expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

sexta-feira, 24 de julho de 2026

Cabo-verdianos, em S. Tomé e Príncipe - Visita do PM José Maria Pereira Neves, em 2016, à Roça Água Izé - Com o qual, nestes últimos dias, se tem encontrado o Presidente José Seguro, na visita oficial a Cabo Verde

 

Cabo-verdianos, em S. Tomé e Príncipe - Visita do PM José Maria Pereira Neves, em 2016, à Roça Água Izé - Com o qual, nestes últimos dias, se tem encontrado o Presidente José Seguro, na visita oficial a Cabo Verde, tendo feito um balanço positivo da sua primeira visita de Estado, frisando que   que as "expectativas" foram "ultrapassadas



Mas o que venho recordar são os momentos de sorrisos e de alegria com que foi acolhido pela comunidade caboverdiana, nas Ilhas Verdes do Equador - Que continua a ser a resistir nas antigas roças coloniais, com origem nos chamados serviçais: além dos filhos e netos, aqui nascidos, que ali vão ainda conseguindo manter alguma vida . Após a independência, , abandonados à sua sorte, sem meios, sem condições, buscam na agricultura o pão-nosso-de-cada-dia.

Fazem das roças, mais das quais em estado degradado, seu antigo posto de trabalho, o local de residência, onde exploram a terra numa agricultura de subsistência. As casas onde habitam, normalmente não têm as mínimas de condições de salubridade..





Imagens registadas na Roça Água Izé, em Fevereiro de 2016, durante a visita do Chefe do Governo do arquipélago de Cabo Verde, José Maria Pereira Neves, depois de ter sido recebido, em audiência, pelo então Presidente Manuel Pinto da Costa, que aproveitou a visita oficial a STP para constatar com algumas comunidades originárias do seu país.

Que lhes veio falar da dupla nacionalidade, do complemento das pensões, do programa saudade, que permite viagens à terra natal, suportadas pelo Governo e de outras palavras em crioulo de encorajamento e de esperança, na sua quarta e última visita a STP,, enquanto Primeiro-Ministro de Cabo Verde.




Muitos deles ainda do tempo dos antigos contratados, cabo-verdianos, então chamados de serviçais e os seus filhos e netos, que ali vão ainda conseguindo manter alguma vida . Após a independência, , abandonados à sua sorte, sem meios, sem condições, buscam na agricultura o pão-nosso-de-cada-dia.






Nenhum comentário :