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domingo, 12 de julho de 2026

51º aniversário de São Tomé e Príncipe De Parabéns! Há 51 anos nascia uma nação e um tempo novo – Meus votos de que este dia seja coroado de algria e possa trazer as melhores prosporidades ao povo pacifico e hospitaleiro das Ilhas Verdes do Equador

Jorge Trabulo Marques - Jornalista

51º aniversário de São Tomé e Príncipe De Parabéns!  Há 51 anos  nascia  uma  nação e um tempo novo  – Meus votos de que este dia seja coroado de algria e possa trazer as melhores prosporidades  ao povo pacifico e hospitaleiro das Ilhas Verdes do Equador 

Em 12 de julho de 1975, nascia uma nova nação no coração do Golfo da Guiné. Sobre duas pequenas ilhas de origem vulcânica, moldadas pelo Atlântico e cobertas por uma das mais extraordinárias florestas tropicais do planeta, erguia-se um país chamado São Tomé e Príncipe. Depois de séculos de colonização, um povo inteiro via abrir-se, pela primeira vez, a possibilidade de decidir o seu próprio destino.

O Movimento de Libertação de S. Tomé e Príncipe e o Governo Português acordam em que a independência de S. Tomé e Príncipe seja proclamada em 12 de julho de 1975 e o ato da declaração oficial da independência do Estado de S. Tomé e Príncipe coincidirá com o da investidura dos representantes eleitos do povo de S. Tomé e Príncipe e terá lugar na cidade de S. Tomé, com a presença ou a representação do Presidente da República Portuguesa, para o efeito da assinatura do instrumento solene da transferência total e definitiva da soberania

UM BRINDE A S. TOMÉ E PRÍNCIPE
Presidente Carlos Vila Nova - Quer pacificar a política no seu país - Prometeu unir mais o povo de que dividi-lo . E, pelos vistos, é o que tem procurado fazer depois de ter demitido, Patrice Trovoada. Um conflituoso PM, nascido no Gabão, apontado como autor de sucessivas encenações golpistas do Estado para mandar derrubar e matar adversários políticos e se perpetuar no poder



Pese algumas contrariedades, desilusões ou erros cometidos pelos seus governantes, a generalidade dos santomenses (naturalmente, que incluindo os habitantes da irmã ilha do Príncipe) continuam a fazer do seu 12 de Julho o dia da Grande Festa - Vivido sem constrangimentos ou hesitações, Vivido da forma mais exuberante, porque, esse mesmo Povo, continua também a acreditar que não há dinheiro algum que pague a liberdade, que é, no fundo, a concretização do sonho libertador do 25 de Abril, transformado em liberdade

– O mesmo sonho que libertou o Povo Português do jugo de uma prolongada ditadura de cariz colonial e fascista . – Permitindo que a democracia fosse instaurada e que as suas antigas colónias – neste caso, duas pequenas ilhas, colonizadas ao longo de 500 anos, pudessem ascender à sua independência e comandar os seus próprios destino


Nas comemorações do dia 12 de Julho, em 2015, tive a honra e o prazer de me associar

Manuel Pinto da Costa, cofundador da nacionalidade santomense, o 1º Presidente de STP, afirmava nas cerimónias da Praça da Independência, - 

-Manuel Pinto da Costa - "O mundo mudou e São Tomé e Príncipe soube acompanhar essa mudança e ser pioneiro em África na transição pacífica e tranquila do monopartidarismo"  
Uma das distintas figuras,  com quem tive a honra e a grata satisfação  de dialogar, antes da independência de S. Tomé e Príncipe e de quem, com igual simpatia e cordialidade, me despedi ao deixar esta maravilhosa Ilha para tentar a travessia oceânica, numa frágil piroga, de S. Tomé ao Brasil 

Manuel Pinto da Costa  -Presidente do seu país, de 1975 até 1991 e de 2011 até 2016. - Licenciado em Economia pela Universidade de Berlim-Leste, onde também se doutorou

