Jorge Trabulo Marques - Jornalista- Video com imagens do evento e outras da Guiné Equatorial - Um lindo país da CPLP a visitar
Embaixada da Guiné Equatorial condecora diplomatas portugueses . Membro CPLP desde 23-07-2014-Descoberta pelo navegador português Fernando Pó, em 1471/2, cedida a Espanha em 1777, pelo Tratado de San Ildefonso, a troco de disputas territoriais na América do Sul e negócios de escravos. - Com a presença de 67 convidados, entre os quais , o Monsenhor José António Teixeira Alves Conselheiro da Nunciatura Apostólica
A Embaixada em Lisboa condecorou diplomatas portugueses que
contribuíram para sua integração No seu
discurso reconheceram que “ a integração traz vantagens: com a integração produzem-se
mudanças: mesmo que elas demorem - E
assim o provam as imagens que registei em 2017, naquele maravilhoso pais de África,
Designadamente, condecorações a Luís Álvaro Campos Ferreira, atual Secretário-Geral da UCCLque foi Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (2013-2015 no XIX e XX Governo Constitucional. O Embaixador António Martins da Cruz, que foi Ministro dos Negócios Estrangeiros e Conselheiro Diplomático do Presidente da República, com uma intensa experiência diplomática em vários países e na NATO/OTAN, sendo agora o Chairman da Oeiras Valley Investment Agency (OVIA membro fundador do Instituto Internacional de Macau; o Representante do Dr. Luís Amado Homenageado · Ex-Ministro dos Negócios Estrangeiro;
E também a angolana, Maria de Fátima Monteiro Jardim, Secretária Executiva da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), para o biénio 2025–2027.
GUINÉ EQUATORIAL - MEMBRO DA CPLP - Há mais de uma década
A Guiné Equatorial é membro de pleno direito da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) desde 23 de julho de 2014, oficializada na X Cimeira em Díli. A adesão, que ocorreu após o país prometer reformas (incluindo a abolição da pena de morte), tem sido reconhecida como - pese a hipocrisia das más línguas, que, falam não pelo conhecem, mas pelo que lhes interessa dizer.
Pela corneta de uma tal oposição, que veio vociferar que . "A adesão da Guiné-Equatorial põe em risco a reputação da CPLP" Depois de congeminar várias tentativas de golpes de Estado, com apoios externos a troco de promessas da entrega das explorações perolíferas
A CPLP foi criada em 17 de julho de 1996 por Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe. No ano de 2002, após conquistar independência, Timor-Leste foi acolhido como país integrante. Em 2014, Guiné Equatorial tornou-se o nono membro da organização, apesar da controvérsia gerada em torno dessa adesão. A população de seus países membros soma aproximadamente 270 milhões de pessoas.
VATICANO FEZ-SE REPRESETAR
Uma das distintas presenças foi a do Monsenhor José António Teixeira Alves Conselheiro da Nunciatura Apostólica - Pois a a Guiné Equatorial tem mais de 90% de cristãos, segundo um censo de 2015. Desde a sua independência de Espanha, em 1968, a Guiné Equatorial – país membro da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)
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E assim o documentam as imagens que tive o prazer de registar em 2017, naquele maravilhoso pais de África, cujas ilhas - já habitadas- foram descobertas por navegadores portugueses à luz da civilização europeia
PALAVRAS DO EMBAIXADOR TITO MBA ADA - Que antecederam o almoço de convivio e de confraternização - Em que foram condecorados, além de membros da sua equipa e de outras personalidades:
Em 2024. O Governo
da Guiné
Equatorial celebrou, em 30 de julho de
2024, em Malabo, o 10.º aniversário da sua adesão como membro de
pleno direito à Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP)
Como naquela efeméride, os principais diplomatas portugueses, que colaboraram na sua integração, não puderam estar presentes, decidiu o Embaixador Tito Mba Ada, ele o iniciador da adesão do seu país à CPLP, promover um almoço de convívio e de confraternização, num dos salões do Hotel Tivoli, junto à Expo num hotel da Expo, com a finalidade de os condecorar com singulares distinções.
