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sexta-feira, 18 de julho de 2025

Presidente de São Tomé e Príncipe preocupado com os desalojados em Loures Compreendo a sua preocupação, pois cabe a um Presidente zelar pela comunidade seu povo, tanto internamente como na diáspora-- Mas é um facto que as antigas senzalas coloniais se encontram muito degradadas e deram origem a miseráveis barracas






S. Tomé - 



Presidente de São Tomé e Príncipe  preocupado com os desalojados em Loures   Compreendo a sua preocupação, pois cabe a um Presidente zelar pela comunidade  seu povo, tanto internamente como na diáspora-- Mas é um facto que as antigas senzalas coloniais se encontram muito degradadas e  deram origem a miseráveis barracas e há que recuperá-las 



Cerca de 18% da população são-tomense, quase 40 mil pessoas, emigraram nos últimos anos e mais de metade reside em Portugal

Região de Lisboa. Coimbra e Porto - A caminho de os bairros de barracas , ficarem como os de S. Tomé e Príncipe. Luanda e Lourenço Marques -."Montenegro quer mais mão-de-obra estrangeira" - Disse no Brasil . Claro, alojados em barracas e camaratas - “Em Portugal está a crescer novamente o número de barracas”, diz Rogério Roque Amaro, professor do Departamento de Economia Política do ISCTE – Instituto Universitário de Lisboa, ligado a múltiplas iniciativas de desenvolvimento local Roque Amaro na Antena 1: os despejos são uma das razões para o aumento das barracas no país. Foto © António Marujo11/07/2024

Loures ainda é o concelho que tem menos- Barracas continuam a existir em Lisboa: “Vieram ver a nossa desgraça?” Sem rendimentos para arrendar uma casa, há milhares de pessoas a morar em barracas, casas abarracadas ou muito degradadas, na região de Lisboa. Convivem com ratos e baratas, muitos são doentes, alguns não trabalham. Famílias numerosas ocupam espaços exíguos







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