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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Vitória de Lula da Silva -Saudada na Acampada do Rossio – Centenas de manifestantes unidos contra o fascismo, , celebraram a vitória de Lula da Silva nas eleições presidenciais brasileiras, unindo portugueses e brasileiros e outras nacionalidades

Jorge Trabulo Maques - Jornalista

                              Depois da uma da noite a Praça do Rossio passou a  ficar vazia e marcada nova                                          manifestação para a Praça da Justiça, na segunda-feira

Vitória de Lula da Silva  -Saudada na Acampada do Rossio –

Centenas de manifestantes unidos contra o fascismo, , celebra
ram a vitória de Lula da Silva nas eleições presidenciais brasileiras, unindo portugueses e brasileiros  e outras nacionalidades 

Na noite de domingo, até desmobilizarem e programarem contestação para o campus de Justiça, nesta segunda-feira, dia 26,  a  vitória de Lula da Silva foi acompanhada com atenção pelos manifestantes no Rossio, com muitos telemóveis conectados nos resultados eleitorais.

Olá! Olé ! É Lula" Além da  canção de "Grândola Vila Morena" 

Coros entoados  logo que a Vitória foi conhecida  - Considerando que "É uma vitória contra Trump, contra o imperialismo dos Estados Unidos – Este um dos aspetos sublinhados por manifestantes

 A manifestação decorreu alegre e pacificamente, os participantes desmobilizaram depois da ,meia-noite com a promessa de continuarem a luta também noutros locais da cidade    

Lula da Silva foi reeleito pelos brasileiros para um quarto mandato  

 António José Seguro felicitou Lula pela reeleição e defende reforço da cooperação entre Portugal e Brasil pela paz e direitos humanos 


Se a lei do Novo Regime do Arrendamento Urbano, conhecida por “Lei Cristas”, é desequilibrada a favor dos senhorios, a recente Lei das Rendas, aprovada no Parlamento, deve designar-se por “Lei dos Despejos”..

O direito de reunião e manifestação deve ser respeitado e não reprimido pela força - Dois exemplos a condenar: A manifestação é o direito de os cidadãos se reunirem livremente e de se manifestarem, de forma pacífica e sem armas, sem necessidade de autorização prévia, embora o seu exercício esteja sujeito a alguns limites e condições previstos na lei. 



A Manifestaçao dos Secos e Molhados, ocorreu na Paraça do Comércio, em Lisboa,  em 21 de abril de 1989 e foi marcado por um momento inédito em Portugal — polícias a reprimir outros polícias. O Corpo de Intervenção foi ordenado a avançar contra os manifestantes (que incluíam homens, mulheres e idosos), utilizando bastonadas, escudos, granadas lacrimogéneas, cães e canhões de água 

 A carga policial contra a acampada em Lisboa e no Porto faz vários feridos. Ocorreu  no dia 24 de Outubro 2026 - Há registos de vários detidos e feridos em Lisboa e no Porto. Ouviram-se gritos de “cheira a ditadura” quando as unidades especiais da Polícia de Segurança Pública (PSP) desferiram bastonadas sobre os manifestantes em Lisboa e no Porto. As autoridades levaram a cabo uma operação simultânea de desmobilização das acampadas montadas na Praça do Ros

Não esquecer - Manifestação de militares da GNR em 2012

 
Abril 2013- A Praça dos Restauradores foi pequena para os cerca de dois mil militares da GNR  -Vieram de todos os pontos do país para manifestarem a sua indignação Apesar da chuva torrencial, cerraram fileiras e foram mostrar publicamente ao Governo o seu descontentamento pelas drásticas medidas de austeridade, que os atingem, enquanto que os oficiais superiores, esses, escandalosamente benificiados. A manifestação ocorreu no Governo   de Passos Coelho, Paulo Portas, Relvas e Gaspar - e os seus ministros - Ainda se ao menos tivessem a conduta Salazarista, que lá tinha os seus princípios e o seu  ideário, mas nem isso têm:  - Não passam de um grupelho de oportunistas  e aproveitadores




sábado, 24 de outubro de 2026

São Tomé - Sem água potável? - Entre secas e inundações Como vedor digo que é mais por nigligência, desflorestação e agressões ao meio ambiente - Nem sequer se dão passos para assegurar água às populações ? Pois emgarrafada não falta a quem a possa comprar e também não faltam nascentes e ribeiras a desaguar no mar.