O cofundador da Nacionalidade Santomense, continua  acreditar  nas potencialidades do seu pais - Reconhece que “São Tomé e Principe tem um enorme desafio,  de um pais no Golfo da Guiné, potencialmente rico , com muitas possibilidades!... Não tem que ter necessariamente petróleo!..Temos uma situação geográfica invejável  no mundo de hoje" - . Palavras da honrosa entrevista que me concedeu, na sua residência. em Maio de 2019



Eu não tenho ambições de liderar nada mas estou disponível a dar o meu contributo naquilo em que possa ser útil. - Primeira parte de uma interessante  e honrosa entrevista que, 
Manuel Pinto da Costa, me concedeu, aquando da minha deslocação a São Tomé,  a convite da Associação de jornalistas de STP, para a participar  no  Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, em 3 de Maio de 2019 .  
https://canoasdomar.blogspot.com/2020/06/manuel-pinto-da-costa-o-ex-presidente.html


JORNALISMO PROFISSÃO DE ALTO RISCO  EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - NO SALAZARISMO  
Os Jornalistas são os primeiros a exporem-se aos perigos e a  sofrerem a ira da intolerância e ódio popular, os bodes-expiatórios das guerras e conflitos . Em S. Tomé, certos colonos, só não me lincharam, talvez por milagre, tendo sido forçado  abandonar a Ilha de canoa  de S. Tomé para a Nigéria, ao longo de 13 dias - Claro que  não foi da população nativa que partiram as agressões e ameaças. Aliás, foi no seio desta que eu fui protegido 


Muitos foram os meus artigos censurados,  devolvidos ao autor, mesmo tendo em conta as loas que obrigatoriamente tinha de   dedicar à propaganda colonial, pois de outro modo era impensável escrever uma linha. Contudo, nem assim logrei captar a confiança do regime ditatorial, ao ponto de me ter sido instaurado um inquérito, que obstou a minha admissão nos quadros do então Emissor Regional de STP, da EN, onde trabalhava como ténico-operador, devido a um artigo por mim publicado na revista Semana Ilustrada.  

Tenho ainda o documento dessa iníquia represália. Cheguei a São Tomé, tal como saí: sem nada nos bolsos.Todavia, possuidor de uma experiência de vida, que não há dinheiro algum que ma pague

sexta-feira, 10 de julho de 2026

S.Tomé e Principe, em festa 11 e 12 O arquipélago das Ilhas Verdes do Equador, tornou-se independente em 12 de julho de 1975


Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

S.Tomé e Principe, em festa 11 e 12.Comemora  os 51 anos de independência - O arquipélago das Ilhas Verdes do Equador, tornou-se independente  em 12 de julho de 1975, sob a bandeira do Movimento de Libertação de São Tomé e Príncipe (MLSTP), após 505 anos sob domínio português.


DESCOBERTAS DAS DUAS ILHAS - No reinado de Afonso V são descobertas duas ilhas de rochas vulcânicas por João de Santarém e Pêro Escobar.

A lha de S. Tomé, assim denominada por ter sido achada no dia 21 de Dezembro de 1470, dia do apóstolo S. Tomé - No mês seguinte, em 17 de Janeiro de 1471, é descoberta a ilha a que denominaram como "Ilha de Santo Antão". Visando incentivar o seu povoamento, em 1502 tornou-se uma donataria, denominada como "Ilha do Príncipe", sendo-lhe introduzida a cultura da cana-de-açúcar.
Fora nomeada ilha do Príncipe por D. João II de Portugal. O rei tanto adorava o seu único filho e herdeiro Afonso, Príncipe de Portugal (1475) que, em sua homenagem, designou como "Príncipe" a ilha mais pequena do arquipélago de São Tomé e Príncipe. Em 1573 a donataria reverteu à posse da Coroa Portuguesa.

Se a descoberta ainda foi feita no reinado de D. Afonso V, o povoamento começou já com D. João II no trono de Portugal, que ali introduziu também o sistema das capitanias. Os donatários das ilhas e vassalos do rei levaram grupos de povoadores constituídos por filhos de judeus, artificies, alguns fidalgos, degredados e escravos negros, importados do continente africano, os únicos que conseguiam adaptar-se ao clima equatorial, húmido e quente. As doenças tropicais dizimaram grande parte dos primeiros colonos.

