A Ilha de S. Tomé, que dista a cerca de 140 km uma da Ilha do Príncipe. e a cerca de 250 da costa noroeste do Gabão, tem à sua volta 19
ilhéus, sendo o mais famoso o Ilhéu das
Rolas, sobre o qual passa a linha do Equador.
No entanto, aquele que mais se destaca,
quer da orla marítima, quer quando se viaja de barco ou de aviação e a Ilha
começa a sobressair no vasto no Golfo da
Guiné, sim, à superficie das águas quentes do oceano, é, inevitavelmente, também a imagem do Ilhéu das Cabras, com o emblemático farol num dos pontos mais
proeminentes do seu relevo. .
O ilhéu não é habitado mas correm
informações nas redes sociais, que está previsto um interessante projeto de uma
série de bangalôs, dos quais, os seus
futuros ocupantes, poderão desfrutar de uma situação particularmente privilegiada,
tanto em termos panorâmicos, como de natureza náutica.
Estes os ilhéus, que pontificam em torno da maior ilha do arquipélago.
Ilhéu do Coco Ilhéu São
Miguel Ilhéu Gabado Ilhéu dos Cocos Ilhéu Jalé Ilhéu das Rolas ilhéu Quixibá Ilhéus Sete Pedras Ilhéu Catarino Ilhéu Santana Ilhéu Portinho Ilhéu Boné de Jóquei Ilhéu dos Mosteiros Ilhéu das Cabras Ilhéu Bombom Ilhéu Caroço Ilhéu Tinhosa Grande Ilhéu Tinhosa Pequena Ilhéu Còracòra
As duas Ilhas no Top 20 das melhores atracões
Tal como é referido, São Tomé e Príncipe, é um país repleto de inúmeros monumentos, casas,
paisagens e praias que , não deixam de impressionar o visitante e perpetuar-se na sua memória como os lugares mais lindos do
mundo.
O fluxo turístico, tem sido definido pelos sucessivos governos de São Tomé e Príncipe, como o mais importante sector no desenvolvimento da economia de ambas as ilhas, tendo entrado, pela primeira ve, no TOP 10 dos principais destinos turísticos do mundo no ano 2014, mas depois saiu do TOP 10. 5 anos depois, ressurge na principal promoção mundial de destinos turístico e como primeira opção para os turistas em 2019, no grupo de 10 países.
Pico Cão Grande – Outra das mais impressionantes referências turísticas.Ergue-se ao sul da Ilha de S. Tomé, sem
dúvida, a Torre Efel desta Ilha, de formação
basáltica, originário de um vulcão extinto,
com mais de 660 m de altitude e cerca de 2,5 a 4 milhões de anos.
O Papa nomeou nesta terça-feira (9/1/2024) como Bispo da Diocese de São Tomé e Príncipe, o Padre João de Ceita Nazaré, do Clero da mesma Diocese e que era até agora Delegado do Administrador Apostólico e Pároco da Catedral de Nossa Senhora da Graça em São Tomé.
O agora Dom João de Ceita Nazaré nasceu a 22 de agosto de 1973 em Trindade (ilha de São Tomé). Frequentou o Seminário Maior de Lisboa e foi ordenado sacerdote a 4 de agosto de 2006. Obteve a Licenciatura em Teologia pela Universidade Católica Portuguesa e licenciou-se em Magistério e Literatura Portuguesa pelo Instituto Politécnico de Bragança.
Desempenhou até agora os seguintes cargos: Pároco em Angolares e Ribeira Afonso entre 2007 e 2016; responsável da Cáritas Diocesana e da Rádio Jubilar; docente da Universidade de São Tomé e Príncipe; Vigário Geral da Diocese de São Tomé e Príncipe de 2010 a 2022; Delegado do Administrador Apostólico e, a partir de 2016, Pároco da Catedral de Nossa Senhora da Graça em São Tomé.
O anúncio foi feito pelo núncio apostólico para Angola e São Tomé e Príncipe, o cardeal Dom Giovani Gaspari, na presença de padres, madres e religiosos.
