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segunda-feira, 20 de abril de 2026

Ex-Presidente Fradique de Menezes- de São Tomé e Príncipe 2001 e 2011.- Diálogo com o Homem da Revolução do 25 de Abril, em STP- Alvo de golpe de Estado e de tentativa de eliminação física , em 2003, assim como Manuel Pinto da Costa

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista
















São Tom

São Tomé – 39 anos depois, em 2014, o ex-presidente Fradique de  Menezes,  recebe-me  na Quinta da Favorita e da Praia das Conchas , com antigos amigos da "Comuna Estudantil"

Confissões do Ex-Presidente Fradique de Menezes- de São Tomé e Príncipe 2001 e 2011.- Homem da Revolução do 25 de Abril, em STP- Alvo de golpe de Estado e de tentativa de eliminação, em 2003, assim como Manuel Pinto da Costa. Denuncia revelada, em 2017, por Peter Lopes  antigo mercenário do Batalhão Búfalo durante o Apartheid (África do Sul)


Fradique Menezes contratou dois advogados para resolver os problemas com os contratos de petróleo.  Por isso mesmo, não tardaram a mover-lhe um traiçoeiro golpe de Estado para o afastarem da Presidência da

O Ex-mercenário Peter Plácido Lopes, num vídeo publicado nas redes sociais, em  2017, acusou o ex-primeiro-ministro são-tomense, Patrice Trovoada, afirmações que voltou a confirmar na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) acrescentando que também o ex-Presidente são-tomense, Manuel Pinto da Costa, foi alvo de tentativa de eliminação física por duas vezes.

Em declarações prestadas à CPI, Peter Lopes disse: "estou aqui para dizer ao povo de São Tomé e Príncipe que o cidadão Patrice Trovoada, deu-nos ordens para matar Pinto da Costa, Fradique de Menezes, e Óscar de Sousa. Esses três líderes sabem que é perfeitamente verdade”.”.

Agosto 15-2017 - Senhor Patrice Trovoada, lembras que tu tens compromissos conosco sobre o Golpe de Estado de 2003, no qual o senhor foi financiador. Eu tenho cartas assinadas pelo teu gabinete, pela tua secretária para eu trazer investidores em São Tomé, trouxe, gastei tempo, gastei dinheiro, fiz compromissos. Quem vai pagar estes gastos todos? O senhor tem vários compromissos connosco, o senhor disse-nos que, uma vez no poder, ia-nos dar parte dos negócios que nós gostaríamos de fazer. Todos têm que saber, o senhor mandou-nos matar o senhor Pinto da Costa e nós não aceitamos. O plano do senhor, depois do Golpe era para assassinar o ex-presidente Fradique de Menezes. O senhor tem que lembrar que tem compromissos connosco a dizer para nós assassinarmos o Oscar Souza, o que nos negamos. O senhor tem que lembrar que foi a fonte da destruição dos 12, o senhor infiltrou o nosso grupo, destruiu os Búfalos”, declarou Peter Lopes no seu vídeo que divulgou em meados de Agosto. .


Fradique Menezesrecebeu-me em sua residência, em 2014 e  2019 na Quinta da Favorita e da Praia das Conchas , Num  reencontro cordial e amistoso, que remonta a uns meses  após o 25 de Abril e que haveria de se reforçar na altura da minha partida para a grande travessia oceânica de canoa – Pois, também, a irreverência do então jovem professor de francês, pelas questões políticas e sociais do seu país,  não passara despercebida à minha curiosidade e observação  jornalística, vindo a estabelecer com ele, por várias vezes, frequentes trocas de impressões e até calorosos diálogos. 

Por esse facto, também ele haveria de constituir-se, mais tarde, como um dos entusiastas patrocinadores da minha temerária aventura, que acabaria por resultar numa penosa e dramática odisseia de 38 dias à deriva nas águas do grande Golfo da Guiné, com partida de São Tomé, em meados de Outubro de 1975.
 