Jorge Trabulo Marques

São Tomé - Sem água potável? - Entre secas e inundações Como vedor digo que é mais por nigligência, desflorestação e agressões ao meio ambiente - Nem sequer se dão passos para assegurar água às populações ? Pois emgarrafada não falta a quem a possa comprar   e também não faltam nascentes e ribeiras a desaguar no mar. 

Meu diagnóstico de vedor 

São Toémé volta a ser noticia de que "os reservatórios de água potável que são alimentados pelas nascentes estão praticamente secos - Situação a provocar  crise no fornecimento aos bairros residenciais do país.Ao menos saibam armazenar a água e aproveitar as nascentes, numa ilha onde correm tantas ribeiras

São Tomé e Príncipe - Ambas as ilhas passaram a ter o estatuto de Reserva Mundial da Biosfera,  pela UNESCO - Mas, pelos vistos, a distinção deixa mais dúvidas de que certezas quanto à defesa do meio ambiente



Os apoios são importantes, desde que bem utlizados. Mas não é isso que tem acontecido. A juventude continua abandonar o pais e, Portugal, continua a ser o maior destino. E os que ficam, debatem-se com as maiores dificuldade, sem perspetivas de futuro.
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                          ABATE INDISCRIMINADO NA DESFLORESTÃO 

É dito que a crise no fornecimento de água em São Tomé e Príncipe está relacionada com as alterações climáticas a nivel global, sim: mas, sobretudo, pelo incúria e a desenfreadada desflorestaçao e a desgovernação   

O abate indiscriminado de árvores nativas por outras plantações em São Tomé - nomeadamente ao sul, na área vizinha do Pico Cão Grande  - continua a ameaçar o ambiente, facto que preocupa algumas organizações não-governamentais, como é o caso da Zatona-Adil, que já lançou vários alertas

Confrontado com críticas e protestos das populações por causa do corte no fornecimento de água, o departamento da EMAE responsável pela distribuição do líquido precioso decidiu abrir as portas dos depósitos de água para o público constatar a situação. O primeiro reservatório visitado foi o de Água Moreira IV localizado na entrada de Diogo Simão. Estava completamente vazio.

Vila Malanza, em São Tomé e Princípe, sofreu um forte impacto com as mudanças climáticas, ficando vulnerável à chuva e à consequente subida das águas. nda diques para evitar inundações provocadas pelo rio

SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - UM PAÍS POBRE E DESCAPITALIZADO –  .

De facto, embora as belezas naturais de S. Tomé e Príncipe, sejam verdadeiramente surpreendentes,  bem como a fertilidade dos solos, nem  por isso  as condições de vida das populações têm progredido. 



A vida do dia a dia do “Povo Pequeno” de S. Tomé e Príncipe” já conheceu melhores dias: mesmo para quem tem de se conformar com um miserável ordena ordenado mínimo, arranjar meios para  garantir o sustento  é um tremendo calvário! Que só quem tem de arrostar com essa pesada  cruz, é que poderá compreender o que é esse tão penoso sacrifício diário.: ”Temos  empresários descapitalizados; temos médicos descapitalizados!... As pessoas não têm dinheiro!... Nós sabemos que todos os países atravessam uma situação de crise mas nós estamos numa situação péssima!!...  Essa crise não tem limite em S. Tomé e Príncipe?!...  As pessoas não estão a morrer na rua por ser um pais agrícola! – Desabafo de um dos deputados da oposição”, Até porque, como dizia outro deputado: “Hoje o Governo tem a mão de tudo! Até dos Tribunais!”- Passou-se no Governo de Patrice Trovoda e continua a suceder


sexta-feira, 23 de outubro de 2026

23-10-1975 - 3º Dia de um náufrago no Golfo da Guiné Mas os que andam ao deus dará nas cidades sem terem um teto onde dormirem" não me ficam atrás



