Fotos de Jorge Trabulo
Marques - Na Personagem de PeregrinoDaLuz
Contemplai as maravilhas de Deus - Criador e Supremo das Alturas e dos
Infinitos Espaços ! Purificai e alimentai a nossa alma de pureza e de
revigorante energia e fazei com que o nosso Espírito se ilumine
A data de encerramento das candidaturas é domingo 28 de maio de 2017. - Mas há também ofertas
noutras paragens e com outras datas
São Tomé e
Príncipe, embora sendo um dos países africanos mais pequenos, é
todavia considerado o pais do mundo com mais espécies endémicas por
quilómetro quadrado, o que faz dele um verdadeiro jardim de surpresas e de
maravilhas
Ambas as duas ilhas do Golfo da Guiné
apresentam características naturais que permitem o aparecimento e
desenvolvimento de grande variedade de espécies vegetais, constituindo
verdadeiras relíquias ao nível da flora. - Referem
estudos que " O isolamento relativamente ao continente africano gerou uma
diversidade biológica única no país. Apesar de possuir área relativamente
pequena, São Tomé e Príncipe abriga vários tipos de ecossistemas e o nível de
endemismo de espécies é significativo "
"Os ecossistemas terrestres
abrangem florestas nubladas, florestas de altitude, florestas de planície,
florestas secundárias, florestas “de sombra” (quando o dossel da floresta
nativa é mantido para sombrear o cultivo do cacau, principal actividade
económica e bem de exportação do país), floresta seca, savana, e mangues. Das
895 espécies de plantas superiores registadas no país, 134 são endémicas;
conta-se ainda 63 espécies de aves (25 endémicas), 16 de répteis (7 endémicas)
e 9 de anfíbios (todas endémicas).
Os ecossistemas marinhos e costeiros incluem
praias, costões rochosos e recifes coralinos. 105 espécies de peixes foram
identificadas e destacam-se ainda os moluscos, crustáceos, quelônios e cetáceos
(baleias e delfins). A Zona Económica Exclusiva é de 160.000 km². A Ilha do
Príncipe é mais rica em espécies demersais (a produtividade estimada é de 7.000
t/ano) por possuir maior plataforma que São Tomé (cuja produtividade é estimada
em 2.000t/ano). São Tomé e Príncipe igualam-se em espécies pelágicas" - Excerto de Breve descrição da biodiversidade de São Tomé e Príncipe - CBD
Segundo
pudemos saber, a Ilha do Príncipe já não conta com o notável trabalho
desenvolvido pelo biólogo português, Antonio Domingos Abreu |, a cujo esforço e
dedicação se ficou a dever a candidatura a reserva da biosfera da Unesco, em
2012, está a precisar de um biólogo, com qualificada
experiência para o contrato de um ano
CONVITE TENTADOR
Felipe Spina Avino
Recebemos,
através de email, de Felipe Spina Avino, em nome da Fundação Príncipe Trust, São Tomé e Príncipe, um pedido de divulgação, de uma oportunidade de
trabalho, a celebrar no contrato de um ano, que nos parece, francamente
aliciante e tentadora, tanto pelas condições materiais oferecidas, que podem
oscilar entre EUR 20.000 - EUR
24.000 dependendo das competências e experiência, como pela possibilidade de contactar
com tão maravilhoso paraíso de biodiversidade - Se se achar
habitado e for um dos interessados, mande imediatamente o seu
currículo, pois o prazo termina no dia 28 deste mês -
A informação, já nos foi
enviada, há uns dias, por Felipe Spina Avino mas só agora nos apercebemos de que o limite da
inscrição é já muito curto.Todavia, esperemos que ainda possa vir a ser útil a eventuais interessados - No entanto, há também ofertas noutras paragens.
Caro:
Divulgo
vaga para o cargo de Assistente de Conservação na Fundação Príncipe
Trust/ FFI para trabalhar em São Tomé & Príncipe onde vivo
atualmente.
O
sumário está abaixo e em anexo tem a descrição completa da vaga e perfil
desejado. Por favor auxiliem na divulgação da vaga.
