jorge Trobulo marques, disse que objectivo do evento é, antes de mais, saudar o verão e a mãe natureza, indo ao encontro das tradições dos antigos povos que viveram no monte dos tambores, junto à aldeia de chãs
o monte dos tambores «é um imponente monumento megalítico» pré-histórico, de forma arredonda e situado num ermo junto a chãs, local onde decorrerá o alinhamento solar.
«tentamos evocar tradições ancestrais e ao mesmo tempo recuperá-las, na medida do possível, num planalto granítico, sobranceiro a um fértil e magnífico vale, área enquadrada no perímetro das gravuras do vale do côa», acrescentou.
a região de chãs onde se encontram «importantes» lugares onde existem abundantes vestígios pré-históricos e o conhecido santuário da pedra da cabeleira e a pedra do sol, monumentos megalíticos que estão direccionados com o pôr-do-sol no dia maior do ano.
Solstício festejado em templo solar de Foz Côa21 de Junho de 2006O Verão é hoje recebido no concelho de Vila Nova de Foz Côa com uma Festa do Solstício, marcada para um templo solar existente no lugar dos Tambores. O momento evocativo acontecerá ao pôr-do-sol, cerca das 20h45, na freguesia de Chãs, no local onde existe um antigo altar de pedra e um megálito, uma construção pré-histórica de significado desconhecido, feita de grandes pedras, com três metros de diâmetro. A Festa do Solstício de Verão, que marca o início da estação estival, constará de uma "cerimónia mística que evocará sacrifícios e rituais celtas", disse à agência Lusa Jorge Trabulo Marques, da comissão das ". https://www.publico.pt/2006/06/21/jornal/solsticio-festejado-em-templo-solar-de-foz-coa-85153
Vila Nova de Foz Côa, Guarda, 17 jun 2010 (Lusa) -- O Solstício do Verão vai ser celebrado na próxima segunda feira ao pôr-do-sol, entre as 20:00 e as 20:45, num antigo altar de pedra em Chãs, concelho de Vila Nova de Foz Côa.
Pelas 18:30, um cortejo alegórico partirá, com várias personagens, em representação dos antigos sacerdotes druidas, do adro da aldeia, até ao local das celebrações, ao som de gaiteiros de Miranda – Anda Camino.
O Vale do Côa: Para Além das Gravuras Rupestres O Vale do Côa é conhecido não apenas pelas suas famosas gravuras rupestres, mas também por dois magníficos templos solares, considerados a “Rota do Sol” ou o “Stonehenge Português”.
Um deles é a Pedra do Sol ou Pedra do Solstício, enquanto o outro é o Santuário Rupestre da Cabeleira de Nossa Senhora. Há duas décadas, este santuário foi classificado como um antigo local de culto ao crânio e aos sacrifícios, e em 2002 foi reconhecido como um verdadeiro calendário astronómico primitivo.
A Celebração das Tradições Desde tempos remotos, os povos atribuíam ao sol um poder mágico e terapêutico, dedicando-lhe cultos especiais. Muitos desses rituais e festividades coincidiam com as mudanças na natureza, principalmente nos solstícios e equinócios, e estavam profundamente ligados à agricultura e à fertilidade.
Acreditava-se que nesses dias sagrados, os deuses concediam proteção e bênçãos especiais em troca de oferendas e sacrifícios. Para os adoradores contemporâneos do sol, essas celebrações representam a busca pelo equilíbrio e harmonia com a Natureza, em perfeita comunhão com as transformações energéticas das estações do ano. https://metronews.pt/2023/06/12/verao-2023-celebracao-do-solsticio-em-chas-foz-coa/
Foz Côa: Solstício de Verão assinalado com cerimónia mística Lusa21 de Junho de 2005, 11:19Foz Côa: Solstício de Verão assinalado com cerimónia mística Ao fim da tarde, os participantes na acção podem testemunhar a "passagem dos raios solares sobre o eixo da Pedra do Solstício", numa recriação de um altar de culto solar, disse o jornalista Jorge Trabulo Marques, autor da iniciativa. https://www.publico.pt/2005/06/21/local/noticia/foz-coa-solsticio-de-verao-assinalado-com-cerimonia-mistica-1226357
Ciências Humanas e Sociais Solstício do Verão vai ser celebrado no Monte dos Tambores, aldeia das Chãs, em Vila Nova Foz Côa (dia 21 de Junho, às 20h.)
Ciências Humanas e Sociais Solstício do Verão vai ser celebrado no Monte dos Tambores, aldeia das Chãs, em Vila Nova Foz Côa (dia 21 de Junho, às 20h.)