"Se a
montanha não vai a Maomé, vai Maomé à montanha" – Esta a explicação, que
começou por fazer, Tito Mba Ada, Embaixador
da República da Guiné Equatorial junto da CPLP desde Setembro de 2014, e junto
da República Portuguesa desde Setembro de 2016. Nascido em Nsok-Nsomo, em 6 de
Fevereiro de 1964, casado com Nathalie Nchama Mba, e é pai de seis filhos.
Hoje vamos fazer a entrega de condecorações a uns amigos . A Guiné Equatorial integrou-se nesta Comunidade, há mais de 10 anos, foi em 2014- Começou por
A todos os amigos, que estiveram apoiando, encorajando a Guiné Equatorial. Nesta caminhada encontramos também pessoas destacadas: todos trabalharam. Mas alguns destacaram-se com o seu trabalho, com a sua dedicação – E, por isso, queríamos reconhecer aos meus colaboradores:
Tive a honra de ser o 1º habitante da Guiné Equatorial – Sim, a ele se ficou a dever a iniciativa
Nesta caminhada encontramos também pessoas destacadas: todos trabalharam. Mas alguns destacaram-se com o seu trabalho, com a sua dedicação – E, por isso, queríamos reconhecer aos meus colaboradores:
Tive a honra de ser o 1º habitante da Guiné Equatorial na CPLP. Quando cheguei não sabia dizer obrigado. E como criar uma missão permanente e esse trabalho foi feito com uma equipa que me acompanhava dia a dia. Hoje gostaria de reconhecer esse trabalho
E também tive a sorte: a equipa do secretariado: algumas coisas devem ser reconhecidas, como o novo embaixador da CPLP, deu-me muito apoio à equipa de pessoal para executar a missão
DE SEGUIDA TOMOU A PALAVRA -Luís Álvaro Campos Ferreira, atual Secretário-Geral da UCCLque foi Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros e Cooperação (2013-2015 no XIX e XX Governo Constitucional.
Começou por sublinhar: que "não foi por
reconhecimento politico mas como reconhecimento diplomático pelo trabalho desenvolvido nessa altura da
integração da Guiné Equatorial
Não foi um trabalho fáci.Havia uma enorme vontade, principalmente dos países africanos, com Angola à cabeça, que isso acontecesse E haviam fortes ressegas históricas para que ligam Portugal á Guiné equatorial, que, anal atura, o Presidente Obiang, me transmitiu de uma forma muito peculiar e até afetuosa
Haviam pois
andicapes: o primeiro e o segundo
era língua: eram muitos seculos de
colonização espanhola e língua era o
castelhano e não o português e havia que fazer esse trabalho e esse trabalho
foi feito e foi entregue e teve sucesso
Hoje a pena
de morte não existe era para nos um a questão decisiva. Por isso, eu acreditei
sempre que era possível chegarmos a bom porto .