“O trabalho não vai ser fácil e agradeço o que todos têm feito. […] sempre rezamos por este momento e que continue a ser esta testemunha credível do evangelho e que saiba expressar o seu testemunho e dignidade para com Deus”, referiu Dom Giovani Gaspari.
Reagindo, Dom João Nazaré agradeceu e pediu o apoio de todos para continuar a levar o projeto de construção e edificação da igreja católica.
“Agradeço a Deus pela confiança, a cada um de vocês para que continuemos esta tarefa que é de Deus. Peço a cada um de vocês que me ajudem para levarmos em diante este grande projeto que é a construção e edificação desta igreja que é São Tomé e Príncipe e que todos nós amamos. Só unidos seremos capazes de trilhar caminhos.
Peço a vossa oração, para que Deus misericordiosos nos acompanhe, peço a São Tomé e Santo António para que essa nossa tarefa seja sempre de acordo com a vontade de Deus “, realçou o prelado.
Há um ano que a Diocese era gerida pelo Administrador Apostólico o Bispo Dom António Bengui, que, na ocasião considerou “fundamental” o agradecimento desta solicitude pastoral. Bengui avançou que, nos próximos dias, irão trabalhar e concertar sobre os procedimentos para a ordenação episcopal e tomada de posse.
Satisfação é o sentimento de muitos são-tomense e cristãos católicos por esta escolha, que dizem esperar há muito. “Estou muito feliz.
Sempre desejamos um bispo ‘nosso’, natural e Deus hoje ouviu as nossas preces. Não poderíamos ter tido um bispo melhor. Aleluia”, disse Sara Neto. Por sua vez, Adelaide Barreto, outra fiel católica, destacou o facto de São Tomé e Príncipe sempre ter bispos portugueses. “Chegou a nossa vez. Padre João é a pessoa certa para este lugar. Ele está sempre com os fiéis dele. Vou rezar para Deus continuar a nos abençoar”, afirmou.
Já Felisberto Brança definiu o novo bispo como sendo “um homem trabalhador, com espírito patriota”, assumindo a sua satisfação. “Estou muito feliz, muito feliz mesmo. Ele é um homem de fé e paz. Sei que ele vai fazer muito por nós e pela diocese. E que Deus o abençoe”, frisou.
Para o bispo emérito, Dom Manuel António dos Santos, a escolha do padre João de Ceita Nazaré para o suceder é uma “alegria grande” e também “uma afirmação da maturidade da igreja de são Tomé” que, pela primeira vez, tem um filho da terra a presidir o destino da igreja local.
“Rezo para que Dom João seja verdadeiramente o pastor indicado para este povo com grande sentido de serviço e que ele possa contar com todos os religiosos e o povo em geral para o desempenho da sua missão”, concluiu Dom Manuel António.
Por gélidos caminhos que me viram nascer -Felizes aqueles que não perdem a
esperança de que, a vida não finda, mesmo depois de finda a viagem
terrestre...Há outro caminho celeste a percorrer.
Não possuo na minha aldeia, campos ou pedras de grande valor
Sim, a riqueza material ou outros bens é coisa que não me importa
conquanto possa continuar a contar com a pureza de uma rosa.
ou a certeza de que não perderei a liberdade
de desfrutar e sentir a vida com espírito de amor!
Em qualquer povoação,
vila ou cidade, ou junto a caminho do mato ou da estrada, há sempre um lugar
aprazível onde o visitante ou residente poderá desfrutar dos deliciosos sabores
dos pratos típicos e descobrir nestas paradisíacas ilhas, a banana, a fruta-
pão, o peixe, o búzio, o calulu, os mariscos, uma diversificada e magnifica
ementa e por um preço bem mais em conta de que noutras paragens.
Pena os salários ali serem tão modestos e a pesca à volta das ilhas, base principal da confeção de muitos dos saborosos pratos, estar a ser varrida por frotas estrangeiras, tornando-se cada vez mais difícil aos pescadores das canoas, encontrarem peixe nas proximidades da orla marítima. .