Gaiteiros, tambores e rituais assinalam Solstício do Verão na Pedra do Sol Vila Nova de Foz Côa, Guarda, 17 jun (Lusa) -- O Solstício do Verão vai ser celebrado na próxima segunda feira ao pôr-do-sol, entre as 20:00 e as 20:45, num antigo altar de pedra em Chãs, concelho de Vila Nova de Foz Côa.
Pelas 18:30, um cortejo alegórico partirá, com várias personagens, em representação dos antigos sacerdotes druidas, do adro da aldeia, até ao local das celebrações, ao som de gaiteiros de Miranda - Anda Camino.
Jorge Trabulo Marques - Coordenador e dinamizador do evento, desde há mais de duas décadas
Solstício do Verão 21 de Junho 2026 - A celebrar em Chãs, de Foz Côa, 18.30 h - 20 h45 no Stonehenge Português, um dos alinhamentos sagrados ali existentes - Calendários solares alinhados com o nascer ou pôr-do-sol do 1º dia dos ciclos das estações do ano - os Solstícios e Equinócios - Vivendo momentos de grande alegria e espiritualidade. que nos fazem recordar ou transportar à incomparável beleza e monumentalidade da herança megalítica das sociedades neolíticas, harmonizadas às festividades dos ciclos astronómicos, com a agricultura e a fertilidade
O Solstício de Verão 2026, o dia mais longo do ano para o Hemisfério Norte, o tão desejado, vai ser celebrado a partir das 18 h 30, desde o adro da igreja da aldeia em direção aos monumentais calendários pré-históricos, com o tradicional cortejo celta, composto por personagens envergando túnicas brancas, representando o papel dos lendários sacerdotes druidas, lembrando os seus antigos rituais ou tradições
Pudendo, não deixe de se associar a celebração do inicio da estação associada aos dias de descontração no campo florestado ou nas praias marítimas ou insulares, aos dias longos sim, a ,esta maravilha megalítica alinhada com os raios solares da despedida do dia maior do ano no Hemisfério Noite -
Se tocar algum instrumento musical, dar-nos-ia também muito prazer ouvi-lo tocar ou quem gostasse ou pudesse convidar - Pois, desta vez, ainda não temos assegurada, em definitivo, que a esta nossa saudação à chegada da tão desejada estação, possa ser também abrilhantada musicalmente, senão pelo culminar da despedida de um esplendoroso pôr-do-sol, se as condições atmosféricas o permitirem, espalhando seus raios doirados em perfeito alinhamento sagrado com tão majestoso e antiquíssimo templo megalítico.
Como já vai sendo habitual, o convite é dirigido não só à população da aldeia, do concelho e da região, mas também a estudiosos, investigadores, aos adoradores do sol e a todos aqueles que se interessem em aprofundar o passado histórico e cultural destas terras, em celebrar os ciclos da natureza, as tradições e os seus cultos ancestrais.
A extraordinária imagem, configurando uma gigantesca esfera terrestre ou a esplendorosa configuração de um enorme globo solar projetando os seus dourados raios, a poente, foi por mim registada, e pela primeira vez, cerca das 20.45 horas do dia 21 de Junho de 2003
Observado pela face voltada a norte, faz-nos lembrar um busto feminino, com orelha e nariz apontado a poente. Do lado oposto, um perfil de cariz masculino.
Trata-se. vom efeito, de um imponente bloco granítico de forma arredondada, com três metros de diâmetro e a configuração do globo solar e da esfera celeste, que se supõe ter sido posto de observação astronómico e local de culto por antigos povos que habitaram a área -Desde o neolítico e calcolítico, civilizações de que existem abundantes vestígios - Porém, observado de perfil voltado a ponte, o referido monumento assume a estranha forma de um curioso busto humano.
De referir que existem vários destes alinhamentos, inseridos no âmbito da Arqueoastronomia, que " é o estudo da astronomia praticada por povos pré-históricos, por meio dos seus monumentos construídos pela observação dos astros que deu início à organização dos ciclos e contagem do tempo. Estuda os sítios arqueológicos onde existem construções de interesse da astrologia que foram posicionados usando-se conhecimentos de astronomia entre eles Stonehenge e a posição de algumas esculturas de barro como as pirâmides".
O sol, ao pôr-se a vários quilómetros no horizonte - na margem oposta ao vale, sobranceiro ao monte dos Tambores, estende os seus raios em perfeito alinhamento com a crista de uma gigantesca estrutura megalítica e no mesmo enfiamento de um pequeno círculo cavaco na rocha, proporcionando uma imagem de raro esplendor e signifi
A cerimónia decorre no lugar de Quebradas-Tambores, num planalto sobre o Vale da Ribeira de Piscos, em cujo curso se situam alguns dos principais núcleos de gravuras rupestres classificados como Património da Humanidade
Alinhamento sagrado com os Equinócios da Primavera e do Outono
MARAVILHA DE UM PORTUGAL DE MISTÉRIOS E DE VALIOSA HERANÇA ANCESTRAL- É umas das enormes pedras que os povos da pré-história terão erguido para celebrar o dia maior do ano, cultuar os seus deuses, num dos cruzamentos ou veios da Terra, que os radiestesistas classificam de pontos nodais, com propriedades telúricas, energéticas ou talvez mesmo curativas.