Assim sendo, regressado a esta ilha, 39 anos depois, o reencontro com Fradique de Menezes, após a audiência especial concedida pelo então Presidente Manuel Pinto da Costa, ambos apoiantes da temerária empresa marítima, bem como do Primeiro-Ministro, Leonel D´Alva, Miguel Trovoada, José Freth, Filinto Costa Alegre, Carlos Graça (já falecido), Albertino Bragança, Alda Espírito Santo (falecida),  entre outros dirigentes históricos do MLSTP, bem como pequenos e médios comerciantes,  impunha-se, naturalmente, nos meus desejos como um dever de amizade e de reconhecimento 

Honrosa e cordial recepção que acabaria por me ser concedida, uma vez mais graças aos bons ofícios do Coronel Victor Monteiro, Diretor do Gabinete da Presidência da República, ao qual, aqui manifesto o meu profundo apreço e alta estima.




“Caro Presidente: tenho uma surpresa para lhe fazer” – Foi deste modo que o Coronel Victor Monteiro, na tarde de quinta-feira, me anunciava pelo seu telemóvel ao anterior Presidente da República, Fradique Bandeira Melo de Menezes, dinâmico e prestigiado empresário e fundador e presidente do MDFM-PL – E a agradável surpresa era para lhe comunicar que  me encontrava na sua viatura,  próximo de umas das suas  maravilhosas propriedades agrícolas, creio que da Praia das Conchas,  quando nos dirigíamos  a caminho da cidade das Neves, dizendo-lhe que, eu, Jorge Trabulo Marques, o gostaria de cumprimentar. 

Foi, então, que, ao passar-me o mesmo telemóvel, num breve mas amistoso diálogo, ficou acordado que tinha muito gosto em me receber por volta do meio-dia da passada Sexta. – E, no seguimento deste convite, o de uma visita à sua mansão numa das mais belas praias das Ilhas Verdes - Agora na companhia de seus amigos e familiares

Este, pois, mais um gesto de simpatia, entre muitos outros, que tenho recebido, quer de personalidades conhecidas, quer anónimas, agora por parte de outra importante  figura histórica do processo democrático de São Tomé e Príncipe -.


O FACTO DE S. TOMÉ SER PEQUENO NÃO SIGNIFICA QUE LHE SEJA IMPOSSÍVEL ASPIRAR AOS MESMOS SONHOS DOS  GRANDES PAÍSES 


Sim, já lá vão quase 52 anos, em que, o Povo de S. Tomé e Príncipe pedia a independência total e acalentava um futuro risonho e mais justo.  

Os mesmos anos sobre a entrevista que me concedeu o Dr. Victor Correia e o Dr. Celestino da Costa – Este que, entre outros cargos ministeriais, haveria de ser  primeiro-ministro e chefe do Governo de São Tomé e Príncipe entre fevereiro de 1988 e o mesmo mês de 1991. . Faleceu em 24/12/2010. Hospital de Santa Maria, em Lisboa, vítima de doença prolongada~

Dizia ele que,“Pelo facto de S. Tomé ser pequeno, isto não quer dizer que vá precisar de esmolas; nós temos casos de países pequenos que não carecem de terem um exercito, ou mantêm  uma pequena força simbólica e esses países, também pequenos, não tem Universidade. E o caso de S. Tomé, pois não poderá  aspirar a ter uma Universidade. S. Tomé, após a sua independência, estabelecerá acordos com quem entender, a fim de assegurar todos esses aspectos que por si só não poderá; acordos que poderá salvaguardar a sua defesa, sem  efectivamente  ter um grande exército; acordos que poderão assegurar  a formação dos elementos  de S. Tomé  mais capazes  queiram prosseguir cursos superiores"

