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sexta-feira, 19 de junho de 2026

Solstício de Verão 21-06-2026 Chãs- Foz Côa. Júlio Meirinhos, convidado de honra. Líder do PROCÔA1996-97 da salvaguarda das gravuras do Vale do Côa: – Uma figura bem conhecida em toda a região duriense e no pais. Já nos garantiu a sua presença, além de seu amigo, Albertino Melo, natural de Viseu, Diretor Geral no sistema financeiro, atualmente consultor internacional, em Luxemburgo





  

O STONEHENGE PORTUGUÊS  A cerimónia decorre no lugar de Quebradas-Tambores, num planalto sobre o Vale da Ribeira de Piscos, em cujo curso se situam alguns dos principais núcleos de gravuras rupestres classificados como Património da Humanidade 

 O Dia Internacional da Celebração do Solstício celebra-se anualmente a 21 de junho. Vai ser celebrado  a partir das 18 h 30,  desde o adro da igreja da aldeia em direção aos monumentais calendários pré-históricos, com o tradicional  cortejo celta, composto por personagens  envergando túnicas brancas, representando o papel dos lendários sacerdotes druidas, lembrando os seus antigos rituais ou tradições, ação evocativa




                                                   
OLINDA BEJA -NÃO TE ESQUECEMOS

Poetiza Olinda Beja, em 2021. Era Pandemia. O Solstício do Verão é já domingo 18h30-20 h45. Chãs- Foz Côa Olinda Beja, A Luso-santomense. nao te esquecemos. Num fim de tarde luminoso, alegre, poético, musical e fraterna - Abrilhantado por Olinda Beja e Os Mirandum - Gaiteiros de Miranda, além do acompanhamento de Luís de Almeida.
Palavras calorosas e poéticas, entre muitas outras, de Olinda Beja, a embaixatriz Luso-Santomense, que declamou, cantou e encantou, acompanhada à viola pelo mestre Luís de Almeida – Com belos poemas de longe e de perto - Uns inspirados e dedicados a estas terras durienses, outros das suas raízes e memórias de África, bem como das terras beirãs, Mangualde, distrito de Viseu que a adotaram desde criança


Solstício do Verão 21-06-2026 – 18h30 – 20h45  -É já domingo  Chãs – Foz Côa  - Vinde e sede bem-vindo à saudação do dia maior do ano no  Stonehenge Português - Junto ao monumental megalítico esférico alinhado com os raios solares  do pôr-do-sol  deste tão desejado dia

                                             Jorge Trabulo Marques - Jornalista  - Coordenador do evento

Júlio Meirinhos, convidado de honra. Líder do PROCOA da salvaguarda das gravuras do Vale do Côa, 1996-97:   – Uma figura bem conhecida em toda a região duriense e no pais.

Além de seu amigo, Albertino Melo, natural de Viseu, Diretor Geral no sistema financeiro, atualmente consultor internacional, em Luxemburgo, tendo sido o mais jovem dos Presidentes eleitos do Académico de Viseu, que liderou ao longo de vários anos, desportista, consultor e viajante por muitas terras: que já nos deu o prazer da sua presença, há uns 4 anos, num percurso desta aldeia à Ervamoira, e com o qual também já nos reencontramos, em Lisboa, numa visita diplomática


Com Albertino Melo na Ervamoira

                           UMA LUTA COMUM - Júlio Meirinhos e Jorge Trabulo Marques

Ambos nos empenhamos na defesa das gravuras do Vale do Côa- Isto, porque, naquele período polémico, o executivo camarário, apostava mais na construção da barragem.

Além de dezenas de artigos e reportagens que publiquei no Jornal Ecôa e nas revistas do pró-Côa, , deu-me a possibilidade de percorrer e fotografar  9 municípios e  as suas freguesias, tendo, sob a sua orientação, vindo a ser publicado  o 1º Guia do  Vale do Côa e seu património natural e arqueológico

Júlio Santana Meirinhos, foi o mais jovem presidente de Câmara do país: a de  Miranda do Douro, a terra onde cresceu e se fez homem. Ex-deputado pelo PS e ex-governador civil de Bragança

Cidadão honorário do Município de Miranda do Douro – Grau Ouro Agraciado pelo Estado Português com o grau de Comendador da Ordem Nacional do Infante D. Henrique. Eleito o “Melhor Autarca do ano de 1986” – Prémio Telex de Prata – AN Membro do Comité das Regiões em Bruxelas