“NO GRAU ZERO DA CIVILIZAÇÃO”Vergílio Correia – Conta Corrente - 1990
Frente ao antigo Castro do Curral da Pedra
“Estamos no grau zero de uma civilização e não há absolutamente nada visível para além de nós próprios. Nenhuma causa se pode inventar para se morrer por ela, como foi sempre grande sonho do homem. É o vazio do irrespirável e temos que o respirar. Todos os mitos se dissiparam e nada hoje em nós segregar um novo. Estamos no grau zero . E só em nós próprios podemos inventar o calor que nos reanima. 10 de Sete – Vergílio Correia – Conta Corrente - 1990 – E ainda a procissão ia no adro
VÁRIOS INVESTIGADORES TÊM-SE DESLOCADO PROPOSITADAMENTE AO LOCAL, ASSISTIDO ÀS CELEBRAÇÕES E PRESTADO OS SEUS CONTRIBUTOS CIENTÍFICOS
Tom Graves, o autor “Agulhas de Pedra, A Acupunctura, da Terra”, que se tem notabilizado pela publicação de obras que procuram dar respostas e abrir novos caminhos para a investigação no campo da radiestesia aplicada à arqueologia, veio da Austrália para ali fazer os seus estudos - O conceituado escritor inglês defende que os lugares sagrados não foram escolhidos, pelos antigos povos, por obra do acaso. Concluiu que são centros para os quais muitas das linhas de água convergem umas com as outras e também com os centros padrões de linhas acima do solo, à semelhança do que acontece com as artérias do corpo humano
A freguesia de Chãs, tal como o nome indica, deriva de chã, povoado plano situado no topo de um monte - E assim terá sido esta a localização das primeiras casas que lhe deram o nome, erguidas nos pontos de confluência de vários caminhos romanos, que, surgindo, em pequenas quintas dispersas pelas partes mais férteis dos vales e áreas mais planas dos vários requebros e quebradas, onde se vai perder um dos extremos da meseta ibérica, com o decorrer do tempo se foram aglutinando e aproximando, formando um único povoado, denominado Chãs.
Não esquecendo, Tom Graves, autor do livro Acupunctura da Terra e Adriano Vasco Rodrigues - quem primeiro se debruçou sobre a importância do Santuário Rupestre da Pedra da cabeleira de Nª Srª, bem como a Sá Coixão - a que o nosso concelho deve o levantamento da carta arqueológico dos principais sítios de reconhecido interesse, bem como importantes escavações.
Mas também outros especialistas, de reconhecido mérito e prestígio, ali estiveram. Refiro-me ao astrónomo Máximo Ferreira ao sociólogo, Moisés Espírito Santo. Cujas observações, no plano interpretativo da toponímia da área, nos disponibilizou
Para bem da existência humana, o nosso planeta é contemplado com muitos desses privilegiados lugares, onde, dir-se-ia, até as pedras falam, e através delas se pode escutar a voz de Deus!
Nos dias de hoje, para muita gente, talvez já não seja fácil tal perceção, porém, no passado, quando os homens viviam em estreita ligação com a Natureza, de que dependia a sua própria sobrevivência, eles compreendiam o maravilhoso, e sabiam-no interpretar, muito bem.
Penso que foi o que nestes amplos e maravilhosos espaços, teriam feito os antigos povos, que aqui se fixaram, ao tirarem partido da enorme riqueza e fertilidade do magnífico vale, sobranceiro, escolhendo a fabulosa fortaleza granítica, que aqui se ergue, aproveitando-se dos seus abrigos naturais , das suas cavernas e de outros sítios privilegiados, sepultando ali os seus mortos, e cultuando e adorando os seus deuses.