Tenho a sensação de que não pertenço ao mundo donde vim: reconheço-me um excluído, um inútil - talvez o único elo . em que nele me reveja, seja  apenas o sentimento dos que sofrem a desesperança de nada terem. 

23-10-1975 3º Dia de um náufrago no Golfo da Guiné Mas os que "andam ao deus dará nas cidades sem terem um teto onde dormirem" não ficam atrás. Depois de assolado por violento tornado- Passei uma noite dificílima! tirando água permanentemente desta embarcação, que já não é uma canoa!... É uma banheira!...Tenho a sensação de que não pertenço ao mundo donde vim: reconheço-me um excluído, um inútil - talvez o único elo . em que nele me reveja, seja apenas o sentimento dos que sofrem a desesperança de nada terem senão o de vaguearem estendendo a mão à esmola e pernoitarem ao relento

Jorge Trabulo Marques  - Tenciono recordar.-lhe apenas algumas páginas dos meus atribulados 38 dias. Mas não todos os dias. Já editei várias neste blogue em Outubro e Novembro de 2019  Pois, sendo jornalista,  não quero servir-me deste espaço, unicamente para uso da minha vida pessoal . Eu resisti e estou vivo, graças a Deus. Mas, nos dias que correm, há muita gente que está vivendo uma odisseia pior de que a minha. Poderei vir a editar mais alguns textos sobre esta minha dramática experiência mas não com carácter regular. Meu Bem-haja pela sua atenção

Manhã parda e brumosa. Aguaceiros a pairar por tudo quanto é vastidão... O céu um espesso manto acinzentado!.. A incerteza a ganhar foros de domínio sobre a esperança. E a angústia a minar-me à alma.  Momento grave .De profundo vazio. Em que até o próprio Universo se me afigura morto, decompondo-se das suas formas, ante os poderes supremos dos elementos destruidores. 

Mais uma noite que não me dera descanso: chuva e vento. Praticamente desde que as trevas cobriram o mar. 


Procurei proteger-me com uma capa e uns plásticos, mas de pouco me serviu. A água caia-me de todos os lados. Se não era a que vinha do alto, era a que a franja das vagas se fazia saltar a cada instante. Depressa a canoa se transformou num autêntico charco. 


E então que dizer de mim?...Foi horrível!  Uma vez mais uma noite angustiante e horrível!  Aliás, as palavras que verti para o meu diário gravado,  não o desmentem. 

Diário - É já manhã do terceiro dia que me encontro sozinho, neste vasto Golfo da Guiné. 

Só vejo céu e mar!...Este mar escuro! De um azul profundo, escuro! Mais nada!...De vez em quando uma ou outra ave na procura de algum peixe. 

Passei uma noite dificílima! tirando agua permanentemente desta embarcação, que já não é uma canoa!... É uma banheira!...


Água por todos os lados! Estou completamente molhado. Encontro-me náufrago! Não tenho domínio na minha canoa! Perdi o leme. Algumas coisas também...  Até agora tenho mantido a serenidade, tenho-me quedado num autêntico mutismo...Não tenho dito palavras nenhumas, mas ao mesmo tempo tenho a sensação de que tudo aqui tem vida!...E que falo...Falo com tudo o que me rodeia na minha canoa. . . Todas as coisas que aqui tenho, tem formas de gente! de pessoas...Mas não falo.. 

 À força de contemplar o que me rodeava e os parcos objectos que me restavam na canoa, parecia-me encontrar em cada um deles um certo carácter, algo muito humano, uma certa fisionomia ou cumplicidade com o meu sofrimento. 