Eu, quando
passei pelo Ministério dos Negócio Estrangeiros,, com ajuda de embaixadores
mais velhos, como o embaixador lima, que está aqui hoje, sempre entendi que o
diálogo é melhor que o isolamento e que as
pontes, mesmo que não sejam pontes perfeitas , são melhores que os muros
que criamos
E
por isso a integração traz vantagens: coma integração produzem-se mudanças:
mesmo que elas demorem, sõ mais fáceis quando há integração. E quando a
integração é feita numa comunidade como
a nossa: que tem princípios. Tem valores, tem história
Por isso
quem faz parte dessa comunidade assume esse compromisso e faz esse projeto
comum
Evidente
que as coisas não se constroem num dia :as coisas não se mudam por decreto: há
hábitos, há costumes .. E há novos princípios e há novos valores e
comportamentos, fruto de estares nesse grupo e isso acontece com todos nós, que
estamos nesta comunidade
Por
isso achamos , que, na economia, nos direitos humanos , ninguém deve ficar para trás
O
padrão é aqueles que exigem o máximo pelo próximo: a religião, a raça, a crença
politica. O respeito pelo pensamento diferente : pela fé diferente. Pela
cultura diferente: o saber viver na
pluralidade: isso não implica que não haja um chão comum
E é exatamente a liberdade, a tolerância e fraternidade e a solidariedade que todos temos-
Hoje sou secretário-geral, entre outras funções da união das cidades de língua portuguesa: uma das melhores concretizações da lusofonia, onde acontece muita cooperação económica, muita cooperação cultural! Muita ajuda e troca de ideias Porque a vida hoje acontece em muitas cidades: as cidades têm gente! E gente que é pessoa São as pessoas que fazem a existência e fazem o quotidiano e se constrói o progresso e o desenvolvimento.
A CPLP reúne os países que
têm o português como língua oficial. Além de Cabo Verde, fazem parte do grupo
Angola, Brasil, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, São Tomé e Príncipe
e Timor-Leste.
A sua criação começou a ser
preparada na década de 1980 e o primeiro encontro de chefes de Estado ou de
Governo dos países de língua portuguesa teve lugar em 1989, na cidade de São
Luís, no Maranhão (Brasil). No entanto, a organização só foi oficialmente
instituída em 1996, em Lisboa.
Entre os objetivos previstos no estatuto da CPLP está a promoção do entendimento político e da cooperação nos domínios social, cultural e económico. Outro objetivo central é a concertação para uma atuação conjunta nos fóruns internacionais.
OUTRO DOS ORADORES - Embaixador António Martins da Cruz, que foi Ministro dos Negócios Estrangeiros e Conselheiro Diplomático do Presidente da República,
Ensinaram-me. então jovem
diplomata, que as condecorações não se
pedem, não se recusam não se agradecem : de qualquer maneira eu vou romper essa
regra que me ensinaram à 55 anos
Senhor Embaixador,
vou-lhe agradecer: Vou lhe pedir que transmita ao Presidente Obiang esta
condecoração.
Nós estamos - e a presença da Senhora Secretária da CPLP
– leva-me a dizer duas palavras só: nós estamos numa altura difícil em que
estamos a redefinir a Ordem Mundial: não sabemos o que vai acontecer amanhã mas
sabemos que não vai ser igual a ontem
O espaço da língua portuguesa, são uma prioridade portuguesa. Mas são uma prioridade portuguesa, sobretudo por causa de África
Pois,, Angola, aceitou os
cinco mais um entrou Portugal . E só depois é que veio o Brasil. E seguiu-se,
como sabem, Timor. E, em boa hora, a Guiné Equatorial: como sabem, ligada por
laços históricos a Portugal. E também ligada, a um país, que já estava na CPLP , a São Tomé,
de língua portuguesa, que tem
importância histórica e até linguística
com a Guiné Equatorial
Eu penso que a CPLP - e neste caso a África – tem que desenvolver
mais a vertente económica: a CPLP funciona muito bem na coordenação política:
não só política externa mas de várias politicas
com as reuniões periódicas que faz; acentuar a vertente económica seria
excelente, não só para o futuro da CPLP,
como para todos nós.
Como nós não conhecemos o
que vai ser o mundo de amanhã, sabemos o seguinte: temos uma porta-forma que existe, que funciona na coordenação
politica, temos que saber agora aproveitá-la agora para o futuro: para o
desenvolvimento económico.