Em Tomé e Príncipe o tipo de gastronomia é influenciado não só pela história do passado (descobrimento, povoação e colonização), mas também pela própria localização geográfica do país e tipo de clima existente.
Tal como é referido, "as características climáticas permitiram o desenvolvimento de várias espécies de
vegetais que se refletem grandemente na cozinha são-tomense. Assim os tipos de pratos típicos existentes são: Ijogó, BláBlá, Izaquente, Calúlú, Kisaca, Feijão a moda da terra, Soô de matabala, Fruta-pão com peixe salgado, Pirão de farinha de mandioca, Polvo, Omelete a moda da terra, pastéis de matabala, Molho Fogo, Azagoa, Mbelela, Fungi Maguita, Lússua entre outros.
Jorge Trabulo Marques - Jornalista Video com desfilme de imagens
A velocidade, os dribles e as assistências de Gyökeres voltaram a ser os momentos mis empolgantes da equipa leonina na 16ª jornada
Dois golos de Marcus Edwards , aos 21 e 45+2 minutos, Pedro Álvaro, na própria baliza aos 51, Pedro Gonçalves aos 69 e Trincão aos 78. – A equipa canarina pôde reduzir o resultado dos 5-0 para 5-1 aos 82’ por Cassiano.
Com este
resultado, em jogo da 16ª jornada, o Sporting, passou a somar 40 pontos, mais quatro do que o Benfica, que
joga no sábado com o Arouca e a cinco do FC Porto, que veio a empatar 1-1no Bessa
Aqui
deixámos algumas das imagens que registámos apenas na 2ª parte, visto termos
tido um problema técnico na máquina fotográfica, na 1ª parte, que só resolvemos
na 2ª parte.
ANGOLARES E O REI AMADOR – DOIS TEMAS INDISSOCIÁVEIS, QUE TEM DESPERTADO A MAIOR CURIOSIDADE EM S. TOMÉ E PRÍNCIPE
De facto, trata-se de um tema, dos mais apaixonantes nas Ilhas Verdes do Equador, que tem dividido estudiosos, sobre o qual são conhecidas várias análises e interpretações, mas sobretudo da origem dos Angolares, considerado um dos mais notáveis e antigos heróis da resistência ao colonialismo, que tem o seu busto erguido junto à entrada do Arquivo Histórico de S. Tomé e Príncipe, cuja imagem é cunhada no dinheiro santomenses, em papel e em moeda, sendo-lhe dedicado o dia 4 de Janeiro, como feriado Nacional A que nos referimos, ainda mais pormenorizadamente. emhttps://canoasdomar.blogspot.com/2021/01/rei-amador-s-tome-e-principe-homenageia.htmle, anteriormente, em https://canoasdomar.blogspot.com/2018/01/a-origem-dos-angolares-da-ilha-de-sao.html
Um dia especial para se recordar a bravura e a coragem de quem se bateu pela libertação do seu povo do jugo escravo mas poderia também ser a oportunidade para se refletir nos erros, de que enferma grande parte da governação da África independente, nos salários miseráveis e na exploração de mão-de-obra infantil - Segundo um relatório da ONU, ONU, a escravatura persiste em África como um flagelo dos tempos modernos - Estima-se que mais de 40 milhões de pessoas estejam submetidas a trabalhos ou casamentos forçados e outras formas de exploração
Diz a STP-Press 4 que, o governo através da ministra da Educação, Cultura e Ciências, Isabel de Abreu apelou hoje aos estudiosos, investigadores e professores universitários a produzirem mais obras de investigação sobre a história do Rei Amador, a figura emblemática da historia de São Tomé e Príncipe.