 Imagem da minha largada das Neves para a Baía Ana Chaves, S.Tomé - Sabia que me ia expor a enormes riscos   - e já os tinha vivido em anteriores travessias de S. Tomé ao Principe e de S. Tomé à Nigéria - mas estes pareciam-me prolongar-se por eternidades  

À força de contemplar o que me rodeava e os parcos objectos que me restavam na canoa, parecia-me encontrar em cada um deles um certo carácter, algo muito humano, uma certa fisionomia ou cumplicidade com o meu sofrimento. 

E,  às vezes, era tal a empatia que me dava vontade de me abrir ao meu silêncio e desabafar o que me ia na alma.  Na realidade, nada ali podia ter formas humanas, naquele deserto unicamente povoado de mar; o que eu desabafava para o meu gravador era tão só o excesso do meu silêncio: em que interiormente me escudava e da erma e estranha paisagem em torno de mim.

Diário - "Há um silêncio ameaçador!...Umas vezes há um silêncio. . .Outras vezes há vozes…que eu ouço não sei donde! . . .Nesta imensidão que existe em meu redor!...0 mar. o azul e o céu! 

Mas por que é que estou aqui?...  Afinal, porque?... Aqui?.. Afinal porque?... 

 Eu já não sei porque!... Por que o destino quis?!... Por que eu quis?!...Não sei...Há de ser o que o destino  quiser!...

 Sim, sentia-me demasiado insignificante perante tamanha grandeza, e, por isso desprovido dos meios mais elementares para a poder vencer, via-me assim como que entregue  às  mãos de um destino incerto.  Pois que segurança, que tranquilidade me poderia oferecer um simples pau escavado atirado para ali de qualquer modo à brutalidade das ondas?... Nenhuma. Absolutamente nenhuma. 

Respostas para todas as minhas dúvidas, por enquanto, ainda as não tinha. 

Entender a razão na sua amplitude real, porque ali me encontrava perdido, porque tao repentinamente me havia transformado naquela miséria ,eu que deixara a linda Ilha de São Tome, com tanta confiança, para já era ainda muito cedo para responder a tantas interrogações. Digamos, tudo se afigurava muito nubloso para o espírito. 

A surpresa fora demasiado grande. Além disso, assaltava-me, a todo o momento, aquilo a que vulgarmente os marinheiros chamam a angústia do material. A angústia e o receio de que a minha canoa não resistisse aos constantes embates das águas.

 E, se por um lado, subsistiam tais inquietações, quanto a fragilidade da minha embarcação ,por outro - e este talvez o pior aspeto - era a sensação de impotência para a Governar, ante aquele mar bravio. 

Até a chuva .A própria chuva não parava. 

 Aliás, estava-se no tempo dela: um período que naquelas latitudes se prolonga por nove meses. E em que os tao conhecidos tornados se podem desencadear a qualquer momento.

 De resto, naqueles mares equatoriais, o tempo e mesmo assim: chuvadas, tornados, calmarias entrecortadas com tempestades ou agueceiros. Dificilmente, passa um dia, que não se verifiquem as condições atmosféricas mais bruscas e variáveis. 

A canoa ia, por isso, transformada num charco. 

Primeiro, fora a chuva diluviana da noite tempestuosa, que não parara no dia seguinte, nem na noite que lhe sucedeu. Agora, ao terceiro dia, tanto de manhã, como durante a tarde, era praticamente à copia fiel de um tempo agitado e cinzento que não me dava um minuto de descanso. 

Por isso, os banhos inoportunos por sobre a minha roupa, por sobre o meu corpo, eram uma constante, que fisicamente me desgastavam e, em consequência, me causavam um permanente mal-estar, as vezes muito próximo do desanimo. 