E eu penso, que, a Guiné
Equatorial, que é também na região um
exemplo de desenvolvimento económico,
tem uma contribuição impotente, no seu impulso à própria CPLP-
E é com estas palavras, Sr Embaixador, que lhe agradeço, mais uma vez, esta distinção quis honrar o meu amigo Luís Santos Ferreira e eu próprio. E eu penso que esta reunião que se quis fazer, reunindo aqui, tantas personalidades importantes da diplomacia, da economia e das universidades, é uma oportunidade importante, também, para, em Portugal, chamarmos atenção da importância que devemos dar ao seu pais. E para a importância que a Guiné Equatorial tem no nosso relacionamento e como um dos dinamizadores da CPLP
O ALMOÇO DE CONVIVIO, CONFRATERNIZAÇÃO E HOMENAGENS _Organizado pelo Embaixador Tito Mba Ada contou com a presença
de 65 convidados, distribuídos por dez mesas.
Do Monsenhor José António Teixeira Alves Conselheiro da Nunciatura Apostólica; Maria
de Fátima Jardim Secretária Executiva da CPLP; Dom Duarte Pio S.A.R. Duque de
Bragança; Embaixador António Martins da Cruz Homenageado · Ex-Ministro dos
Negócios Estrangeiros; Dr. Luís Campos Ferreira Homenageado · Ex-Secretário de
Estado dos Negócios Estrangeiros; Representante do Dr. Luís Amado Homenageado ·
Ex-Ministro dos Negócios Estrangeiro; Miguel Pedro Sousa Monteiro
Director-Geral – CPLP;
Stella Pinto Novo Zeca
Embaixadora da República de Moçambique; Juliano Féres Nascimento Representante
Permanente do Brasil na CPLP; Esterline Gonçalves Género Embaixador da Rep.
Democrática de S. Tomé e Príncipe; Evaristo Malheiros Dias da Silva
Representante Permanente de Angola na CPLP; Laura Soares Abrantes Representante Permanente
de Timor-Leste na CPLP; António Lima Representante Permanente de Portugal na
CPL; Miguel Pedro Sousa Monteiro
Director-Geral – CPLP
Embaixador Artur Silva
Embaixador da República da Guiné-Bissau; Florêncio Papelo Embaixada da República de
Moçambique; Moises Mba Sima Nchama Conselheiro · Embaixada da Guiné Equatorial;
Raimundo Carreiro Embaixador da
República Federativa do Brasil; Filomena Lopes Embaixada da República de Cabo
Verde Dionísia Demba
Mário Simões CE-CPLP; Dr.
António Saraiva Presidente · Cruz Vermelha Portuguesa; Higor Esteves CE-CPLP;
Linda Pereira CE-CPL; Eng.a Sandra Caldas CEO; Pedro Alexandre CEO
Carlos Rodrigues CEO;
Luís Amaral Diretor Comercial · MT Consulting; Abílio Fernandes; Júlio Vilão
CEO; João Moura CEO; Isabel Leitão Gala Prémios Lusofonia; Nuno Santos Embaixada
da Guiné Equatorial
Presidente · Instituto do Mundo Lusófono Isabelle de Oliveira;João Gonçalves Consultor; Prof. Doutor Mário Monte Diretor · Centro de Investigação em Direitos Humanos · Univ. Minho; Prof. Iris de Brito ISCSP · Universidade de Lisboa; Luzia Moniz Presidente · PADEMA; Hugo Pinto Neolimpe
Mário Mendão
Secretariado Executivo da CPLP; Miguel Levy Secretariado Executivo da CPLP; Ivan
Njinga Secretariado Executivo da CPLP; Erick Chipenda Secretariado Executivo da
CPLP;
Philip Baverstock Secretariado Executivo da CPLP; Arlinda Cabral Secretariado Executivo da CPLP
Lidia Meda
Embaixada da Guiné Equatorial; Dra. Leonor Vieira Advogada; Engo Miguel Ricardo
Rodrigues Convidado; Dr. Luís Archer Convidado; Dr. Nuno Miguel Viana Convidado; Raquel Leitão
Gala Prémios Lusofonia; Jorge Trabulo Marques
Ano Bom - Graciano Mikue Embaixada da Guiné Equatorial; Luz Micaela Convidada;Eugenio Ngumu Osa Convidad; Pedro Mauricio Okomo Convidado;Vanilla Karr Convidada;Marcelo Costa Convidado
Vera Vieira Secretariado Executivo da CPLP; Flávio Fernandes Embaixada da Guiné Equatorial; Pedro Pereira Embaixada da Guiné Equatorial; Margarida Teigas Directora de Exportação Nutriben; Regina Martins Embaixada da Guiné Equatorial;Jean François Calvet Piloto Pedro Cardoso Servirecord
Papa Leão XIV visita à Guiné Equatorial na próxima viagem a África--Ao pais onde existem as mais belas igrejas de África e tem mais de 90% de cristãos. Onde adorei voltar 42 anos depois de condenado à forca, após 38 dias à deriva numa canoa por suspeita de espionagem – Encontrei um pais completamente diferente, creio que dos mais desenvolvidos de África : não vi bairros de barracas mas bairros sociais.