(....) Com importantes ecossistemas florestais e marinhos e níveis de endemismo
comparáveis às Ilhas Galápagos, Príncipe é reconhecido mundialmente por sua
alta biodiversidade e é designado Reserva da Biosfera pela UNESCO.A Fundação Príncipe Trust (FPT)
é uma das poucas ONG locais que operam na ilha.Foi criado em 2015 para promover o desenvolvimento sustentável e a
conservação da biodiversidade, através de projetos que se concentram fortemente
no apoio à comunidade local e na construção de capacidade local.Este trabalho está alinhado com os propósitos da Reserva da
Biosfera eo FPT trabalha em estreita colaboração com o governo para apoiar seu
compromisso de salvaguardar o patrimônio natural e cultural da ilha.Os projetos da FPT atualmente se concentram na conservação de
tartarugas marinhas, estabelecendo e fortalecendo áreas protegidas (marinhas e
terrestres), promovendo meios de subsistência da comunidade, ecoturismo e
sustentabilidade ambiental.
A FFI
estabeleceu uma parceria com o FPT para reforçar a conservação da
biodiversidade terrestre e marinha, integrada com um forte enfoque no
desenvolvimento de abordagens de meios de vida sustentáveis, na ilha do
Príncipe.A equipe do Príncipe Trust possui um excitante programa de atividades,
incluindo avaliações e avaliações de biodiversidade e social, fortalecimento de
áreas protegidas marinhas e terrestres, projetos de conservação de espécies e
habitat e apoio de capacitação a agências de conservação locais, estreitamente
integrado com a promoção de abordagens de subsistência para comunidades locais.
Comunidades.O envolvimento proactivo com as pessoas para melhorar a cultura e a
economia locais é fundamental para a nossa estratégia em Príncipe: o apoio
local é fundamental para este trabalho ea população local pode tirar o máximo
partido da protecção da biodiversidade da ilha
.Esta é uma excelente oportunidade para trabalhar como parte da
equipe FPT. Estabelecido pela empresa HBD, e após três anos de apoio
direto e patrocínio, o FPT está se transformando em uma organização totalmente
auto-suficiente.O FPT procura candidatos
qualificados para integrar esta pequena equipa no Príncipe, contribuindo para o
desenvolvimento e gestão de um programa centrado na conservação de habitats e
espécies e na promoção de meios de subsistência sustentáveis.
Você
também contribuirá para a atividade de conservação de toda a ilha, incluindo a
área protegida e os processos de planejamento do uso da terra, apoiando o
desenvolvimento de capacidades de conservação para grupos locais e outros
aspectos da estratégia de conservação do Fisco, incluindo conservação marinha e
costeira e atividades focadas na comunidade.
O posto
seria ideal para alguém com experiência em conservação da biodiversidade ligada
a meios de subsistência sustentáveis.Você usará suas habilidades técnicas e experiência prática em usar
ciência e abordagens atuais para desenvolver e entregar projetos de conservação
eficazes.Você terá boas habilidades de gerenciamento de
projetos e experiência demonstrável em engajamento comunitário, abordagens
participativas e iniciativas de subsistência sustentável, como a
agrobiodiversidade ea promoção da apicultura.
Um jogador de equipe forte, você vai gostar de trabalhar em um
ambiente de equipe dinâmica, onde as abordagens criativas e pensamento estão
sendo trazidos para entregar conceitos do projeto.Experiência de angariar fundos para projetos também será uma
vantagem.Espera-se um diploma ou qualificação de nível
equivalente numa disciplina relevante e uma boa experiência num papel e numa
situação de trabalho relacionados.Em troca, o papel oferece a
oportunidade de trabalhar em duas organizações pioneiras e empreendedoras, na
vanguarda da conservação.
Consulte
o seguinte documento para obter mais detalhes sobre as posições e como se
candidatar:
Please view the following links for further details of the position and how to apply:
Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise
"Enquanto cidadãos, temos o direito de questionar o nosso Governo sobre as coisas que nos tocam de perto, principalmente agricultura e alimentação… Tudo isto não deve ser nenhum segredo Estado…
Foi o que fizemos mas houve reações muito negativas, de pessoas a porem em dúvida a nossa preocupação, fomos enxovalhados, tratados de doidos e que não devíamos fazer isto porque estamos a travar o trabalho do nosso Governo; que queremos mal ao Estado Santomense!... Foi uma mistura de tudo…Do que se chama de má fé."