Desde o neolítico a outros períodos posteriores e ocupações, nomeadamente, pelos tão lendários celtas e cétiberos, sim, pelos tais famosos povos dos vasos e dos mágicos bosques, que também por ali andaram nos tempos em que aquelas fragas se florestavam de carrascos, sobreiros e carvalhos, e, por isso, se acredita que ali teriam exercido os seus ritos, nomeadamente ao Deus Sol: com festividades que coincidiriam com as mudanças ocorridas na natureza, exteriorizando, assim, o seu forte enraizamento às suas tradições campestres e à terra, ao ambiente que os rodeava e às suas crenças, neste caso com a data em que o Deus Sol atinge o seu máximo esplendor, as flores vão ao rubro com as suas cores; em que em todos e em tudo se expande de alegria, plenitude, fertilidade e abundância
A participação de Dom Manuel dos Santos, Bispo da Diocese de S. Tomé e Príncipe, na celebração do Equinócio do Outono, na manhã de 23 de Setembro 2015, junto ao altar da Pedra da Cabeleira de Nª Srª, embora norteada por espírito académico ou curiosidade científica, sim, sendo ele possuidor de elevada formação religiosa mas também de fina sensibilidade poética, multirracial e multicultural, é, indubitavelmente, um magnífico exemplo de coragem e de tolerância pelo respeito e defesa dos valores patrimoniais da nossa mais recuada ancestralidade, quer de matriz mística, cultural ou histórica. https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2015/09/equinocio-do-outono-2015-chas-foz-coa.html
Espantoso achado, encontrado nos Tambores – pelo autor deste blogue – Denota faltar-lhe uma parte e a ponta -
“Na anta da Cunha·Baixa (Mangualde), a que me referi a cima, Pág.71, encontrei um objecto de granito, com a conformação indicada na figura 73: o objecto tem de comprimento 1m,20 e de maior largura om,20, apresentando ao longo uma serie de sulcos feitos com toda a regularidade; estava deitado à entrada da camara. Não me parece fácil determinar precisamente o uso d'este objecto. Nunca vi outro igual, conquanto tenha encontrado dentro das antas pedras mais ou menos compridas e irregulares, que talvez lá não fossem postas sem especial intuito I. Num livro do sr. Joly s vem o desenho de um objecto que represento na fig. 74, o qual não deixa de ter alguma parecença com o de cima, embora talvez seja muito menor, e de outra substância; o A. denomina-o registre-se de comptes, Inclino-me a crer que o objecto Cunha-Baixa representa um troféu, designado os sulcos
No princípio, criou Deus os céus e a terra. A terra, porém, estava sem forma e vazia; havia trevas sobre a face do abismo, e o Espírito de Deus pairava por sobre a águas
“Dias virão em que não ficará pedra sobre pedra” – Disse Cristo, aos apóstolos
O PODER DAS ARMAS
NUCLEARES É VERDADEIRAMENTE DEVASTADOR E MORTIFERO – Todavia, a insensatez do homem atual, faz desfilar em grandes paradas, exibindo-as como meros brinquedos de humanos crescidos – Que pasmam o olhar mas que dão profundamente que pensar a quem as olha seriamente e com preocupação.
Claro que não vão apodrecer indefinidamente nos seus paióis: um dia cumprirão a função cruel e odiosa por que foram concebidas – Mesmo assim, não será o fim … Pois este será apenas um episódio na longa jornada civilizacional humana - Dias virão, em que, das cinzas e dos poucos que sobreviverão, se empreenderá outra caminhada e se levantarão outras espécies e outros seres. – A imagem da explosão atómica, que aqui lhe apresento, faz parte de um conjunto de diapositivos, que me foram oferecidos por António Lima de Paiva, antigo legionário português (uma das quais publicadas, sob minha autorização no semanário Expresso, Nº1194 ), Não fui o autor sequência que foi fotografada, a escassa distância e fora do abrigo, mas fazem parte do meu vasto espólio fotográfico, tendo autorizado a sua publicação no sumário Expresso, creio que nos finais da década de 80
DP – 21-5-77 - NA PEUGADA DO MUNDO DO PÓS-HOMEM - O PERÍODO DE VIDA PODERÁ DUPLICAR OU TRIPLICAR
Por Jorge Trabulo Marques
Pelas leis naturais do princípio evolucionário, que de modo algum penso ter esgotado todos os seus infindáveis recursos para a cedência e inspiração de novos valores e artificialismos no capítulo das espécies vivas, é mais que evidente e logicamente admissível que a passagem de ser humano para outro ser qualquer se irá consumar com incrível progressividade no seu imparável percurso pelos tempos vindouros
Não alimento a menor incerteza. Tal facto será inevitável. O ser humano primeiramente começará por ultrapassar a sua inteligência. Daí em diante desenvolverá exordiaria força torça produzida pela sua mente, cuja energia libertada e concentrada pela atenção poderá vir a atingir poderes com uma capacidade mais poderosa que qualquer das bombas atómicas que se constroem actualmente. Ou não será através da sua mente que as mesmas são concebidas e construídas? E, pela ordem natural das coisas, o progenitor e artificiador de determinada coisa ou objecto é sempre superior a essas criações. Inclusivamente, além de lhe saber dar o destino que melhor entender, mesmo que se trate de um engenho explosivo, pode despoletá-lo. Ora o engenho por si não o pode fazer. Claro que até pode servir para a autodestruição da mente que o imaginou. Bem, mas até isso ainda dependerá do seu querer.