ASPECTOS HISTÓRICOS
A Guiné Equatorial é independente da Espanha desde 12 de outubro de 1968. A proclamação da independência marcou o fim de séculos de presença espanhola na região, que abrangia a antiga colónia da Guiné Espanhola (Rio Muni e Fernando Póo). Francisco Macías Nguema foi o primeiro presidente
A Guiné Equatorial, localizada na África Central, é constituída por uma parte continental (Rio Muni) e uma região insular composta principalmente pelas ilhas de Bioco (anteriormente Fernando Pó, onde fica a capital Malabo), Ano Bom (Annobón), Corisco, Elobey Grande e Elobey Pequeno
"O país atualmente chamado de Guiné Equatorial está situado na costa Oeste de África, um pouco a norte do Equador, e daí o nome de Equatorial. É um dos menores países do continente africano, e a parte continental, conhecida por Rio Muni, faz fronteira, a norte, com Camarões, a sul e a leste, com o Gabão, a oeste, com o Golfo da Guiné e, portanto, com o Oceano Atlântico. Confrontando com a costa marítima do Rio Muni, encontram-se as ilhas de São Tomé e Príncipe, que não fazem parte deste país.
"Fernando Pó, o navegador português que, em 1471/2, aportou à ilha, agora chamada de Bioko, verificou que já era habitada. No entanto, como a desenhou nos mapas de navegação, esta ficou com o seu nome durante séculos. Serviu de entreposto no comércio de escravos durante anos e teve imensos colonizadores, portugueses, holandeses, franceses e, finalmente, ingleses que, com a desculpa de controlar o comércio de escravos, roubavam navios, entrepostos, feitorias, etc., em benefício do comércio inglês. As ilhas que constituem a actual Guiné Equatorial não tiveram alteração desde que Espanha tomou posse delas. Mas, no referente à parte continental, chamada de Rio Muni ou Mbini, só em 1900 ficou definida, pelo convénio Franco Espanhol dessa data.
Inicialmente, em 1777, pelo Tratado de San Ildefonso, Portugal cedia a Espanha no Golfo da Guiné as ilhas já mencionadas, e a exploração do litoral continental entre os Cabos Formoso e o Lopez. Este acordo foi ratificado pelo Tratado d’El Pardo, de 1778, o qual constituiu a base jurídica da presença espanhola no continente africano, nas latitudes da Guiné equatorial.
O comércio era permitido nas costas e nos rios interiores, principalmente para o tráfico de escravos, de ouro, marfim e plantas exóticas que não existiam na Europa. A área por onde os espanhóis se podiam expandir nas acções de comércio, entre a foz do Niger (Cabo Formoso) e a foz do Ougwe (Cabo Lopes Gonçalves), em 1777, é visível na figura 13. Diz o Tenente-coronel João José de Sousa Cruz




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