Oh!... maravilha dos mais belos jardins celestes!
- Meu Paraíso Terrestre Encantado! - Possa eu voltar
a ter o prazer de andarilhar, sentir debaixo dos meus pés
as areias macias mergulhadas nas quentes ondas que vão e vêm
no seu vai e vem perpétuo, a virem e a recuarem, a desfazerem-se
em marulhos de espuma efervescente - Ora sopradas por brisas mornas,
a espalharem-se e a desfazerem-se na fímbria branca e azulínea,
ora atiçadas pelas fortes ventanias dos tornados,
por rajadas de vendavais, seguidas de turbulentas e iradas vagas!...
- Sem dúvida!... Não há prazer igual!...Pisar as praias brancas de areia fina
das Ilhas de São Tomé e Príncipe - É mais de que uma sublime graça divina!
quinta-feira, 28 de dezembro de 2023
S. Tomé - Recordando momentos felizes partilhados na vida de três presidentes de S. Tomé e Príncipe - De três das principais figuras nacionais destas maravilhosas ilhas verdes do Equador - Um dos quais é já uma saudade – O meu abraço amigo e votos de dias tranquilos e com saúde aos que ainda vão resistindo às vicissitudes da vida .
quarta-feira, 27 de dezembro de 2023
Peregrino da terra e do mar me confesso em plena liberdade de solitárias navegações e caminhadas
Jorge Trabulo Marques
domingo, 24 de dezembro de 2023
Natal em São Tomé – Dos meninos de rua, como é? - Fazem presépios nos caminhos, mas passam fome - Pobreza alimentar atinge 84% da população, diz estudo – Também já o havia alertado Dom Manuel dos Santos, que, em 2018, criou “A Casa dos Pequeninos” o lar de crianças sem família, projeto financiado pela cooperação da Cáritas Portuguesa
Um recente estudo que cobriu o ano de 2022, efetuado nas escolas básicas e
secundárias, revela que mais de 84% da população são-tomense não tem uma
alimentação saudável e equilibrada. Segundo Inês Serrano, do projeto Menutric,
este dado é alarmante.– Noticia veiculada, em Novembro passado, pela RFI
Projeto social da igreja católica para crianças em situação de risco, financiado pela cooperação portuguesa que nasceu de "um sonho" de Dom Manuel António, que tinha desde a sua chegada: "Criar condições para essas crianças que estavam acolhidas em condições precárias". Um novo lar para meninos de rua e crianças rejeitadas pelas famílias
Na altura da sua inauguração, confessou que “as crianças da Casa dos
Pequeninos são o retrato de um país com problemas sociais. Algumas são órfãs,
outras foram abandonadas pelos familiares por serem fruto de uma relação
extraconjugal ou de uma gravidez indesejada.
"Essas situações têm a ver com a pobreza que vivemos aqui”, considera
Dom Manuel António. O bispo fala em "situações de alcoolismo e famílias
desestruturadas” e explica que "estas crianças precisam de ser acolhidas e
apoiadas no seu crescimento” .
O autor do poema “Os Meninos da Minha Rua", Bispo da diocese de
STP, de 2006 -2022, que agora lançou um novo Livro – “O que é ser católico?”
uma breve exposição sobre a Fé Católica com respostas às “seitas” -
já havia reconhecido que “a pobreza continua a ver-se por todo
o lado. Continuo a ver o meu povo sofrer com a pobreza” - Preocupação expressa, em entrevista à VATICAN NEWS, em
Maio de 2018, por D. Manuel António dos Santos
Um Parque Escolar em São Tomé " - O maior sonho do Bispo D. Manuel A. Santos – Confessou numa entrevista que me concedeu em S. Tomé, em Agosto de 2015
“Porque sou Católico?” - Titulo da sua mais recenete obra - Uma breve exposição sobre a Fé Católica com respostas às “seitas”
Foi também noticiado pela Fundação Histórico-Cultural Oureana, que, D. Manuel António Mendes dos Santo, Capelão Geral da Real Irmandade da Ordem de São Miguel da Ala, na sua passagem por Fátima, apresentou mais um livro da sua autoria e desta vez uma obra muito esclarecedora sobre os princípios fundamentais da Fé Católica e com respostas bíblicas a muitas dúvidas levantadas pelas seitas religiosas que proliferam na nossa sociedade para confusão e engano dos fieis.