Com a introdução do cultivo da cana-de-açúcar, a criação de gado e o comércio de escravos, S. Tomé prospera rapidamente tornando-se, no século XVI, o maior exportador de açúcar em África. Alvo de constantes ataques dos navios corsários de franceses e de holandeses, o arquipélago, pela sua posição geográfica, transforma-se num ponto de escala na rota marítima para a Índia e na rota do trafico de escravos entre o continente africano e o Brasil.

"O tchiloli baseia-se num texto escrito por volta de 1540 por Baltazar Dias, um dramaturgo cego, madeirense da escola de Gil Vicente (1465-1536).      Danço- Congo - Dança dramática representada em São Tomé e Príncipe tem uma     origem e surgimento desconhecidos – “é provável que, ao contrário de várias outras manifestações culturais santomenses, não tenha sido trazida de fora ou visivelmente influenciada pelas outras culturas, mas sim, criada pelos ilhéus.” Com o seu caráter original e “foco nos movimentos e falas, nas piadas de bobos, no ritmo dos tambores”,

Danço- Congo - Dança dramática representada em São Tomé e Príncipe tem uma origem e surgimento desconhecidos – “é provável que, ao contrário de várias outras manifestações culturais santomenses, não tenha sido trazida de fora ou visivelmente influenciada pelas outras culturas, mas sim, criada pelos ilhéus.” Com o seu caráter original e “foco nos movimentos e falas, nas piadas de bobos, no ritmo dos tambores”,   "

11 de Julho de 2015 

Meus Parabéns e votos para que sejam vividos momentos felizes e ultrapassadas as crispações partidárias em prol do futuro do pacífico e bom povo são-tomense








NACIONALIZAÇÃO DA ROÇAS

José Freet Lau Chong – As pessoas pensavam que éramos malucos. Mas naquela altura não havia outra saída

António Tomaz Medeiros – “Os santomenses eram bons funcionários, bons escriturários”, mas não tinham experiência nenhuma das roças”
“Vivi com alegria e mágoa: alegria porque, no fundo, era o que eu queria. Mágoa, por não poder estar presente.




40 anos depois da independência - José Freet Lau Chong – “O Resultado poderia ser melhor”  - O então Ministro da Informação, Justiça e Trabalho, e comissário Político, confessa-se um pouco desiludido, com algum individualismo e egoísmo, dos novos tempos; diz que “as pessoas já não se interessam pelo bem-estar do próximo. Quanto ao passado,  reconhece que se cometeram alguns erros, nomeadamente no plano do desenvolvimento económico, e aponta as razões: porque “não tínhamos experiência, dentro da governação, não tínhamos quadros competentes; - por exemplo no domínio da agricultura.  Apesar tudo, houve progressos: primeiro, porque ficámos livres, porque podemos falar e resolver os nossos problemas. E, segundo, porque, no plano da educação e formação de quadros, também se fez muita coisa.




José Freet - Em Novembro de 2014 - Junto à sua casa para lhe oferecer a cópia da mensagem que me salvou de ser enforcado na famigerada cadeia Black Beach 





"MENSAGEM DO POVO DA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE, PARA O POVO BRASILEIRO" - Que não chegou ao destino  mas continua perfeitamente actualizada.


Em meados de Outubro,  pouco tempo   depois da Independência e após a escalada do Pico Cão Grande, deixaria São Tomé a bordo do pesqueiro Hornet para ser largado numa piroga na Ilha de Ano Bom, 180 Km a sul da linha do Equador, a fim de tentar a travessia atlântica - com uma mensagem redigida por José Fret Lau Chong que então desempenhava as funções de ministro da Informação, Justiça e Trabalho – cargo que ocupou entre 1975 e 1976 – a qual dizia, entre outras palavras, o seguinte: "Salientamos o espírito aventureiro que preside à iniciativa do Camarada  Jorge Marques, que, depois de uma viagem experimental , e bem sucedida de S. Tomé à Nigéria, também de canoa, propõem-se avançar, desta feita, mais significativamente, programando o percurso S. Tomé- Brasil."

