expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>

domingo, 21 de agosto de 2016

Venham "Asas Brancas" do Poeta, dos Céus dos Anjos ou dos Bruxos - Num tempo da selvajaria liberal, não conhecendo credos, nem raças, nem fronteiras ou Deus - Que espaço resta à Humanidade e aos Homens de Boa Vontade?

“Eu tinha umas asas brancas,Asas que um anjo me deu, /Que, eu me eu cansando da terra, / Batia-as, voava ao céu”  - Veio a cobiça da terra,  /Vinha para me tentar; /Por seus montes de tesouros /Minhas asas não quis dar.  - Veio a ambição, co'as as grandezas, / Vinham para mas cortar, / Davam-me poder e glória;  /Por nenhum preço as quis dar. Almeida Garrett   - Face a tão desmesurado materialismo, selvagem e liberal, campeando imparável por toda a parte, não conhecendo nem raças nem credos, sim, a tanto ímpio egoísmo, sob o diáfano  manto da hipocrisia e a desumanidade,  apetecia-me ter Asas Brancas como o poeta ou então dos Bruxos ou dos Céus,


Espaço de meditação num mundo marcado pelo liberalismo selvagem desumano, a luxúria  e o destemperado egoísmo e hedonismo





Nenhum comentário :