"Venho declarar a SUSPENSÃO DA GREVE DE FOME, a partir do dia de hoje, 16 de Maio de 2017, na esperança de que das novas estratégias determinadas surjam bons resultados (não estando, portanto, excluída a hipótese dum retomar a greve de fome) “ O GRITO” de alerta e descontentamento foi ouvido e compreendido por muitos nas ilhas de São-Tomé e Príncipe e além fronteiras; Apesar do silêncio ensurdecedor do Ministro de Agricultura e Desenvolvimento Rural da RDSTP, Sua Excelência Teodorico Campos (Não foi recebida qualquer resposta a carta enviada, via Embaixada de RDSTP, em Portugal); - Téla Nón
PELAS MÃES E FILHOS DO SEU AMADO E MARAVILHOSO PAÍS
Foram 19 dias de greve de fome, que
começou no dia 26 de Abril, levados ao extremo da sua resistência física,
alguns dos quais, expostos ao relento, sob o
desconforto do ruído constante dos carros que transitavam numa
das ruas mais movimentadas da cidade - Iam decorridas duas semanas, em greve de fome: estava
sentada junto ao passeio, recostada à
parede à entrada do edifício onde se encontra instalada a embaixada do seu
pais, em Lisboa, com o ruido incomodativo do trânsito ao seu lado. Fomos dar-lhe
o nosso abraço solidário e saber de viva voz as razões que a animavam para tão heroico
sacrifício da sua vida: que fortes motivos levavam a cidadã santomense, Elsa Garrido, a arriscar a sua
vida, a tão penoso esforço e sofrimento
É justamente a voz do seu corajoso grito “ O GRITO” de alerta e
descontentamento, ouvido e compreendido por muitos nas ilhas de São-Tomé e
Príncipe e alem fronteiras, menos pelo silêncio ensurdecedor do Governo e da
sua rádio e TV, que aqui hoje lhe trazemos, pedindo desculpa pelas
deficiências técnicas, de uma parte desse impressionante registo, a
que acrescentámos também as suas declarações à RDP-África, a estação
que primeiramente deu a conhecer os objetivos do seu protesto.
Assim, como, em texto, o notável esforço jornalístico do Téla Nón, desde a
primeira hora.
Confessou-nos: “Quando um país silencia um cidadão, quando impede os cidadão de
usar os recursos para prestar, para questionar; quando o cidadão se sente
oprimido, obrigatoriamente, mais cedo ou mais tarde, haverá ações radicais:
infelizmente, isto não é uma escolha, que se faz de ânimo leve, gosto de viver
– pelo menos os meus amigos sabem que eu sou uma pessoa cheia de vida, gosto de
coisas boas, de apreciar a vida
Enquanto
cidadãos, temos o direito de questionar o nosso Governo sobre as
coisas que nos tocam de perto, principalmente agricultura e alimentação… Tudo
isto não deve ser nenhum segredo Estado…
Foi
o que fizemos mas houve reações muito negativas, de pessoas a porem em
dúvida a nossa preocupação, fomos enxovalhados, tratados de doidos e que não
devíamos fazer isto porque estamos a travar o trabalho do nosso Governo; que
queremos mal ao Estado Santomense!... Foi uma mistura de tudo…Do que se chama
de má fé.
Num tempo marcado pelo mais desenfreado egoísmo, pelo materialismo individualista exibicionista, sim, pelo culto do hedonismo e das falsas aparências de que, quem está bem, não está para chatear, e, aqueles que não estão bem – e são a grande esmagadora maioria, que se amanhem e se desenrasquem (mas, também, mesmo querendo não sabem como), na verdade, o exemplo da cidadã santomense, mãe de uma filha, gestora de uma pequena empresa familiar, é realmente, mais de que maravilhoso exemplo de corajosa e lúcida denúncia, um verdadeiro ato de amor à terra que a viu nascer, em prol do seu povo, de entrega, generosidade e sacrifico ao próximo, aos seus compatriotas e concidadãos.
