Jorge Trabulo Marques - Jornalista
S. Tomé e Príncipe – Eleições presidências em 19 de Julho. Dois rostos dos cinco candidatos, mais representativos, na corrida à presidência Inscritos 142.296 eleitores nos cadernos eleitorais para votarem nas eleições presidenciais previstas para 19 de Julho 2026
O Tribunal Constitucional são-tomense admitiu definitivamente cinco dos seis candidatos às eleições presidenciais de 19 de Julho. Segundo um edital do Tribunal Constitucional, foram admitidas as candidaturas do ex-primeiro-ministro Jorge Bom Jesus, do líder parlamentar da ADI, Nito D’Abreu, do actual Presidente são-tomense, Carlos Vila Nova, e dos juristas Miques João Bonfim e Eugénio Tiny. Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Além de ter contribuído para a dinamização e divulgação da descolonização de S. Tomé e Príncipe, Tive a honra e o prazer de partilhar bons momentos com as principais figuras da presidência e da governação de S. Tomé e Principe.
Recandidatura de Carlos Vila Nova, do quianto Presidente da República de São Tomé e Príncipe, dedicou grande parte da sua vida profissional ao setor do turismo, antes de entrar para a política, como ministro de governos da Ação Democrática Independente (ADI) - Preocupado em melhorar a imagem do país.
Vila Nova serviu como Ministro das Obras Públicas e Recursos Naturais no gabinete de Patrice Trovoada de 2010 até que o governo perdeu a sua maioria em 2012. Foi nomeado Ministro das Infraestruturas, Recursos Naturais e Ambiente na época do governo da Ação Democrática Independente de Trovoada, que recuperou a maioria em 2014. Em 2018, Vila Nova foi eleito para a Assembleia Nacional. Ele foi indicado como o candidato da ADI para as eleições presidenciais de 2021.
O ex-primeiro-ministro são-tomense, Jorge Bom Jesus que se define como tendo "percurso político ascendente", incluindo experiência governativa e cívica, e quer "colocar todo este manancial de experiência, de conhecimento e saberes ao serviço" do país. nasceu na localidade de Conceição, localizada no distrito de Água Grande, na ilha de São Tomé, a 26 de julho de 1962

Jorge Lopes Bom Jesus nasceu a 26 de julho de 1962, em Conceição, distrito de Água Grande, em São Tomé e Príncipe. Nomeado primeiro-ministro em 30 de novembro de 2018 por decreto do Presidente Evaristo Carvalho,
Na juventude rumou para a Europa onde formou-se em literatura francesa e portuguesa, com mestrado em língua portuguesa e especialização em literatura africana pela Universidade de Toulouse, na França. Na Faculdade de Letras da Universidade do Porto concluiu as especializações em pedagogia do francês como língua estrangeira e pedagogia da língua portuguesa. Ainda possui PhD em administração pública pela Universidade de São Tomé e Príncipe.
Sua carreira profissional inclui os cargos de assessor do Ministro da Cultura e Informação, Diretor Geral de Educação e Treinamento, Secretário Geral da Comissão Nacional para a UNESCO, Diretor de Planejamento e Inovação Educacional, diretor da Biblioteca Nacional de São Tomé e Príncipe, Diretor da Escola de Formação de Professores e Educadores (EFOPE; atual Instituto Superior de Educação e Comunicação da Universidade de São Tomé e Príncipe), Presidente da Aliança Francesa e vários anos como professor.
Entre 2008 e 2010, sob o governo de Rafael Branco, foi Ministro da Educação e Cultura e de 2012 a 2014 atuou como Ministro da Educação, Cultura e Ciência no governo de Gabriel Costa. Membro da Comissão Política do MLSTP-PSD desde de 2006, Jorge Bom Jesus foi eleito vice-presidente do partido em 2011, quando Aurélio Martins era presidente. 

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