"A recente independência  nacional de S. Tomé e Príncipe, e a consequente libertação do nosso povo do domínio colonial português, reforça a afinidade dum passado histórico comum com o Povo Brasileiro, e daí, a razão de ser de uma irmandade que importa  reviver, sempre que possível, para se reforçar. 

Assim, aproveitando a travessia  atlântica do camarada Jorge Trabulo Marques, que servindo-se de uma simples canoa, vai percorrer  o mar, de S. Tomé ao Brasil, evocando a rota por que, na era retrógrada, os escravos eram conduzidos  para as plantações  da cana do açúcar, o povo de S. Tomé e Príncipe, representado pela sua vanguarda revolucionária,  o MOVIMENTO DE LIBERTAÇÃO DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE (MLSTP), saúda fraternal e calorosamente, o povo irmão do Brasil" - Excerto

Não lograria  atravessar o oceano Atlântico, acabando, porém, por viver uma das maiores provações da minha vida - tanto no mar como em Terra - Após 38 dias à deriva, desde Ano Bom a Bioko (ex-Fernando Pó), onde fui encarcerado na famigerada prisão black Beach, por suspeita de espionagem e dali entrar vivo mas sair cadáver. O que só não sucedeu, graças à mensagem do MLSTP, dedicada ao Povo Brasileiro, que esperava ler quando alcançasse a maravilhosa terra do maior país de expressão portuguesa. - Mais pormenores em bioko à vista - ilha do “diabo” 


Almada- Causas dos cortes de águas: Fortes vibrações de elevadas cargas de explosivos na central termoelétrica de Sines, desde outubro passado, sentidas em Lisboa e até nos Açores, poderão estar na origem de um dos factores do chamado efeito do golpe de aríete, fragilizando canalizações, que poderão vir a partir-se com abrutos consumos de água, que atingiu em 2026 o maior dos últimos 75 anos

 JTM - Jonalista

Almada- Causas dos cortes de águas: Fortes vibrações de elevadas cargas de explosivos na central termoelétrica de Sines, desde outubro passado, sentidas em Lisboa e até nos Açores, poderão estar na origem de um dos factores do  chamado efeito do  golpe de aríete, fragilizando canalizações, que poderão vir a partir-se com abrutos consumos de água, que atingiu em 2026 o maior  dos últimos 75 anos

Sim, fenómeno hidráulico que ocorre em tubulações quando há uma mudança brusca na velocidade do fluxo do fluido ou provocadas  por ondas de choque ou abruptos consumos. Além de eventuais hipoteses de sabotagens políticas ou de cortes clandestinos  


PRÉMIO À CM ALMADA 2025 (enxarcada de banhistas,que lhe esgotam a água)ERSAR distingue SMAS de Almada com o selo de “Qualidade Exemplar da Água para Consumo Humano 2025"

Os SMAS de Almada foram distinguidos pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR) com o selo de “Qualidade exemplar da água para consumo humano 2025", integPrando o grupo restrito de 72 entidades gestoras nacionais reconhecidas pela excelência da qualidade da água disponibilizada à população, num total de 221 entidades, em Portugal.

Esta distinção, atribuída no âmbito da avaliação regulatória mais recente da ERSAR, demonstra o compromisso dos SMAS de Almada com os padrões máximos de qualidade, segurança e fiabilidade no abastecimento público de água, garantido aos munícipes do concelho de Almada



.EVENTUAIS CAUSAS NA REDE ABASTECEDORA O concelho de Almada atingiu em 2026 o maior consumo de água dos últimos 75 anos, com um aumento de 4,3% nos primeiros seis meses deste ano

As enormes e sucessivas detonações, na antiga Central Termoelétrica de São Torpes, em Sines, ouvidas  em Lisboa e até nos Açores, registadas desde outubro do ano passado,  com recurso a enormes cargas de explosivos para derrube  das chaminés e de outros plataformas, poderão ter sido uma das causas da rebentação  de canalização em Almada, tal como também já sucedeu naquele município

Falta de água em Almada Inês Medeiros, em entrevista à RTP,aponta para desvios de rede como origem do problema. Esta é uma das hipóteses, sim, outra poderá ser de vandalismo com vista ao aproveitamento poltico, como foi demonstrado em agressivas manifestações.