Júlio Meirinhos, que  ficou ainda conhecido como mentor da chamada Lei do Mirandês, a  segunda língua oficial em Portugal, após a aprovação da lei na Assembleia da República, em 17 de setembro de 1998, que conferiu este estatuto ao idioma falado no Nordeste Transmontano. Muitos e importantes cargos exerceu: Presidente de Câmara durante 4 mandatos Deputado em duas legislaturas https://www.noticiasdodouro.pt/meirinhos-julio/




MARAVILHA DE UM PORTUGAL DE MISTÉRIOS  E DE VALIOSA HERANÇA ANCESTRAL-   É umas das enormes pedras que os povos da pré-história terão erguido  para celebrar o dia maior do ano, cultuar os seus deuses, num dos cruzamentos ou  veios da Terra, que os radiestesistas classificam de pontos nodais, com propriedades telúricas, energéticas ou talvez mesmo curativas.    Os solstícios e os equinócios simbolizam a fertilidade da terra, os sistemas de produção agrícola e alimentar, o património cultural e as suas tradições milenares. Assim, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) reconheceu que a celebração desses eventos é uma demonstração da unidade do património cultural e das tradições seculares e desempenha ainda um papel significativo no reforço dos laços entre os povos com base no respeito mútuo e nos ideais de paz e boa vizinhança.      

 A Celebração do Solstício do Verão nos Templos do Sol, com os raios do pôr-do-sol, em perfeito alinhamento com a crista de um majestoso megalítico de forma esférica e, outra nos Equinócios da Primavera e do Outono, aos nascer-do-sol com seus esplendorosos raios atravessando a gruta de outro surpreendente monólito, que parece desafiar as leis da gravidade, que se erguem no Maciço dos Tambores, arredores da aldeia de Chãs, festividades estas, que já se repetem há mais de duas décadas, com vista a recuperar tradições ancestrais, dão sempre as boas-vindas a todos os espíritos sensíveis e apaixonados pelo nosso passado histórico mais antigo e da Humanidade, independentemente da sua crença religiosa – Em que sol surge como espelho de Deus ou fonte da vida.

Celebrações. que. embora não tendo o eco mediático das celebrações no Stonehenge, em Inglaterra, mas, estou certo, que quem já, os presenciou, não trocaria a tranquilidade e a beleza deste local pelo ruído e a confusão onde afluem várias dezenas de milhares de pessoas 

Lugares há que são uma tentação, um verdadeiro centro de emanações e de eflúvios, propensos ao deleite, ao esquecimento e à sublimação. Para bem da Humanidade, o planeta Terra desfruta de muitos desses lugares privilegiados, onde emanam sons e vibrações especiais, dir-se-ia, onde até as pedras falam ou através delas se pode escutar a voz ou o cântico divino.   E eu penso que, muitas destas paisagens, são, disso, o mais espantoso exemplo. Um permanente convite, áurea unção e arrebatamento dos sentidos.

MEU RENOVOADO ABRAÇO AO GRUPO DE PEREGERINOS QUE ABRILHANTOU A ESTA NOSSA SINGELA CELEBRAÇÃO -

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 Na celebração do ano passado, além do  José Lebreiro, Pedro Daniel, Agostinho Soares,  habituais colaboradores , bem com de Maria Amélia Marçal,  que cantou um dos seus poemas, assim como José Fidalgo Martins , que se fez acompanhar com dois dos seus filhos, além de Célio Alves de Santa Comba,  o David das Quintãs, entre outras presenças, cujos nomes agora não me ocorrem,  vindos de outros pontos do país 

Desta vez pudemos também contar com a presença do Padre Luciano Moreira, que muito nos sensibilizou, responsável da paróquia de V. de Foz Côa, desde Outubro passado, que leu um belo poema de Dom Manuel dos Santos, ex- Bispo de S. Tomé e Príncipe, que nos honrou com a sua visita,  no Equinócio de Outubro de 2015. 


Na celebração do equinócio de  2015 – Dom Manuel dos Santos, então Bispo da diocese de S. Tomé e Príncipe, na altura em que veio a Portugal para o lançamento do seu mais recente livro poético, , "Aqui onde estou os meus sonhos são verdes" -  que  veio a decorrer  no dia 4 de Outubro no Auditório Santo António Maria Claret, no Santuário do Coração de Maria, em Setúbal



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