Neste livro de 48 páginas com ilustrações, o Capelão Geral da Real Irmandade da Ordem de São Miguel da Ala, explica os Sacramentos, a importância da Bíblia como palavra de Deus e desmistifica crenças populares, bruxedo, magia e as crenças nos sonhos.
Para D. Manuel António é importante que os Católicos tenham pleno conhecimento das verdades fundamentais da Igreja a que fazem e que saibam o que é da Fé e o que é da superstição para termos uma vivência plena na Fé
D. Manuel António Mendes dos Santos, sem dúvida, um olhar atento e uma voz amiga do povo são-tomense, um “veterano” de África e destas ilhas, - Bispo diocesano de São Tomé e Príncipe, desde sua nomeação em 1 de Dezembro de 2006, pelo Papa Bento XVI
Demitiu-se, em Julho de 2022, depois de 15 anos à frente da diocese de STP. Na conferência, então proferida, deu a conhecer as razões da sua demissão que, conforme explicou, se prendem com o cansaço depois de 15 anos à frente dessa Diocese. - Garantiu que renunciou ao cargo por causa do cansaço: “chegou ao momento em que me sentia profundamente cansado com dificuldade para continuar lutando”.

O presépio natalício, vulgarmente conhecido pelo “Passo”, é uma das referências culturais mais antigas da Ilha de São Tomé, criada desde o tempo colonial – Feitos com pauzinhos cortados de andala com o machim (das folhas de palmeiras) e vergas de canas de bambu, enfeitadas com algumas flores da floresta, imitando pequenas ermidas ou a igreja da Sé, construídas junto às modestas cubatas à beira da estrada, sobretudo à medida que se deixava a cidade, a capital e se penetrava no interior da Ilha, alumiadas por tochas de óleo de palma em pedaços de mamão, iluminando a Noite de Natal - Que se prolongavam durante a quadra natalícia
DOM MANUEL DOS SANTOS – ORIUNDO DE UMA HUMILDE FAMÍLIA BEIRÂ, O 5º DE 9 FILHOS – “TODOS VIVOS! - GRAÇAS A DEUS”
Sacerdote claretiano desde 1985, um olhar atento e uma voz amiga do povo são-tomense, um “veterano” de África e destas ilhas, que já conhece desde Dezembro de 1993 .
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sábado, 23 de dezembro de 2023
Celebração do Solstício do Inverno 2023 Chãs- V.N de Foz Côa - Com um poema do saudoso poeta Manuel Daniel e de Maria Assunção Carqueja – Esta a noite mais longa do ano no hemisfério Norte – Recordamos-lhe belos momentos vividos em anos anteriores – Que viva estes dias com muita alegria e felicidade e que o Novo Ano lhe seja também muito feliz e risonho
O "STONHENGE PORTUGUÊS" - EXISTE E SITUA-SE NO MACIÇO DOS TAMBORES-MANCHEIA - Com alinhamentos sagrados para todas as estações do ano
Nos arredores da aldeia de Chãs, também existem dois alinhamentos solsticiais pré-históricos assinalando a entrada do Inverno, além dos alinhados com os equinócios da Primavera e do Outono e do Solsticio do Verão
Não me tendo sido possível deslocar-me à minha aldeia. Recordo-lhe algumas imagens de celebrações, que ali já realizámos, em manhãs geladas e de intenso nevoeiro
O solstício de inverno marca oficialmente a chegada da estação mais fria do ano: depois do outono – É celebrado desde a Antiguidade, o solstício de inverno ocorre uma vez por ano, entre 21 e 22 de dezembro.