Porém, há que não excluir a provocada pelas violentas vibrações subtarrâneas e aéreas, desde outubro do ano passado, para o  desmantelamento total da  antiga Central Termoelétrica de São Torpes, em Sines, que só deverá estar concluído em 2028.

E não esquecer que, a área de Sines, é uma zona sismica e, que, as fortes vibraçoes no solo, aberturas de falhas, deslizamentos de terra, tsunâmis, mudanças na rotação da Terra, podem facilitar esse o fenómeno: 06:27, 26 set.2024 Sismo de magnitude 3.0 registado ao largo de Sines teve epicentro a 55 quilómetros a oeste da cidade do distrito de Setúbal a uma profundidade de 21 quilómetros.a 55 quilómetros

Eram 05h11 , 26 de agosto/2024, quando nas estações da Rede Sísmica do Continente, foi registado um sismo de magnitude 5.3 (Richter), cujo epicentro se localizou a cerca de 60 km a Oeste de Sines e a cerca de 16 quilómetros de profundidade


O golpe de aríete é um fenômeno hidráulico que ocorre em tubulações quando há uma mudança brusca na velocidade do fluxo do fluido, resultando em pressões elevadas e ondas de choque que se propagam através do sistema. 

Este fenómeno pode causar danos significativos à infraestrutura da tubulação, como vazamentos, rachaduras, rupturas e até mesmo falhas catastróficas, nomeadamente se depois se sucederem maiores consumos de água, tal como veio a suceder..

Foi noticiado  que o ‘estrondo’ que assustou população " foi ouvido em várias localidades de Sines e Santiago do Cacém" -Mas também em Lisboa e até nos Açores, tal como o atestam testemunhos nas redes sociais

ATÉ ONDE VAI A INSENSATEZ

Meia tonelada de explosivos deitou abaixo as históricas chaminés da central termoelétrica de Sines. Foram apenas 17 segundos

SIC 21:12, 02 out.2025 Estavam ali há 40 anos e bastaram 17 segundos para a paisagem de Sines recuar todo esse tempo. Duas chaminés com 225 metros, construídas entre 1979 e 1985, foram reduzidas a pó e a 15 mil toneladas de escombros.  

02 outubro 2025   A EDP levou a cabo esta quinta-feira o derrube das duas chaminés da antiga central a carvão de Sines, depois de a central ter sido desativada em janeiro de 2021. A operação recorreu a explosivos e as chaminés com 225 metros de altura demoraram menos de um minuto a tombar  02 outubro 2025  - Expresso 

Castro Ferreira - "O recurso a explosivos no desmantelamento da Central Termoelétrica de Sines levanta sérias dúvidas sobre a defesa do interesse público. A legislação ambiental portuguesa e europeia assenta no princípio da prevenção, segundo o qual os impactes negativos devem ser evitados ou minimizados sempre que existam alternativas técnicas viáveis.

Quando existem métodos mecânicos de desmontagem mais controlados, é legítimo questionar se a utilização de explosivos não visa essencialmente reduzir prazos e custos para a empresa demolidora. Enquanto a empresa poupa recursos, a população fica exposta a vibrações, ruído, poeiras e à preocupação com eventuais danos nas suas habitações.

Quem autorizou esta solução deve demonstrar publicamente quais os estudos realizados, quais os limites de vibração previstos e que garantias existem para os moradores caso surjam danos patrimoniais. O princípio deve ser simples: nenhum benefício económico para a demolição pode justificar riscos acrescidos para quem vive e trabalha nas proximidades.

21-05-2026 - Proteção Civil Municipal informa que o ruído que se ouviu na cidade ao fim da tarde de 21 de maio de 2026 teve origem num teste realizado na antiga central termoelétrica da EDP, com vista a avaliar o corte de estruturas que não caíram numa operação de detonação inicial.

