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sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

António José Seguro - Rumo seguro a seguir - NAUFRAGUEI NO MAR 38 dias mas em TERRA gosto de me SENTIR SEGURO todos os dias. A presidência dos imperadores Cavaco e Marcelo é mais da obscura e gémea negociata ementa de que a transparência democrática

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador, antigo navegador solitário - Coordenador das celebrações dos Equinócios e solstícios nos Templos do Sol - Chãs- Foz Côa. desde há mais de 20 anos 


António José Seguro  - Rumo seguro a seguir - NAUFRAGUEI NO MAR 38 dias mas em TERRA gosto de me SENTIR SEGURO todos os dias. 

A presidência dos imperadores  Cavaco e Marcelo é mais da obscura e gémea negociata ementa de que a transparência democrática

Cavaco Silva - o ex-Presidente  - o da reforma que não dás para as despesas - já veio apregoar o voto a Marques Mendes, para perpetuar a monarquia os imperialista 

Assenso Simões, escreve no Expresso, que, "depois da imprevisibilidade da década de Marcelo, o país não pode eleger um continuador do atual inquilino nem um almirante que é uma interrogação.

Depois de termos feito tudo para que a sociedade se tenha radicalizado num espaço de tempo reduzidíssimo, nada melhor do que um presidente que seja próximo, instruído e cordato



(...) O país vai a votos para eleger o mais alto magistrado da Nação. E fá-lo depois de uma década de presença de Marcelo que se transformou naquele membro da família que aparece sempre para jantar, não deixa falar ninguém e, mesmo que as crianças já tenham ido dormir, continua a atanazar-nos a cabeça sem perceber que só por respeito por nós próprios não o colocamos na rua.

Marcelo elaborou um país a partir de Belém, construiu uma tipografia onde se imprimiu uma espécie de Borda d’Água, fez a política viver à base de Xanax." -


António José Seguro - De paixões e convicções pela saúde, bem-estar e  futuro dos portugueses

NAUFRAGUEI NO MAR 38 dias mas em TERRA gosto de me SENTIR SEGURO todos os dias. Conheço, seu perfil, desde a defesa das gravuras do Côa. Não vacilo no rumo a seguir . Seguro de paixões e convicções pela saúde, bem-estar e futuro dos portugueses: andei perdido 38 dias no mar e gostaria de me sentir ao menos seguro em terra

PALAVRA DE CAVACO IGUAL À  DA CONFIANÇA DO BES?
Veja o vídeo e confirme 

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O que está em causa é a eleição de uma personalidade capaz de exercer com inteligência e sensatez o papel de moderador e regulador máximo de todo o sistema político português- Diz Francisco Assis

Sublinhando, que "António José Seguro é, de entre todos os candidatos, o que está em melhores condições para ser um Presidente da República com as características acima elencadas. Ao longo da sua vida demonstrou ser um homem livre.

Um homem livre não confunde independência com neutralidade, sabe que se pode tomar partido sem ser sectário, percebe quando deve estar e quando deve renunciar, age sem cálculo e arrisca sem receio"

APOIANTES DE CAVACO -

Presidências 2026 à porta - Reforma de Cavaco mal dá prás despesas. E da mulher também. Votar pra dignificar e confiar na Presidência da República. Só recebe 1300 euros da C.G. de Aposentações após 40 anos de desconto, e disse que ainda não sabe quanto vai receber do Fundo de Pensões do Banco de Portugal. 21/01/2012

21/07/2014 — O Presidente da República justificou que os portugueses podem confiar no BES « «dado que as folgas de capital são mais do que suficientes para cobrir a exposição que o banco tem à parte não financeira, mesmo na situação mais adversa».

A derrocada do BES/GES provocou perdas milionárias em acionistas, credores e clientes, havendo atualmente cerca de dois mil clientes lesados que conseguiram o estatuto de vítima em tribunal e querem ser indemnizados. Logo no dia da resolução do BES, 3 de agosto de 2014, o Banco de Portugal (BdP) disse que acionistas e detentores de dívida subordinada teriam perdas uma vez que ficavam no BES (transformado em 'banco mau') e não no Novo Banco (criado nesse dia sobretudo para proteger os depósitos).


MARCELO O MAIS VIAJANTE -Milhares de Euros ao Estado - Seis vezes mais do que Cavaco. Marcelo já viajou mais do que todos os anteriores presidentes... somados
Desde o 25 de abril, nenhum Presidente da República tantas deslocações oficiais como Marcelo. O atual chefe de Estado fez, aliás, mais deslocações do que o somatório de todos os seus antecessores.

No entanto...... Marcelo lembra que TAP "custa muito dinheiro aos portugueses" e pede exigência "na estratégia de recuperação"

Olha para o que eu digo mas não para o que faço: - Marcelo Rebelo de Sousa tem manifestado frustração pela persistência da pobreza em Portugal, com quase dois milhões de pessoas afetadas


Reportagem em terras da Guarda

Desejaria não voltar a sentir a mesma insegurança de vida que senti sozinho no alto mar - Por isso mesmo, sinto que o único candidato que me oferece confiança, é António José Seguro, à Presidência da República - Já me bastaram os longos dias, os infinitos momentos de incerteza e de ansiedade vividos solitariamente no mar a bordo de uma piroga santomense


Presidenciais - Em António José Seguro - Quero mais segurança em terra do que aquela que enfrentei no mar.

O seu nome e perfil inspira-me confiança . Seguro de paixões e convicções pela saúde, bem-estar e futuro dos portugueses, das populações.