DANDO POR TERMINADA A GREVE DE FOME – MAS NÃO POR FINDA A SUA LUTA
"Registando o apoio incondicional e gracioso de, pelo menos, três grandes ONGAs Portuguesas, no sentido de promover formações de sensibilização, análises científicas e eventual apoio na criação de um banco de sementes que permitiria ao país proteger espécies nativas e indiretamente garantir até um certo nível a soberania alimentar;
Venho declarar a SUSPENSÃO DA GREVE DE FOME, a partir do dia de hoje, 16 de Maio de 2017, na esperança de que das novas estratégias determinadas surjam bons resultados (não estando, portanto, excluída a hipótese dum retomar a greve de fome).
A luta pelo direito a informação, direito a debates públicos sobre TRANSGÉNICOS, HÍBRIDOS, continua. O movimento Pró-Ambiente STP, continuará o trabalho no sentido de pesquisar, promover o debate, comunicar todas informações sobre este tema e manter abertura para um diálogo sem tabus nas questões ligadas ao consumo, produção, experiências, dos OGMs e HÍBRIDOS, e de uma forma alargada, estaremos atentos a política agraria, proteção do meio ambiente e a soberania alimentar nas ilhas de São-Tomé e Príncipe. A Declaração do Rio sobre o Meio Ambiente e Desenvolvimento estipula que todos os cidadãos devem ter direito a informação.
Palavras transcritas do Téla Nón – O único jornal on lin que não se limita a replicar a informação governamental mas que também concede espaço ao debate e à livre opinião – Notável exemplo de Jornalismo independente e corajoso, pese as pressões e as barreiras que por vezes lhe opõem. – E de cuja fonte vamos transcrever mais o seguinte passo:
Apesar do silêncio ensurdecedor do Ministro de Agricultura e Desenvolvimento Rural da RDSTP, Sua Excelência Teodorico Campos (Não foi recebida qualquer resposta a carta enviada, via Embaixada de RDSTP, em Portugal); Apesar da não divulgação, do protesto dos cidadãos reclamando o direito a Informação, por parte da TVS (televisão são-tomense), RNSTP (radio nacional de STP), atitudes que demonstram claramente a falta de liberdade de expressão, violação dos direitos cívicos, desrespeito completo pela vida humana e saúde pública dos nossos conterrâneos, que por conseguinte vem confirmar o estado geral da nossa democracia; “
“O GRITO” de alerta e descontentamento foi ouvido e compreendido por muitos nas ilhas de São-Tomé e Príncipe e alem fronteiras;
Foi ouvido por diversas personalidades e entidades São-tomenses e Portuguesas nomeadamente: Intelectuais, líderes de partidos políticos, deputados, ONGs, ONGAs e boa parte dos são-tomenses residentes na diáspora e nas ilhas;
Tendo em conta as promessas, dos mesmos, de levar a serio este “ Grito” e de tudo fazerem no sentido de promover debates públicos, investigar e informar a nossa população sobre a questão da dita experiencia do Milho transgénico e/ou hibrido que está, neste preciso momento, em crescimento no centro do país, na zona de Mesquita, sem qualquer diálogo com a população, estudo de impacto ambiental ou parecer técnico prévio, de modo a avaliar os riscos e aplicar o princípio de precaução –Mais pormenores em Elsa Garrido suspendeu Greve de Fome | Téla Nón
"FOMOS ENXOVALHADOS E TRATADOS COMO DOIDOS" - Declarou-me no afável diálogo
Quando um país silencia um cidadão, quando impede os cidadão de usar os recursos para prestar, para questionar; quando o cidadão se sente oprimido, obrigatoriamente, mais cedo ou mais tarde, haverá ações radicais: - infelizmente, isto não é uma escolha, que se faz de ânimo leve, gosto de viver – pelo menos os meus amigos sabem que eu sou uma pessoa cheia de vida, gosto de coisas boas, de apreciar a vida
Enquanto cidadãos, temos o direito de questionar o nosso Governo sobre as coisas que nos tocam de perto, principalmente agricultura e alimentação… Tudo isto não deve ser nenhum segredo Estado…
Foi o que fizemos mas houve reações muito negativas, de pessoas a porem em dúvida a nossa preocupação, fomos enxovalhados, tratados de doidos e que não devíamos fazer isto porque estamos a travar o trabalho do nosso Governo; que queremos mal ao Estado Santomense!... Foi uma mistura de tudo…Do que se chama de má fé.
POR QUE É QUE O POVO NÃO TEM DIREITO A UM DEBATE PÚBLICO? -
"Não devia ser crime nenhum debater sobre este assunto". Quer dizer, o bom santomense é aquele que se cala!.."
