Jorge Trabulo Marques

Nestes últimos três dias, revivi tantas emoções, sim, ao confrontar-me com as imagens das minhas aventuras, narrando alguns dos episódios, não só às várias personalidades, que me honraram com a sua presença, como também às muitas pessoas anónimas que me distinguiram com as suas palavras amigas, que outra expressão não me ocorre, senão a de começar por expressar um profundo agradecimentos a todos.
Passagens do meu Diário gravado num pequeno gravador que foi preservado com a máquina fotográfica no interior de um caixote do lixo contentor vulgar de plásticoDiário de Bordo do 33ª Dia https://canoasdomar.blogspot.com/2019/11/perdido-no-golfo-da-guine-33-dia.htm
EXPOSIÇÃO DE VÁRIAS ODISSEIAS NO MAR E EM TERRA, – EM TUDO NA VIDA, O MAIS IMPORTANTE NEM É TANTO O QUE SE VIVE MAS O EXEMPLO QUE PERDURA E SE TRANSMITE



É um facto, que, uma exposição – seja fotográfica ou pictórica – presta-se sempre às mais diversas interpretações – Sobretudo, se for de cunho eminentemente abstrato, subjetivo ou artístico – Não era propriamente o caso: nesta minha exposição, além da beleza de algumas imagens, havia abundante informação: tanto na do realismo e dramatismo, implícito na leitura das próprias imagens, como na documental – e, como é sabido, uma boa imagem vale por mil palavras Mas, sobretudo, o exemplo que desta exposição é possível extrair:

Isto, porque “estas fotografias não são apenas o registo mecânico de uma aventura no meio do mar” Mas “ pontos de relevo num mapa de sonhos. (…) Imagens recuperadas dum naufrágio subitamente colocado ao contrário pela rápida transformação duma derrota em vitória,” – dizia o poeta e escritor, José do Carmo Francisco, no catálogo da exposição, que, em meados de 1994, inaugurara no Padrão dos Descobrimentos.
Passagens do meu Diário gravado num pequeno gravador que foi preservado com a máquina fotográfica no interior de um caixote do lixo contentor vulgar de plástico
Diário de Bordo do 33ª Dia https://canoasdomar.blogspot.com/2019/11/perdido-no-golfo-da-guine-33-dia.htm
É um facto, que, uma exposição – seja fotográfica ou pictórica – presta-se sempre às mais diversas interpretações – Sobretudo, se for de cunho eminentemente abstrato, subjetivo ou artístico – Não era propriamente o caso: nesta minha exposição, além da beleza de algumas imagens, havia abundante informação: tanto na do realismo e dramatismo, implícito na leitura das próprias imagens, como na documental – e, como é sabido, uma boa imagem vale por mil palavras Mas, sobretudo, o exemplo que desta exposição é possível extrair:

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