Mas quais a dúvidas que ainda persistem ou do que será preciso desfazer? ..... Sabendo-se que apenas existe um único documento que fala da revolta de Amador, existente nos arquivos do Vaticano, cuja cópia e tradução, a que tivemos acesso, se encontra na BN e na Torre do Tombo, em Lisboa e é bem explicita,
Sim, tem razão, o antropólogo, historiador e sociólogo alemão, Herhard Seibert, ao discordar que o rei Amador, líder da grande revolta dos escravos, em 1595, tenha morrido no dia 4 de Janeiro - Afinal, a tradução do documento é bem explicita, como atrás é referido . Ou seja, foi enforcado e escortejado em em 4 de agosto de 1595,
Fala-se do documento existente no Vaticano e de cópias na BN e noutros arquivos mas, pelos vistos, parece que à tradução do documento original, terão escapado pormenores importantes:a data da sua morte: é em 4 de agosto de 1595, os mesmos cinco negros principais aliviados, pegaram o falso rei Amadore levado e amarrado à cidade de S. Tomé, que, colocado em couro de bode, foi arrastado por um rabo de cavalo para lhe cortarem as mãos, enforcado, esquartejado, e o mandaram colocar em locais públicos. -Tradução do antigo italiano para o Português- É provável que possam existir algumas imprecisões mas estes são os excertos que nos foi possível traduzir e com a perda de muitas horas.
Segundo documento, existente no Vaticano, do qual pudemos extrair a sua cópia, em aturadas pesquisas que fizemos na BN e na Torre do Tombo, é dito que, o Rei Amador foi barbaramente assassinado, em 4 de agosto de 1595,"os mesmos cinco negros principais aliviados, pegaram o falso rei Amadore levado e amarrado à cidade de S. Tomé, que, colocado em couro de bode, foi arrastado por um rabo de cavalo para lhe cortarem as mãos, enforcado, esquartejado, e o mandei colocar em locais públicos.
"REVOLTA DOS PRETOS EM S. TOMÉ (1595) - Amador, preto revoltado, é preso e enforcado - Excomunhão negro lançada pelo Bispo ao Governador da Ilha.
Tradução Domingo, 9 de julho de 1595, estando alio povo da igreja, um negro levanta-se com outros cinco ou seis aliados na ilha de S. Tomé e cada um deles conduziu com eles todos os escravos dos bens de seus senhores que podiam e mataram todos os homens brancos e mulatos (filhos de brancos e negros) que noutros lugares daquela terra, tanto nas casas como no campo, e então com uma grande multidão eles invadiram a Igreja da Paróquia de S.Tomé •-E também mataram da mesma maneira o branco quando o tomaram, não enquanto a missa foi dita e o padre era morto se ele não tivesse escapado: beberam no cálice em que era celebrada e queimaram a Igreja. Depois disso, eles foram matar um sacerdote que era o mestre dos principais solleuários e juntos mataram um fazendeiro que cuidava de sua propriedade, que, depois de saqueada, a queimou com ingenuidade como brucaro. No mesmo dia eles queimaram até o décimo quinto lugar e, enquanto se afastavam, levaram todos os filhos e filhas que encontraram neles, submetendo-os à obediência! O primeiro negro que se levantou, chamado pelo nome Amadore, - Pormenores mais à frente
AMADOR - HERÓI E FIGURA INCONTORNÁVEL DO PASSADO HISTÓRICO DAS ILHAS VERDES DO EQUADOR - - A origem ancestral dos réis e imperadores não é exclusivamente europeia - Nem foi tão pouco no chamado velho continente que começou, quando o Egipto já tinha imperadores - Sim, num tempo em que a Europa ainda vivbia praticamente mergulhada na penumbra e nas trevas da ERA DA PEDRA
"REVOLTA DOS PRETOS EM S. TOMÉ (1595)
SUMÁRIO - Amador, preto revoltado, é preso e enforcado - Excomunhão lançada pelo Bispo ao Governador da Ilha.
No anno de I595 um preto da Ilha de S. Thomé, chamado Amador, se levantou com os homens da sua cor, e se proclamou Rei da mesma Ilha, commettendo os excessos que eraõ de esperar d'uma besta feroz; fazendo se lhe uma guerra de extermínio, veio a ser prezo, e enforcado em I 595 (1), com alguns dos seus complices.