O que até agora se constato é que, a vida deste milho, vale mais de que qualquer santomense, seja eu ou qualquer compatriota, teria o mesmo resultado... porque, simplesmente, os interesses à volta deste milho, porque não se percebe, porquê tanto segredo?
Porquê o nosso Povo não tem direito a um debate público?... Por que é que não podemos conversar, entre nós e refletir, sobre o que é este milho, o que vai trazer de bom ou nau para o país: pelo menos avaliar os riscos e dar alguma tranquilidade à nossa gente..
Nós não somos respeitados, como cidadãos e isto é extremamente revoltante e deveria ser revoltante para todo o santomense… pouco importa os seus interesses . Se continuarmos a ficar calados, assim, quando alguma coisa não está bem, depois não nos podemos queixar que existe uma má governação. Ficando calados, somos cúmplices
Que o milho seja híbrido, transgénico ou híbrido contaminado com o transgénico, o importante para nós é que se autorize a população a poder debater sobre estas questões: não devia ser crime nenhum debater sobre este assunto.
Óbvio que S. Tomé e Príncipe é um país pobre; óbvio que precisamos de pareceres económicos para apoiar S. Tomé e ajudar no seu desenvolvimento mas não existe mal nenhum em deixar o povo debater.
Por exemplo, em Cabo verde existem transgénicos , existem outras espécies a serem incrementadas mas houve..há debate sobre transgénicos e híbridos, as pessoas são esclarecidas: as universidades, os intelectuais, as organizações governamentais, a sociedade civil, em geral, o povo está informado… Ou pelo menos tentar."
"Fui insultada!...Fui enxovalhada!... " "Concordo que S. Tomé e Príncipe não deve servir de laboratório!.. Já sabemos que existem consumos de produtos..."Por favor, Sr. Ministro, autorize um debate público sobre o milho transgénico ou que seja híbrido mas esclareça a nossa gente!
O problema, em S. Tomé, é que nem sequer nos autorizam a questionar; quer dizer, o bom santomense é aquele que se cala!... Eu sei que, a partir de hoje, principalmente, como sou a cabeça da lista desta polémica, sei que aqueles que são fanáticos da politica partidária… Fui assediada! Fui insultada !... Mas o que que erro dizer aos meus conterrâneos, é que, se nós não tivermos boa terra para viver e sermos felizes, não somos mais ninguém!..
Os partidos políticos, vão, voltam: os políticos que estão poder, vão mas S. Tomé continua! A terra é de todos nós! Temos que cuidar bem dela! Principalmente pela pequenez. Pela população, que não é tão grande, em comparação com outros países, portanto, eu peço que é de bom senso, fazer um debate público, esclarecer e tranquilizar a população.
Concordo que S. Tomé e Príncipe não deve servir de laboratório!.. Já sabemos que existem consumos de produtos... Este problema que foi levantado é uma boa oportunidade para que os nossos deputados, os nossos dirigentes, o ministério da Agricultura, as pessoas que têm especialidade nesta área aproveitarem esta oportunidade para refletir para ver se conseguimos legislar e enquadrar a entrada destes produtos de consumo..
Porque, a desgraça, como S. Tomé e Príncipe, que tem apenas um hospital Central, com as condições que temos, eu penso que, qualquer ser humano, normalmente constituído, deve apertar o principio de precaução, enquanto cidadão, não entenda..
Por favor, Sr. Ministro, autorize um debate público sobre o milho transgénico ou que seja hibrido mas esclareça a nossa gente! Explique quais são as vantagens e as desvantagens! Se é bom para a nossa agricultura! Isso não é pedir muito.. Não é preciso ficar encrespado! Quando um cidadão levanta um problema, normalmente, os intelectuais agarram nesse problema que foi levantado! Os profissionais nesse problema que foi levantado e tentam resolver. Não adianta nada ficarmos com a cabeça enfiada no chão, a escolher o problema: porque, um dia, vamos ter desgraças a sério e vamos ser prejudicados: a nossa população pode correr risco! Então, eu peço, eu rogo, em meu nome pessoal e em nome de todos os santomenses, por favor Sr Ministro da Agricultura, abra o diálogo Não há mal nenhum em promover um seminário