FAZER JORNALISMO EM SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE - NO ANTES E PÓS 25 DE ABRIL - 

Muitos foram os meus artigos censurados,  devolvidos ao autor, mesmo tendo em conta as loas que obrigatoriamente tinha de   dedicar à propaganda colonial, pois de outro modo era impensável escrever uma linha. Contudo, nem assim logrei captar a confiança do regime colonial, ao ponto de me ter sido instaurado um inquérito, que obstou a minha admissão nos quadros do então Emissor Regional de STP, da EN, onde trabalhava como ténico-operador, devido a um artigo por mim publicado na revista Semana Ilustrada.  Tenho ainda o documento dessa iníquia represália. Cheguei a São Tomé, tal como saí: sem nada nos bolsos.Todavia, possuidor de uma experiência de vida, que não há dinheiro algum que ma pague.

Recordo o dia em que, o dono do restaurante Palmar, prostrando-se à frente da porta da sala, me impedia de entrar, devido a um artigo a quem chamava de exploradores aos donos dos bares. 

Naquele momento, encontrava-se no seu interior, sentado numa das mesas, o  Dom Duarte Pio de Bragança, que teve um gesto à altura dos pergaminhos da sua nobreza: "deixe entrar esse senhor, que é meu convidado" - e lá me fui sentar à mesa do corajoso Príncipe, para minha reconfortante supressa e satisfação. Gesto este que acabaria por  consolidar um relacionamento muito cordial e honroso, que se prolonga até aos dias de hoje  


De recordar que, Duarte Pio, aquando da sua visita a S. Tomé, no âmbito da peregrinação da imagem da nossa senhora  de Fátima a estas ilhas, ofereceu ao então Presidente da República de São Tomé e Príncipe, Fradique de Menezes, algumas armas "históricas" da sua família.


Fradique Bandeira Melo de Menezes, nasceu em  Água Têlha, Mé-Zóchi, a 21 de Março de 1942 Foi presidente de seu país desde 3 de Setembro de 2001 até 3 de Setembro de 2011. A 16 de Julho de 2003, enquanto fazia uma visita oficial à Nigéria, o militar Fernando Pereira tentou derrubá-lo mediante um golpe de estado, porém Fradique foi restaurado no poder a 23 de julho do mesmo ano. – 

Nascido numa família de ascendência nobre, mantém a ligação à terra do pai e aos amigos que fez durante o liceu. A família, dita "de pergaminhos" e segundo Pedro de Menezes remontando a Leonor Telles, mulher do rei D. Fernando -  aliás,  Duarte Pio de Bragança deslocou-se a São Tomé para entregar a Fradique de Menezes as "armas" respetivas

Licenciado em psicologia aplicada na Bélgica, exerceu funções relevantes neste país afro – lusófono/insular de África Central, com destaque para Embaixador para Europa Ocidental e ex-ministro dos Negócios Estrangeiros e de 2000 à 2010, Chefe de Estado de São Tomé e PríncipeRei Philipe da Bélgica homenageou Fradique..


Filho de pai português de origem nobre e mãe  santomense


Diz quem conheceu,  Fradique, em criança, que ele " era um rapazinho muito simples, calado, pouco falador, com um grande sentido de justiça, atento às questões sociais, apaixonava-se de uma forma louca pelas moças e apaixonou-se por uma rapariga branca muito bem posicionada em Viseu. E apesar de ele ser de uma família com aspirações monárquicas, da nobreza, o facto de ser diminuía-o um bocado.


“Nascido numa família de ascendência nobre, o Presidente de São Tomé e Príncipe mantém a ligação à terra do pai e aos amigos que fez durante o liceu. Retalhos da vida de um menino da avó"


“Seria o pai de Fradique, que vivia em São Tomé, para onde tinha ido trabalhar como contabilista e onde conhecera a mãe do actual presidente, a pagar os estudos do filho, nascido em 1942, na "metrópole". "Nem sei se haveria liceu lá nas ilhas na altura, mas o pai dele quis dar os melhores estudos aos filhos", comenta Pedro de Menezes. Além de Fradique, viriam para Fataúnços, Vouzela, também a irmã Maria Helena e o irmão Aires, hoje a viver em Lisboa”.