Que imagem, então a minha, meu Deus!...E como todas as minhas coisas andavam por ali mo deus dará, sobre o fundo daquele tronco escavado! ...É donde até exalava um cheiro  fétido devido a frutos já apodrecidos e a odores do meu corpo Que, por causa da humidade e da água salgada, se ia cobrindo de chagas nalgumas partes. 

Ah!...Não o esqueço!...Não esqueço tais horas infinitas! 

Dário – “Na minha canoa reina o caos...eu sou o caos!  Não sou ninguém, não sou nada! ...Absolutamente nada!...E,como tal não me devo preocupar com coisa alguma... 

Vejo apenas uma imensidão de água! Uma vastidão de oceano…Vejo toda esta força quase que a tentar tragar-me, engolir-me! No entanto, este nada! este ninguém! mantém-se aqui nesta fragilidade!.. Que ameaça ser engolida todo o momento!... 

quinta-feira, 22 de outubro de 2026

São Tomé e Príncipe - Ilhas de praias únicas no Mundo - Nas areias do Club Santana, Beach Resort existe um últimos paraísos terrestres Diz Jacques Texier, engenheiro de petróleo, em Angola e antigo oficial da força área francesa, responsável pela sua gestão


                       Jorge Trabulo Marques - Jornalista  Dinamizador Cultural


São Tomé  e Príncipe - Ilhas de praias únicas no Mundo -  Nas areias do Club Santana, Beach Resort existe um  últimos paraísos terrestres Diz Jacques Texier, engenheiro de petróleo, em Angola e antigo oficial da força área francesa, responsável pela sua gestão 





As Ilhas Verdes do Equador, já classificadas, como os  20 melhores lugares para visitar em 2020. poderão ser a  Terra Prometida para o turismo que queira isolar-se da confusão e ou do bolicio que vai prevalecendo e se espalhando pelo mundo
.



 Tal como foi tornado público, as luxuriantes e equatoriais ilhas de São Tomé e Principe,  seduzem os roteiros turísticos, que procuram lugares exóticos e ainda não conspurcadados pela  massificação global, turística  e económica.

No entanto, somos de opinião que "o enriquecimento de divisas, deverá incidir, sobretudo, no desenvolvimento e exportação dos seus produtos naturais e  não esperar que sejam apenas as  divisas que entram nos cofres dos hotéis, agências e transportadoras aéreas, as beneficiadas, mais das vezes, escapando-se aos impostos. 

Mas é desejável que haja todo o cuidado para evitar que, o aparentemente el-dourado  turístico, que as suas maiores atrações, se transformem numa arma de dois gumes:  pervertendo  os seus costumes, descaraterizando, o seu património arquitetónico tradicional e agravando o custo de vida da maioria das populações.


A vida em São Tomé e Príncipe corre muito devagar – “móli-móli!  léve-léve! - Até porque há tantas horas de luz como da noite, há tempo de sobra para tudo. O sol nasce cedinho – Por exemplo, durante o mês de março, o nascer do sol oscilou  entre as 05.36 – 05.40 e o pôr entre as 17.45 – 17.48.  A quem desembarcar no aeroporto da cidade de São Tomé, depara-se-lhe como que um cenário de beleza e tranquilidade, fora deste mundo.

As imagens, que aqui editamos, e algumas delas no video, foram registadas, em Fevereiro de 2016, na visita que ali fez o Primeiro-ministro de Cabo Verde, José Maria Neves, acompanhado pelo seu homólogo, Patrice Trovoada, depois de ter sido recebido pelo Presidente da República, Manuel Pinto da Costa,  que ali obsequiou o governante cabo-verdiano, com um almoço

A Ilha de São Tomé,  na opinião de Jacques Texier, engenheiro de petróleo, em Angola e antigo oficial da força área francesa considerado,   é  considerado “Um dos últimos paraísos do mundo, que ninguém sabe onde é” – Diz o antigo  engenheiro de petróleo, em Angola e ex-oficial da força área francesa – Cérebro da mais bela e harmoniosa unidade turística das ilhas Verdes 