Município de Sines esclarece ‘estrondo’ que assustou população: Foi ouvido em várias localidades de Sines e Santiago do Cacém A Câmara Municipal de Sines utilizou as redes sociais para esclarecer uma situação que ocorreu ao final da tarde desta quinta-feira, e que causou sobressalto na população de Sines e Santiago do Cacém

08/07/2026 -Uma detonação controlada, realizada na manhã desta quarta-feira, dia 8 de julho, na antiga Central Termoelétrica de São Torpes, em Sines, causou surpresa e algum susto entre os residentes da região. 

Apesar de a população ter sido previamente avisada sobre a operação, a forte intensidade do estrondo e a vibração provocada pela explosão foram sentidas num raio alargado, gerando momentos de apreensão em várias localidades Sapo.PT   

A Câmara Municipal de Sines utilizou as redes sociais para esclarecer uma situação que ocorreu ao final da tarde desta quinta-feira, e que causou sobressalto na população de Sines e Santiago do Cacém. 

Na curta mensagem, partilhada na página do município no Facebook, a Proteção Civil Municipal informa que «o ruído que se ouviu na cidade ao final da tarde de hoje teve origem num teste realizado na antiga central termoelétrica da EDP, com vista a avaliar o corte de estruturas que não caíram numa operação de detonação inicial».Sapo.PT

Algumas das reações partilhadas no facebbok,da explosão de ontem dia 8 de Julho:Publicação de Jose Cavalinhos Silva   

Inácia Caixeirinho Eu ouvi aqui em Milfontes, ia a sair do carro e assustei me... 11 d Angelina Rosa Costa Em Porto covo ouviu-se perfeitamente,1 d Otília Palminha Eu em Lisboa, muito forte !!!

Amelia Boto Também não sabia e apanhei um belo susto! Célia Delfino Eu não estou aí, é a mais terra e ficaria muito assustada se se passasse comigo. Eu tinha já morrido de intoxicação dos gases que libertam,

 d Mariana Chainho Em grandola também ouvi.... 1 d Isidro Silverio Mariana Chainho que belo ouvido!! 1 d Ricardo Gonçalves Também ouvi na zona de Milfontes. Parecia um sismo.

1 d Fernando Capote Eu estava em São torpes a fazer formação e se que foi uma explosão para demolir parte das caldeiras da antiga central térmica de Sines

1 d Belinha Torpes Eu estava no continente e pareceu que ia tudo abaixo grande susto. Anibal Reis Ouvi a 15 km de grandola 1 d

 Maria Adozinda Bom dia Zé cavalinhos eu não sei mas também senti apanhei um grande susto

Josemaria Canastra Ouvi dizer que foi um drone!! J. Sousa Aqui em fonte mouro, Porto covo também senti 😱

Autor Jose Cavalinhos Silva OK OBRIGADO MAS FOI DEMAIS O PRÉDIO TREMEU TODO Maria Encarnação Mendes Também ouvi em Milfontes

Meta Sends Ainda caiem os prédios, ou pelo menos rachados ficam e o que e para demolir nem se mexe 1 d Helena Nascimento Eu tenho as paredes rachadas, assim ainda ficam piores! 1

d Maria Carmo Godinho Silva Mas tremeu tudo, algo não deve ter corrido bem,, quando foi as chaminés não se deu por nada, eu pensei que era tremor de terra, cagaço, porra, 🤢 1 d

Fatima Eugenio Também ouvi vila nova Milfontes 1 d Maria Luisa Também senti e bem 1 d Arménio Cabecinha A destruição é que está a dar.

d Joaquim Pinheiro O fim do mundo, nessa hora exacta morreram milhares de pessoas. 1 d Natalia Lopes Pois esses estrondos estraga,,, racha as paredes das casas 1 d

 Maria Carmo Godinho Silva Mas não era suposto este impacto, é assim que as casas racham todas"" 1 d Alcina Ramos Eu edrava em Sines, ouvi e assustei-me.

Noélia Santos Aqui pertinho de Milfontes também ouvi e senti, ainda bem que foi isso e não outra tragédia como a outra que ouvi a dois anos 1 d

Eliandro Fernandes Então malta esse estrondo foi a a explosão de mais uma etapa dos reatores da antiga fábrica EPD em São torpes Estão programadas outras explosões breve 1 d A opção selecionada é "Mais relevantes", por aí