Ambos somos do mesmo distrito, um dos mais envelhecidos de Portugal e há que lhe devolver alguma esperança - Bem como a um pais, com seu património comercial, rural e industrial, desde as águas à eletricidade, cada vez mais oferecido à fuga externa da divisa, em mãos alheias do liberalismo selvagem, por isso mesmo, mais descaracterizado e empobrecido - E sem descurar a proteção aos mais idosos e àqueles que mais vergam a espinha, seja qual for a sua origem étnica. E as palavras de José seguro, desde a defesa das gravuras do Vale do Côa, que lhe tenho ouvido ou lido, sempre me inspiraram inteira confiança

Pois não esqueço, aqueles longos dias e noites de três aventuras em frágeis pirogas, há mais de 50 anos. Palavras, como estas: " Não vejo nada!… Nem aves, tão pouco... Nem peixes!... Apenas os tubarões, azuis e os martelos, continuam em volta...Mais nada!... A água tem uma cor escura!...Não sei que dizer mais... Esperar, até quando?!.. Esta ânsia!... Quando eu posso pisar terra firme?!...Quando?!...

Estou à mercê do mar, dos ventos, das correntes, das trovoadas!... Sou para aqui aquilo que os ventos e as correntes quiserem. Sinto-me absolutamente desprezado neste momento!



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Luís Marques Mendes - O sugadouro da luso-ponte foi uma tempestade num copo de água? Mar 9, 2012 · Luís Marques Mendes desvaloriza a polémica em torno do duplo pagamento à Lusoponte.



      Compare neste vídeo a escola do pai Baltazar deixada ao filho





Devia ter 15 anos quando o seu pai, Baltazar Rebelo de Sousa, meteu uma cunha ao diretor de O Século para o miúdo ali se estrear Após a fundação do Expresso, em 1973, por Francisco Pinto Balsemão, deputado da ala liberal. é referido que os contactos com o Expresso, a filtragem de censura, passavam quase todos por Marcelo Rebelo de Sousa.

Na sexta-feira, dia de o Expresso fechar a edição, lá estava Marcelo a 'negociar' com Mário Bento, por causa dos inúmeros textos riscados a azul, dos artigos demorados, dos atrasos verificados. Sobretudo para tentar convencê-lo a levantar alguns cortes"

 Apelidado por Francisco Balsemão "O “escorpião” traidor. De Março de 2025 Nove Marcelo fez 155 viagens e condecorou mais de 1.600 pessoas Marcelo foi 19 vezes a Espanha, 16 a França e 11 aos EUA.

 O clã Rebelo de Sousa está no poder desde os anos 50. O pai, Baltazar, foi ministro do Estado Novo e deputado aos 32 anos. António, o irmão do meio, fundou a JSD. Pedro, o mais novo, privatizou um banco nos tempos do cavaquismo. E Marcelo chegou a Belém.

Enquanto estudante Baltazar Rebelo de Sousa foi um ativo dirigente da Mocidade Portuguesa — comandante do Centro Universitário de Lisboa, seria depois chefe dos serviços culturais e diretor dos serviços de intercâmbio com o estrangeiro, vindo a ocupar interinamente o cargo de Comissário Nacional, enquanto Subsecretário de Estado da Educação Nacional, de 1955 a 1961, sendo chefe do governo António de Oliveira Salazar.


Exemplar Presidência Aberta de Mário Soares na salvaguarda das Gravuras do Côa- 1-02-1995 - Soares também acha que as gravuras não sabem nadar. Mário Soares vai a Foz Côa e solidariza-se com a campanha dos estudantes da Escola Secundária, com slogan As gravuras não sabem nadar.

A decisão governamental de não construir a barragem do Baixo Côa, em 1995, e a classificação dos sítios rupestres como Património Mundial da Unesco, em finais de 1998, mudaram o rumo não só de Vila Nova de Foz Côa, no norte do distrito da Guarda, mas de todo o vale do rio.


ANTÓNIO GUTERRES – O primeiro Passo na defesa deste património m Em Janeiro de 1996, o recém-eleito Governo, chefiado por António Guterres, suspende os trabalhos de construção da barragem de Foz Côa, empreendimento que iria submergir o maior núcleo de arte rupestre paleolítica de ar livre conhecido até então.

A medida visava, em primeiro lugar, esclarecer a dimensão e importância científica e patrimonial dos painéis rupestres identificados até à data — “num quadro de serenidade e rigor científico” — para fundamentar uma decisão definitiva sobre o destino a dar... ou à barragem ou às gravuras rupestres, cuja coexistência se afigurava, desde o início, incompatível

A medida visava, em primeiro lugar, esclarecer a dimensão e importância científica e patrimonial dos painéis rupestres identificados até à data — “num quadro de serenidade e rigor científico” — para fundamentar uma decisão definitiva sobre o destino a dar... ou à barragem ou às gravuras rupestres, cuja coexistência se afigurava, desde o início, incompatível

Recordo o meu encontro com o saudoso Presidente Jorge Sampaio e Ferro Rodrigues no Vale do Côa, em sua defesa, contra a vontade dos que hoje ocupam o poder - Sim, de uma herança ancestral que viria a ser classificada de Património Mundial da UNESCO desde dezembro de 1998, sendo o mais importante conjunto de arte paleolítica ao ar livre do mundo. As gravuras, datadas de cerca de 25.000 anos atrás, estão situadas nas margens do rio Côa e representam animais como cavalos e bovídeos, com técnicas de incisão, picotagem, abrasão e raspagem


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