 Jacques Texier, um antigo oficial da Força Aérea Francesa, que, embora considere a França “o país mais bonito do mundo”, se deixou seduzir pelo exotismo encantador de África: - 34 anos em Angola, como engenheiro de exploração petrolífera, e, desde 1988, data em que veio para fundar o Club de Santana, repartindo o seu tempo, ora lá, ora cá, ora regressando a Luanda, onde é Vice-Presidente do Concelho de Administração de importante empresa, ora voltando a S. Tomé, para de novo se deleitar num dos mais surpreendentes recantos na já de si paradísica Ilha Verde do Equador 

Sim, e aqui gerir e pernoitar numa das típicas “cabanas” (das três dezenas de bungalows) que  se confundem no verde luxuriante da floresta,  unidade turística , sobranceira a um extenso mar azul, sobre o qual o conjunto de sedutoras habitações, vai descair suavemente para uma magnifica baía, também ela, outro sonho de verdejantes coqueiros,  que pendem e bordejam uma  praia de areias douradas e suaves, na qual se estende, até aos confins do horizonte, a imensa superfície de um mar de águas quentes, límpidas e tranquilas

LUGAR IDÍLICO QUE PARA SER DESFRUTADO, TEM O SEU PREÇO…

É um destino turístico dos mais belos e acolhedores de S. Tomé –  Claro, que é não é para todas as bolsas – Mas, enfim, para quem o puder fazer e queira passar alguns dias de sonho – ou viver a sua lua de mel – não há outro sítio, mais maravilhoso e sedutor,  como este! – Onde tudo parece enquadrar-se numa perfeita hormonia, de sossego e beleza – Até mesmo com a faina dos pescadores, que, um pouco mais à frente da baía, das piscinas e bares, fazem a sua vida normalíssima.


Pudemos ter o prazer de ali desfrutar, uns agradáveis e belos momentos, não na condição de cliente mas na qualidade de jornalista  que acompanhava a comitiva do  último da visita do Primeiro-Ministro de Cabo Verde, José Maria Neves,  a S. Tomé e Príncipe, e que ali foi obsequiado com um almoço oferecido pelo Primeiro-Ministro, Patrice Trovoada – Sem dúvida, num dos mais atraentes e belos empreendimentos turísticos destas Ilhas.

"CLUB SANTANA - UM PARAÍSO À SUA ESPERA  - SEJA BEM-VINDO


Esta é a a explicação e a sudação, que se pode ler, no portal da Internet, do Club Santana - Um paraíso à sua espera -  Situado em Santana, Cantagalo, a 15 km da cidade de S. Tomé, o resort está inserido numa propriedade de Vegetação luxuriante rodeada pela floresta equatorial e integra 31 bungalows com vista sobre o mar. Possui praia privativa e uma variedade de produtos e serviços de qualidade que vão ao encontro de motivações e necessidades distintas - negócios, lazer, praia, natureza…
O Club Santana é o local ideal para recolhimento e privacidade estando, contudo, suficientemente perto da Capital e consequente conveniência dos serviços aí disponíveis. Venha conhecer-nos!"



O QUE DIZ QUEM LÁ ESTEVE


"Club fantástico, muito bem enquadrado com a natureza. Um serviço e atenção da equipa de gestão 5 estrelas. Vale bem a pena usufruir da piscina junto á praia ou ficarmos apenas na varanda do bungalow e admirar as vistas..."

"Um verdadeiro paraíso! Resort muito bem enquadrado na natureza e com jardins maravilhosamente cuidados. O acolhimento é de grande profissionalismo e simultaneamente acolhedor. Os bungalows são ótimos. A praia muito sossegada e a nova piscina uma verdadeira maravilha. Os preços são bons em relação à qualidade que apresenta. A não perder os passeios de barco e o mergulho submarino! Club Santana, Beach Resort