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quinta-feira, 25 de junho de 2026

S. Tomé e Príncipe – Eleições presidências em 19 de Julho 2026. Dois rostos dos cinco candidatos, mais representativos, na corrida à presidência Inscritos 142.296 eleitores nos cadernos eleitorais para votarem nas eleições presidenciais previstas para 19 de Julho


Jorge Trabulo Marques - Jornalista 


S. Tomé e Príncipe – Eleições presidências em 19 de Julho. Dois rostos dos cinco candidatos, mais representativos, na corrida à presidência Inscritos 142.296 eleitores nos cadernos eleitorais para votarem nas eleições presidenciais previstas para 19 de Julho 2026

O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu definitivamente cinco dos seis candidatos às eleições presidenciais de 19 de Julho. Segundo um edital do Tribunal Constitucional, foram admitidas as candidaturas do ex-primeiro-ministro Jorge Bom Jesus, do líder parlamentar da ADI, Nito D’Abreu, do actual Presidente são-tomense, Carlos Vila Nova, e dos juristas Miques João Bonfim e Eugénio Tiny.

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Além de ter contribuído para a dinamização e divulgação da descolonização de S. Tomé e Príncipe, Tive a honra e o prazer de partilhar bons momentos com as principais figuras da presidência e da governação de S. Tomé e Principe.



Recandidatura de Carlos Vila Nova, do quianto Presidente da República de São Tomé e Príncipe, dedicou grande parte da sua vida profissional ao setor do turismo, antes de entrar para a política, como ministro de governos da Ação Democrática Independente (ADI) - Preocupado em melhorar a imagem do país.

Vila Nova nasceu em Neves, município do distrito de Lembá, litoral norte da Ilha de São Tomé. Ele se formou em engenharia de telecomunicações pela Universidade de Oran, na Argélia, em 1985, e voltou a se tornar chefe do departamento de informática da Diretoria de Estatística do Governo. Em 1988, deixou o serviço público para se tornar gerente de vendas do Hotel Miramar, então o único hotel do país. Foi promovido a Diretor do Hotel Miramar em 1992. Em 1997, tornou-se Diretor do hotel Pousada Boa Vista, e também fundou sua própria agência de viagens Mistral Voyages. Vila Nova continuou na indústria do turismo até entrar na política em 2010.

Vila Nova serviu como Ministro das Obras Públicas e Recursos Naturais no gabinete de Patrice Trovoada de 2010 até que o governo perdeu a sua maioria em 2012. Foi nomeado Ministro das Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente na época do governo da Ação Democrática Independente de Trovoada, que recuperou a maioria em 2014. Em 2018, Vila Nova foi eleito para a Assembleia Nacional. Ele foi indicado como o candidato da ADI para as eleições presidenciais de 2021.



O ex-primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus que se define como tendo "percurso político ascendente", incluindo experiência governativa e cívica, e quer "colocar todo este manancial de experiência, de conhecimento e saberes ao serviço" do país. nasceu na localidade de Conceição, localizada no distrito de Água Grande, na ilha de São Tomé, a 26 de julho de 1962

Jorge Lopes Bom Jesus nasceu a 26 de julho de 1962, em Conceição, distrito de Água Grande, em São Tomé e Príncipe. Nomeado primeiro-ministro em 30 de novembro de 2018 por decreto do Presidente Evaristo Carvalho,

Na juventude rumou para a Europa onde formou-se em literatura francesa e portuguesa, com mestrado em língua portuguesa e especialização em literatura africana pela Universidade de Toulouse, na França. Na Faculdade de Letras da Universidade do Porto concluiu as especializações em pedagogia do francês como língua estrangeira e pedagogia da língua portuguesa. Ainda possui PhD em administração pública pela Universidade de São Tomé e Príncipe.

Sua carreira profissional inclui os cargos de assessor do Ministro da Cultura e Informação, Diretor Geral de Educação e Treinamento, Secretário Geral da Comissão Nacional para a UNESCO, Diretor de Planejamento e Inovação Educacional, diretor da Biblioteca Nacional de São Tomé e Príncipe, Diretor da Escola de Formação de Professores e Educadores (EFOPE; atual Instituto Superior de Educação e Comunicação da Universidade de São Tomé e Príncipe), Presidente da Aliança Francesa e vários anos como professor.

Entre 2008 e 2010, sob o governo de Rafael Branco, foi Ministro da Educação e Cultura e de 2012 a 2014 atuou como Ministro da Educação, Cultura e Ciência no governo de Gabriel Costa. Membro da Comissão Política do MLSTP-PSD desde de 2006, Jorge Bom Jesus foi eleito vice-presidente do partido em 2011, quando Aurélio Martins era presidente.





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