video editado em Dezembro de 2012
É o dia mais curto do ano. Precisamente devido à posição da Terra em relação ao Sol, as horas de escuridão excedem largamente as horas de luz. Refere-se ao momento em que o Sol, no seu movimento aparente ao longo da elítica, atinge o seu ponto de declinação mínima. Isto resulta numa condição singular: a do dia mais curto do ano, em que as horas de escuridão excedem as de iluminação solar no hemisfério norte, enquanto no hemisfério sul é precisamente ao contrário
Em Setembro de 2015,
celebrámos o Equinócio do Outono, com a presença do então Bispo da Diocese de
S. Tomé e Príncipe, Dom Manuel dos Santos https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2013/12/solsticial-invernal-calendario-pre_31.html
No Monte dos Tambores (maciço granítico, vulgarmente conhecido por As Fragas dos Tambores), existem alinhamentos sagrados com os calendários pré-históricos de todas as estações do ano - Todavia, a celebração principal é a que decorre no Solstício do Verão - No Solstício do Inverno, dadas as adversidades climatéricas, e também a sua instabilidade, deixamos a peregrinação ao critério de quem ali deseje deslocar-se
Além dos calendários solares, alinhados com os equinócios da Primavera e do Outono e do Solstício do Verão, existem também dois alinhamentos sagrados com o solstício do Inverno - Um dos quais descoberto por Albano Chave, em 2013, a cuja pedra deu o nome das portas do sol. O outro alinhamento, descobrimo-lo , no ano seguinte, em que, os raios se espalham em perfeito alinhamento com a crista de uma pedra de forma fálica, a que demos o nome de Pedra Phallus impudicus, devido à existência na área de cogumelos com essa configuração, que se ergue junto ao castro do Curral da Pedra, nos arredores de Chãs, Foz Côa, área inserida no perímetro do Parque Arqueológico do Vale do Côa
Tal como foi dito neste blogue, anterior site site, https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2012/03/1-solsticio-do-inverno-nos-templos-do.html a descoberta do alinhamento solsticial de Inverno nas Portas do Sol, foi observada pelo Dr. Albano Chaves – O seu desenvolvido estudo, também já publicado em Inglaterra, numa revista sobre astroarqueológica, é realmente um valioso contributo para o conhecimento e investigação do património histórico na aldeia de Chãs, no termo da qual se situam as famosas gravuras paleolíticas da Quinta da Barca . Com tão interessantíssimo trabalho de investigação, concluía-se, assim, que, no planalto do Maciço dos Tambores, conquanto não houvesse os artistas, do mesmo gabarito dos que povoaram o Vale do Côa, mas verdadeiros astrónomos ou cultuadores do sol e dos ciclos das estaçõesh
EMOÇÕES INESQUECÍVEIS
Veja como viu o fenómeno, Albano Chaves:"Não consigo descrever a sensação e a emoção que senti ao ver o Sol surgir, efectivamente, pela fenda que designei por 'Porta do Sol'. Eu tinha fortes suspeitas de que isso aconteceria e os cálculos dos engenheiros António e Miguel Lázaro assim o confirmaram, mas... como S. Tomé, quis ver para crer, quis testemunhar pessoalmente o acontecimento. Aquele primeiro momento em que a esfera solar, amarela e fulgurante, emergiu no fundo da abertura, fez-me levantar os braços e bater palmas. A emoção não esmoreceu ao seguir o movimento do Sol, elevando-se no firmamento numa trajectória inclinada para a direita. O nevoeiro que, como algodão em rama, enchia o Graben atrás de mim, trouxe-me por momentos algumas preocupações, porque por vezes também cá em cima passavam ténues manchas de nevoeiro. O nevoeiro ia subindo encosta acima, disso não restavam dúvidas, mas nessa corrida entre o surgir do Sol e o afogamento do planalto em espesso nevoeiro, o Sol venceu. Gloriosamente! Depois, como que sentindo-se vencido, o nevoeiro foi-se dissipando.