“A família, dita "de pergaminhos" e segundo Pedro de Menezes remontando a Leonor Telles, mulher do rei D. Fernando - aliás, este mês Duarte Pio de Bragança deslocou-se a São Tomé para entregar a Fradique de Menezes as "armas" respectivas - estaria já à época do nascimento do actual presidente da antiga colónia portuguesa em alguma decadência económica. "Passaram por períodos muito difíceis no século XX, e nos anos 60, quando a conheci, a avó de Fradique já só tinha uma empregada em casa”


(…) “Jaime Gralheiro, um advogado e dramaturgo da terra dez anos mais velho que conheceu Fradique no grupo de teatro em que este e Florido militavam, tem algo a dizer sobre o assunto. "Conheci o Fradique salvo erro em 1961/62, quando o grupo de teatro dirigido por um padre progressista, Augusto Carvalho [mais tarde jornalista do Expresso], pegou numa peça que eu tinha escrito. (…) escolhi o rapazinho mulato, o Fradique, que então estava no Colégio de Santo Agostinho.


Quando foram os dois para Moçambique iam muito a casa de uma irmã minha que lá vivia, casada com um funcionário público. Foi um período muito doloroso para eles. Depois foi para a Bélgica acabar os estudos e foi seguindo a sua vida e quando dei por mim ele era primeiro-ministro de São Tomé e quando dei por mim era presidente A adolescência portuguesa de um presidente africano 


EMPRESÁRIO E POLÍTICO

 Quando o presidente Fradique de Menezes chegou, ele impressionou tanto os especialistas quanto o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush. A revista "New Yorker" escreveu: "Quem precisa da Arábia Saudita quando se tem São Tomé? São Tomé e Príncipe: como roubar uma nação africana - 


DE RECORDAR QUE, S.A.R., DOM DUARTE OFERECEU AS ARMAS HISTÓRICAS AO PRESIDENTE DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE 

São Tomé 06 de Maio (Lusa) - O Herdeiro do Trono Português, Dom Duarte Pio, ofereceu hoje ao Presidente da República de São Tomé e Príncipe, Fradique de Menezes, algumas armas "históricas" da sua família.

Na ocasião, Dom Duarte Pio disse que as obras oferecidas a Fradique de Menezes são "um símbolo da amizade e consideração que tem pelo presidente e pela nação são-tomense, uma lembrança com valor simbólico". A família do presidente Fradique de Menezes tem armas esculpidas com brasão e portanto achei um gesto importante oferecer essas armas da família", adiantou.

O Herdeiro do Trono de Portugal anunciou, na ocasião, que vai mobilizar donativos para obras sociais e de caridade da Diocese de São Tomé e Príncipe.
A intenção é "potenciar a ação social das igrejas no desenvolvimento do mundo rural, projetos de escolas de marcenaria, carpintaria e jardinagem", explicou.

"Dom Duarte, remeteu-me aquilo que a gente chama as armas da família Mello de Menezes, a minha família brasonada. Essas armas já estão no edifício da minha família, onde uma vez ou outra costumo ir de visita, em Viseu", explicou o chefe de estado são-tomense http://realfamiliaportuguesa.blogspot.com/2011/05/sar-dom-duarte-ofereceu-as-armas.html

IGUALMENTE DISTINGUIDO PELO REI DA BÉLGICA – Em Outubro 2013 - Desde 16 de Outubro último que o Rei da Bélgica atribui a distinção honrosa ao ex-presidente Fradique de Menezes. A distinção que homenageia Fradique de Menezes, pelo papel desempenhado no reforço da cooperação entre São Tomé e Príncipe e o reino belga, foi entregue na última quinta – feira pelo embaixador Charles Dogne. «Cada vez que eu falo da Bélgica e do tempo que eu vivi nesse país, o Reino da Bélgica invade-me uma emoção muito grande», declarou Fradique de Menezes, quando recebeu a distinção na sua residência, a Quinta da Favorita. Rei da Bélgica homenageia ex Presidente Fradique de Menezes ...