Deu occaziaõ a este attentado a desordem e confuzao em que estavaõ os povos da Ilha, por cauza da excomunhão fulminada pelo Bispo Dr. Fr. Francisco de Villanova, contra o Governador D. Fernando de Menezes, em 1594
RELATÓRIO DOS FACTOS OCORRIDOS EM S. TOMÉ, EM 1595 - Tradução da cópia do documento existente nos arquivos do Vaticano - Sujeita a algumas imperfeições, pese o esforço para a colocar em texto neste site. - Hoje o seu busto e uma estátua, concebidos pelo escultot Zémé, está presente no coração da cidade S. Tomé, capital do arquipélago, perpetuam a sua memória
SUMÁRIO-Capitaneados por Amador, que se fizera eleger Rei, dos pretos, amotinados, queimaram a cidade de S. Tomé, abrasaram as igrejas, profanaram os vasos sagrados, mataram um Padre, destruíram os engenhos de açúcar-Presos finalmente os responsáveis, foram duramente justiçados.
(...) Um pouco mais tarde, mais de 4.000 escravos, que seguirão o falso rei, obedeceram a Sua Majestade; Esperando que esse excesso lhes seja perdoado, devido ao Bando enviado pelos Capitães da Ilha, que, em termos do décimo quinto dia, pediram a todos os rebeldes que voltaram, e, como muitos estão desaparecidos, estendo o referido prazo por mais três dias, período em que quase todos se envolveram, porque a força ainda permanece no campo, considerando o grande dano que causaram, que, por calcular, queimaram sessenta posses com seus talentos de abobrinha e com o tempo que ele já havia sido encurralado
Quem era o escravo de um homem gentio chamado Don Fernando, e, nessa mente, criou o referido Negro para Rei, jurando obedecê-lo até a morte: e ele, com sua indústria, reuniu mais de duas mil pessoas para lutar por muitas outras pessoas, quem está sob sua obediência e, como são prejudicados pelas posses e gênios dos zuccari, para fazê-lo obediência, ele ordena que eles queimem sua mente. Onde em três dias queimaram mais de 30 com outras propriedades.
Na sexta-feira seguinte, em 14 de julho de 1595, os negros e seguidores começaram com a bandeira levantada para combater o Ciccà três ou quatro partes com o espírito de queimá-lo, e eram mais de oito mil, mas os terraços lhe responderam com grande coragem, matando mais deles do que 300, sem nutrir nossos mais de três ou quatro. Depois disso, os negros se viraram pesadamente e Cirrà os avisou com muitos espiões nas ruas; (. . )e, ao os negros queimaram todos os bens que encontraram. .
No dia 28 do referido dia (1), devolta o rei a coberto da noite. liderando mais de duas mil e quinhentas pessoas com ele a combater, entre arquebusiers et sagitarij. Com medo da arte, finalmente na manhã seguinte iniciou a escaramuça em cinco ou seis partes com muito ímpeto e durou até meio dia, e mais de quinhentos negros morreram nela e no mesmo dia mais de cem foram enforcados, e na escaramuça morreu um capitão, chefe deles, que era dos apaziguadores do do povo negro, e essa hora começou a lutar contra a cidade pela parte de Santo António, e com tudo o que os seguimos, o rei falso até uma possessão onde ele tem sua força principal
Com tudo isso nosso Senhor foi seguido, até que, em 4 de agosto de 1595, os mesmos cinco negros principais aliviados, pegaram o falso rei Amadore levado e amarrado à cidade de S. Tomé, que, colocado em couro de bode, foi arrastado por um rabo de cavalo para lhe cortarem as mãos, enforcado, esquartejado, e o mandaram colocar em locais públicos.
Dos outros cinco, dois foram aplaudidos, um cortou as mãos, um cortou as mãos, outro foi enforcado e esquartejado por hauer arnazzato que! Ele parecia ser seu mestre acima, e os outros dois permaneceram presos, para pagar suas dívidas
Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Video com belos mergulhos
São Tomé e Príncipe – 1º Mergulho do ano ou a “lavagem do ano” Video com belos mergulhos na Praia de Fernão Dias, em 2016 e junto à Fortaleza S. Sebastião, em 2014 - Não foram recolhidas no 1º dia do ano mas é assim com esta mesma alegria, que, uma vez mais o primeiro banho do ano é aproveitado para belos mergulhos e num ambiente de caloroso entusiasmo e liberdade.
