Feira do Livro de Lisboa- Cabinda Livre do neocolonialismo sediado em Luanda A palavra ao autor do livro Resistência do Povo de Cabinda, Afonso Justino Waco, na tarde de Sábado, 13 de Junho, em Lisboa, que defende a sua independência, que, desde o , chamado tratado Tratado de Simulambuco (1885), estabeleceu Cabinda como protetorado de Portugal, distinguindo-a administrativamente e juridicamente, assumindo o compromisso de que respeitará e fará respeitar os usos e costumes do País e a não permitir o tráfico da escravatura nos limites dos seus domínios.
Pastor Afonso Justino Waco, é membro do Conselho de Direcção e Coordenador da Comissão para as Questões Políticas, Organização e Porta-voz do Alto Conselho de Cabinda – ACC.
A obra foi apresentada pelo ativista e académico José Marcos Mavungo e o historiador Alberto Oliveira Pinto
O ativista defende que Angola tem estado a “aldrabar” o povo de Cabinda, ao violar todos os acordos já assinados com o enclave para o dotar de autonomia face a Luanda.
Afonso Justino Waco, nascido aos 30 de Junho de 1960, em Bamba-Cuanga, Miconje.- Diz no seu currículo: Fiz o ensino primário no posto escolar de Quicumba Congo, preparatório e secundário na escola Paulo Baveca, no Centro de Refugiados do Kimbianga, graduação em Administração Empresarial no Institut Supérieur Téchnique et Commercial (ISTC) de Boma e mestrado em Teologia na Universidade Protestante do Congo (RDC) e na Universidade de Aarhus, na Dinamarca.
Integrei a FLEC em 1976. Fui nomeado Secretário da Juventude no executivo da FLEC-Lubota, em 1985. Iniciei a fundação da Associação dos Estudantes de Cabinda (AEC) em Kinshasa, de que fui o primeiro Coordenador. Criei, em 1994, o Comité dos Nacionais de Cabinda, em Cabinda, de que fui o Secretário Geral.
Chefiei a delegação dos nacionalistas cabindeses enviada pelo governo angolano a Paris para manter conversações com o então líder da FLEC-FAC, o malogrado Nzita Henriques Tiago. Chefiei a delegação do interior para a Inter-cabindesa de Libreville, Gabão, da qual fui eleito Vice-Presidente da mesa. Finalmente, fui um dos arquitectos principais da Inter-cabindesa de Accra, Ghana, onde resultou a criação do Alto Conselho de Cabinda de que sou membro do Conselho de Direcção, como Coordenador da Comissão para as Questões Políticas, Organização, e porta-voz. Mais pormenores em

Nenhum comentário :
Postar um comentário