 Recorde-se, que, segundo referem observadores internacionais,  Fradique de Menezes jogou um papel preponderante na alta diplomacia mundial, onde foi o intermediário na normalização da relações entre Bush e Kadafi. -  Fradique de Menezes gozava de excelente relações interpessoais, tanto com Bush, como com Kadafi. O mundo não fala disso, mas seguramente que o nome de Fradique de Menezes ficou registado na Casa Branca, com letras de ouro.


"Eu tive que ler o último romance de Michel Jobin, Projeto São Tomé . E adorei! Fui apanhado neste thriller político; Fui preso pela história e fiquei preso com a intriga, os personagens e os meandros criminosos da política internacional. Um romance bastante emocionante! Eu aconselho-o a você, sem reserva"

 Amantes de thrillers políticos, romances de espiões, fãs de John Littell, Tom Clancy ou Robert Ludlum, eu recomendo a descoberta deste autor de Quebec de grande talento!Nesta primavera fria e chuvosa, aproveite o calor e o clima tropical de São Tomé ... Uma leitura de verão obrigatória!


O "Projeto São Tomé" o manterá em 660 páginas. Cada capítulo irá trazer muitas torções, atos de traição, violência e, o mais importante, isso fará com que você perca algumas ilusões políticas, pelo menos, se você ainda tivesse alguma
.
 
À
s vezes, surpreendido por um ato criminoso de um ou outro desses agentes secretosalguém se pergunta se na "vida real", pode realmente acontecer, se acontecer assim realmente! 


Michel Jobin não responde esta pergunta, pelo contrário! Ele nos deixa com nossas dúvidas e nossas incertezas. Nos mergulha nos corredores escuros da CIA e Guoanbu e nos mostra os cantos menos nobres. Além disso, ele não nos dá descanso, nenhuma ruptura; ação, turnovers, surpresas de tirar o fôlego. Um verdadeiro suspense!

“Quando os geólogos descobrem uma reserva de petróleo bruto fora da ilha estimada em cinco biliões de barris, Da Silva entende que ele finalmente tem os meios para suas ambições. Mas, ao preparar um convite à apresentação de propostas para confiar, em toda a transparência, a exploração do depósito para o óleo mais generoso, as forças estão operando nas sombras. 

Apenas três dias após a descoberta, uma tentativa de golpe prejudica seriamente o otimismo de João, que é forçado a dar a um país vizinho uma percentagem do depósito em troca de sua vida. Mas, ao mesmo tempo, dois homens chegam à ilha sob uma falsa identidade: Tom Hendrix, CIA e Jiang Meng, serviço secreto chinês.
A partir de então, São Tomé está envolvido em uma nova batalha na qual a força bruta é substituída por astúcia e manipulação ... e em que Santomenses contam muito pouco http://www.alire.com/Romans/ProjetSaoTome.htm. .... Projet Sao Tomé - Alire

A obra literária, editada  em 19 de setembro de 2013 pode ser adquirida na Internet, sob várias versões: Amazon.fr - Projet Sao Tomé - Michel Jobin - Livres… Projet Sao Tomé - Livre Policier Poche - Cultur
O livro, embora desconhecido em S. Tomé e Príncipe, é, no entanto, do conhecimento de Fradique Menezes, desde há 4 anos, que nos deu o prazer de no-lo mostrar na sua residência, ao lado de outros amigos  - Não  sendo exibicionista, como é Patrice Trovoada, mas  uma pessoa simples e afável, não tem feito gala dessa notável distinção, que é seguramente ao mesmo tempo uma extraordinária demonstração  da realidade politica das maravilhosas mas tão sacrificadas e cobiçadas Ilhas Verdes do Equador.




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