Nestas maravilhosas ilhas, de águas quentes e cristalinas, a passagem do ano, desde o tempo colonial, tem sido festejada com os tradicionais mergulhos dos santomenses nas praias, de águas quentes e límpidas, quer vestidos ou de calções.
Logo pela madrugada, antes ou depois do sol equatorial se levantar no horizonte, muitos dos jovens e adultos vão festejar a entrada do novo ano à sua maneira, dirigindo-se às praias mais próximas das suas habitações.
É também uma forma de se esquecerem as agruras da vida., privações ou tristezas e se desejarem melhores dias.
Referem noticias de STP, que , embora de maré baixa, logo pelas primeiras horas do 1º dia do ano 2014, os santomenses da capital, se dirigiram para a praia localizada perto do Museu Nacional de São Tomé.
Tendo os banhos decorrido, sem incidentes, num ambiente alegre, tal como pôde constatar o controlo e fiscalização das autoridades policiais, nomeadamente, Comando da Policia Nacional, Corpo dos Bombeiros, Guarda Costeira bem como elementos das camaras municipais entre outras entidades afins.
“ Até então tudo está a decorrer dentro da normalidade, num clima de tranquilidade, calma e paz” – assegurou o comissário da Policia Nacional, Odair dos Anjos, sublinhando que “ de igual forma a noite de réveillon também foi calma sem registo de gravidades”
Partiu para a eternidade o símbolo do Futebol Clube Tirsense e de Santo Tirso, esta terça-feira, aos 84 anos.. Meu abraço de saudade pela devoção prestada ao desporto - Sei que ficará na memória de todos quantos o viram jogar ou com eles conviveram e de toda a população desta linda cidade erguida à beira do Rio Ave.
Natural de Santo Tirso, nascido a 21 de julho de 1939, foi jogador do Futebol Clube Tirsense e do Futebol Clube do Porto na década de 60 e 70 e esteve presença no Campeonato do Mundo de Futebol em 1966 naquela que foi a melhor presença de sempre de Portugal com um 3º lugar.
O «Internacional português foi o primeiro atleta do FC Porto a jogar um Mundial» - Na sua carreira, o internacional português jogou pelo Tirsense entre 1955 e 1960, tendo depois seguido para o FC Porto, camisola essa que vestiu entre 1960 e 1968.
Nos últimos anos da sua carreira, voltou ao FC Tirsense e foi lá que pendurou as chuteiras, na época de 1971/1972. No seu palmarés tem uma Taça de Portugal, ao serviço do FC Porto (1967/1968), e em 1966 recebeu a Medalha de Prata da Ordem do Infante D. Henrique, depois do Mundial de 1966, em Inglaterra.
O defesa, ao longo da carreira como futebolista, fez 211 jogos oficiais e marcou dois golos. Alberto Festa, natural de Santo Tirso (21 de Julho de 1939), cidade onde nos cruzamos com ele, numa visita à cidade e à Escola Agrícola, onde me lancei para a vida –
Recordou-me, num casual e agradável encontro, algumas das recordações da sua vida profissional de jogador de futebol, na posição de defesa, quer como jogador do Tirsense, onde começaria a sua carreira, quer como uma das antigas glórias do Futebol Clube do Porto e da Seleção Nacional, mas também como treinador, memórias de uma vida com 30 anos dedicados ao serviço do desporto.
Representou o Futebol Clube Tirsense e o Futebol Clube do Porto. No princípio dos anos 60, o FC Porto tinha um grande problema para resolver: arranjar um substituto para Virgílio Mendes, o "Leão de Génova", que realizara 17 épocas no clube.
