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domingo, 14 de junho de 2026

Feira do Livro de Lisboa 2026 - Cabinda Livre do neocolonialismo sediado em Luanda A palavra ao autor do livro Resistência do Povo de Cabinda, Afonso Justino Waco, na tarde de Sábado, 13 de Junho, em Lisboa,

Feira do Livro de Lisboa- Cabinda Livre do neocolonialismo sediado em Luanda A palavra ao autor do livro Resistência do Povo de Cabinda, Afonso Justino Waco, na tarde de Sábado, 13 de Junho, em Lisboa, que defende a sua independência, que, desde o , chamado tratado Tratado de Simulambuco (1885), estabeleceu Cabinda como protetorado de Portugal, distinguindo-a administrativamente e juridicamente, assumindo o compromisso de que respeitará e fará respeitar os usos e costumes do País e a não permitir o tráfico da escravatura nos limites dos seus domínios.

A História pode ter diversas versões, mas a verdade, essa é só uma: Afonso Justino Waco, mestre em Teologia, defende a independência daquele território, liberta do jugo do regime, sediado em Luanda que lhe explora as suas riquezas mas não melhora vida do povo, aliás, tanto daquele enclave, como de toda Angola

Pastor Afonso Justino Waco, é membro do Conselho de Direcção e Coordenador da Comissão para as Questões Políticas, Organização e Porta-voz do Alto Conselho de Cabinda – ACC.

A obra foi apresentada pelo ativista e académico José Marcos Mavungo e o historiador Alberto Oliveira Pinto
O ativista defende que Angola tem estado a “aldrabar” o povo de Cabinda, ao violar todos os acordos já assinados com o enclave para o dotar de autonomia face a Luanda.

Afonso Justino Waco, nascido aos 30 de Junho de 1960, em Bamba-Cuanga, Miconje.- Diz no seu currículo: Fiz o ensino primário no posto escolar de Quicumba Congo, preparatório e secundário na escola Paulo Baveca, no Centro de Refugiados do Kimbianga, graduação em Administração Empresarial no Institut Supérieur Téchnique et Commercial (ISTC) de Boma e mestrado em Teologia na Universidade Protestante do Congo (RDC) e na Universidade de Aarhus, na Dinamarca.

Estive pela primeira vez no exílio, na RDC, levado pelos pais, de 1961 a 1966, aquando das incursões da UPA (União dos Povos de Angola) no Miconje. Pela segunda vez, ainda na RDC, de 1975 a 1993 e, pela terceira vez, desta feita, para República do Congo Brazzaville e de lá para Dinamarca de 1999, onde vivo até hoje.
Integrei a FLEC em 1976. Fui nomeado Secretário da Juventude no executivo da FLEC-Lubota, em 1985. Iniciei a fundação da Associação dos Estudantes de Cabinda (AEC) em Kinshasa, de que fui o primeiro Coordenador. Criei, em 1994, o Comité dos Nacionais de Cabinda, em Cabinda, de que fui o Secretário Geral.
Chefiei a delegação dos nacionalistas cabindeses enviada pelo governo angolano a Paris para manter conversações com o então líder da FLEC-FAC, o malogrado Nzita Henriques Tiago. Chefiei a delegação do interior para a Inter-cabindesa de Libreville, Gabão, da qual fui eleito Vice-Presidente da mesa. Finalmente, fui um dos arquitectos principais da Inter-cabindesa de Accra, Ghana, onde resultou a criação do Alto Conselho de Cabinda de que sou membro do Conselho de Direcção, como Coordenador da Comissão para as Questões Políticas, Organização, e porta-voz. Mais pormenores em

https://avozdecabindambembubuala.com/2020/10/21/grande-entrevista-com-o-pastor-afonso-justino-waco-membro-do-alto-conselho-de-cabinda/

 

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