A aposta foi num jovem que pontificava no Tirsense, de nome de guerra Festa. Rapidamente se provou que o posto de defesa-direito estava de novo bem preenchido.
ANIVERSARIANTE - Luís Pereira de Sousa, meu amigo e antigo camarada na
Rádio Comercial, com mais de 4 décadas de atividade, na Rádio, na Imprensa, no
Cinema, na Televisão e agora também na literatura Completou, no 1º dia de
Janeiro, mais um ano de vida, a que tive o prazer de me associar com muito
gosto.
Trabalhou em diversos órgãos de comunicação social portugueses e estrangeiros, ao longo de quatro décadas. Como locutor e realizador, fez programas de rádio nos Emissores Associados de Lisboa, Emissora Católica de Angola, Rádio Clube de Moçambique e South Africa Broadcasting Corporation, da África do Sul. Foi também correspondente de várias estações em África e na América, e ainda autor, realizador e apresentador de programas na RDP e na Rádio Comercial.
«Pânico à Beira-Mar” – Romance de Luís Pereira de Sousa , que lhe fala
de um país a naufragar – Rendido à força tentacular que se implantou nos
sectores nevrálgicos, desde a economia às finanças, conforme os interesses em
jogo e intentos – É ela que decide quem coloca à frente dos postos
determinantes e até dos governos dos vários países
O Dinheiro precipita-se sobre as empresas, sobre os mercados e sobre os media. O autor sabe o que fala. Não por ter praticado, mas por ter testemunhado" -- Disse o jornalista e escritor, Artur Portela Filho, numa análise à referida obra, na Casa da Imprensa, em
Lisboa. em Outubro de 2013
"Um dos protagonistas deste livro é o mar".
"Portugal e o mar: os delírios de grandeza e de imunidade de uma sociedade
subitamente comunitária - estou a pensar na entrada em cena da eurocracia, do
mercado comum, da adesão de Portugal ao mercado comum, aliás CEE (..) também o
livro reflete estilhaçadamente o caos, que foi o da década de betão e dos
silêncios cúmplices e das cumplicidades gritantes, da marca de corrupção e dos
já passeios planetários e agora das agências de notação dos mercados. O retrato
do grupo em forma de população, em forma de Portugal.
(..) Este livro é pois
também uma crónica do Portugal de mais de 40 anos de país -- Uma larga e
extensa reportagem que termina alegoricamente em forma de naufrágio. (..). Num
país que é o nosso problema (...) hoje dando ao título do livro, num quase pânico,
num dos pânicos da responsabilidade do escritor, do jornalista e do homem de
televisão. É significativo que esta memória ficcionada, esta ficção
historiográfica" "é também o convite "ao debate sobre o papel do
serviço público de televisão. Neste momento a ocorrer de uma forma muito
controversa, muito dramática Mais uma vez o Estado não pretende saber o que é a
televisão.
Artur Portela Filho Fundador do Jornal Novo e da revista Opção, colaborou durante a carreira com várias publicações nacionais e publicou mais de duas dezenas de obras. Faleceu com 83 anos, vítima de covid-19, em 10 de Nov de 2020.
Como jornalista, foi redactor do Diário de Lisboa nas décadas de 50 e 60, e fundou e dirigiu o Jornal Novo, entre 1975 e 1977, uma publicação “de combate contra a direita, a extrema-direita e contra o gonçalvismo”, disse numa entrevista ao PÚBLICO em 2018. Fundou também a revista Opção, durante a década de 70, e colaborou com outros jornais como o República, A Capital ou o Jornal do Fundão. Mais recentemente colaborou com o jornal –
.PÂNICO À BEIRA-MAR – Traduzido em francês pelo Professor Olímpio Lucas Sobral, autor de outras traduções, como Aldeia Global e o seu Castelo, de Filiphe Paraire professor residente em França, há vários anos, onde tem vindo lecionar no ensino secundário e superior, estando, atualmente, a traduzir, Antologia do Conto Português Contemporâneo
Panic en Bordo de mer - EdiLivre – E está a ser distribuído pela Amazon
"Deus, o Diabo e Eu - Outro livro de Luis Pereira de Sousa –.
A história real e emocionante narrada na
primeira pessoa do Jornalista, Escritor e Navegador de Veleiro, que esteve
entre a vida e a morte e voltou à vida: a fantástica experiência de quem esteve
quase afogado na água salgada e foi salvo
. "Deixei de ser o mesmo. Agora
lanço um profundo, longo e estridente grito de revolta e insatisfação”….
"Em Abril de 2013, uma viagem romântica num veleiro terminou da pior
forma. Luís Pereira de Sousa caiu ao mar.
Ninguém assistiu à queda, tendo
sido salvo no último minuto, quando apenas restava oxigénio num décimo do
pulmão esquerdo. Entre a vida e a morte, entre Deus e o Diabo, sobreviveu para
revelar a mais impressionante experiência por que um ser humano pode passar.
Sem filtros nem tabus, conta todos os pormenores da sua luta. Preso à vida por
um fio, passou dias e noites de tormento no hospital, com outros moribundos,
numa guerra que se tornou colectiva. Desesperado, entre o bem e o mal e o
confronto consigo próprio e com os outros, deparou-se com revelações difíceis
de imaginar noutras circunstâncias.
Luís Pereira de Sousa,
nasceu no início dos anos 1940 na Casa de Saúde da Boavista, no Porto, local
onde sua mãe, residente em Lamego, se vira obrigada a deslocar–se para dar à
luz um casal de gémeos. A mãe era professora primária, natural de Lamego, e o
seu pai era um oficial de finanças natural de Olhão. A família foi viver para a
Parede e, mais tarde para Sassoeiros, locais onde a mãe desempenhou a função de
professora. Acabariam por se fixar em Carcavelos, junto ao mar, elemento
preponderante nos gostos da família.
Primeiros passos no jornalismo
Com 19 anos produziu e apresentou um programa de rádio, com informação e
divulgação do Concelho de Cascais, denominado "Cascais Entre o Mar e a
Serra", no Clube Radiofónico de Portugal, patrocinado pela Farmácia
Cordeiro. Como repórter desportivo entrou nas Produções Lança Moreira que
produziam o programa Golo, no Rádio Clube Português.
Colaborou em vários programas dos Emissores Associados de Lisboa, tais como
"Clipper Musical" e "Ouvindo as Estrelas", na Rádio
Renascença.
Foi convidado para ser locutor do Rádio Clube Português, completando a sua
actividade na altura com locuções nos principais jornais de actualidades
cinematográficas. Entre estes, contavam-se "Rivus Pathe Magazine", da
Telecine Moro e "Visor" de Perdigão Queiroga. Esta experiência permitir-lhe-ia
anos mais tarde vir a ser realizador, redator e locutor do "Jornal de
Atualidades Cinematográficas", do Instituto Português de Cinema.
Colaborações com rádios estrangeiras Pelas limitações na prática do jornalismo
de então, desenvolveu uma intensa atividade como correspondente de várias
estações portuguesas de África e do estrangeiro. Colaborou com a Emissora
Católica de Angola, no programa "Luanda 64,65,66", com o Rádio Clube
de Moçambique e com a South Africa Broadcasting (SABC), em representação das
quais, fez reportagens em África, América e por toda a Europa. Em África,
escreveu um conjunto de histórias sobre a guerra. Na imprensa colaborou nos
jornais Notícias e Noite e Dia e eventualmente em várias revistas de
atualidades.
Repórter do 25 de Abril Colaborou com
estas estações até ao 25 de Abril de 74, momento que lhe proporcionou efetuar a
partir do quartel do Carmo, em Lisboa, uma reportagem em direto para a SABC
sobre a rendição do governo deposto. Este trabalho atribuiria a esta estação o
destaque de ter sido a primeira fora de Portugal a dar a notícia e a cobrir
detalhadamente a revolução dos cravos. Foi um dos dois únicos jornalistas a
acompanhar Salgueiro Maia na sua entrada no quartel do Carmo.