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segunda-feira, 5 de janeiro de 2026

António José Seguro na Guarda. Meu distrito – Seguro de paixões e convicções pela saúde, bem-estar e futuro dos portugueses: andei perdido 38 dias no mar e gostaria de me sentir ao menos seguro em terra

Jorge Trabulo Marques - Reportagem em terras do meu distrito

Desejaria não voltar a sentir a mesma insegurança de vida que senti sozinho no alto mar - Por isso mesmo, sinto que o único candidato que me oferece confiança, é António José Seguro, à Presidência da República - Já me bastaram os longos dias, os infinitos momentos de incerteza e de ansiedade vividos solitariamemte no mar a bordo de uma piroga santomense


Presidenciais - Em António José Seguro - Quero mais segurança em terra do que aquela que enfrentei no mar.

O seu nome e perfil inspira-me confiança . Seguro de paixões e convicções pela saúde, bem-estar e futuro dos portugueses, das populações.

Ambos somos do mesmo distrito, um dos mais envelhecidos de Portugal e há que lhe devolver alguma esperança - Bem como a um pais, com seu património comercial, rural e industrial, desde as águas à eletricidade, cada vez mais oferecido à fuga externa da divisa, em mãos alheias do liberalismo selvagem, por isso mesmo, mais descaracterizado e empobrecido - E sem descurar a proteção aos mais idosos e àqueles que mais vergam a espinha, seja qual for a sua origem étnica. E as palavras de José seguro, desde a defesa das gravuras do Vale do Côa, que lhe tenho ouvido ou lido, sempre me inspiraram inteira confiança

Pois não esqueço, aqueles longos dias e noites de três aventuras em frágeis pirogas, há mais de 50 anos. Palavras, como estas: " Não vejo nada!… Nem aves, tão pouco... Nem peixes!... Apenas os tubarões, azuis e os martelos, continuam em volta...Mais nada!... A água tem uma cor escura!...Não sei que dizer mais... Esperar, até quando?!.. Esta ânsia!... Quando eu posso pisar terra firme?!...Quando?!...

Estou à mercê do mar, dos ventos, das correntes, das trovoadas!... Sou para aqui aquilo que os ventos e as correntes quiserem. Sinto-me absolutamente desprezado neste momento!

Não esquecer os brutais cortes dos troikianos 

Tal como já foi referido pelo jornal "O Interior“ , José Seguro, foi abraçado e cumprimentado carinhosamente por dezenas de guardenses, que não esqueceram “o Tó Zé” que foi líder da Federação do PS da Guarda no final da década de 1990 e eleito deputado nas legislativas de 1999.

Continua a ser militante da secção do PS local com o número 8.546. «Sinto-me em casa. É indescritível, é muita emoção, muito carinho e muito apoio e, sobretudo perceber que estas relações de amizade e relações políticas têm 30 anos e mantiveram-se ao longo deste tempo. Isto quer dizer que a maneira como se faz política perdura, quando as pessoas a fazem com honestidade, proximidade e sinceridade. É isso que eu quero levar para a presidência da republica», disse o candidato a O INTERIOR antes de se dirigir aos apoiantes.


As primeiras palavras do discurso foram dirigidas ao diretor de campanha no distrito, Ernesto Gonçalves, do qual recebeu um “cobertor de papa” de Maçainhas, e frisou que «a maior proteção que temos que fazer não é apenas protegermo-nos das intempéries, é sobretudo protegermo-nos contra os extremismos que crescem em Portugal e na sociedade portuguesa».

Depois, dirigindo-se ao mandatário distrital, José Prata, disse que «esta já não é uma candidatura apenas minha, é uma candidatura de todos os portugueses que são democratas, progressistas e humanistas. E nós precisamos no nosso país de melhor democracia, de mais e melhor progresso e muito mais humanismo».


António José Seguro, Portugal precisa de se unir e que «a unidade nacional também é garantir que há menos desigualdades, que somos um país mais coeso. É inaceitável que o interior de Portugal continue a ser tratado como um Portugal de segunda, que as pessoas que vivem no interior continuem a ser abandonadas e discriminadas pelo Estado. Há muitas pessoas que continuam a olhar para este território como um fardo, eu olho para o interior como uma oportunidade.

Aqui há condições, potencialidades e talento para fazermos do interior de Portugal uma região mais desenvolvida e mais próspera». Jornal O Interior – Assim o voltou a demonstrar no chão que o viu nascer num almoço de convívio e de presença com centenas de apoiantes.


Sempre que se aproximam as eleiçoes, sóu alvo de atos censórios. Esta quiestão tem de ser debatida no Parlamento Europeu - Sim, lamentavelmente a censura do facebook nao me permite partilhar. Segundo a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, o Artigo 11º, relativo à Liberdade de Expressão e Informação, refere;

1. Qualquer pessoa tem direito à liberdade de expressão. Este direito compreende a liberdade de opinião e a liberdade de receber e de transmitir informações ou ideias, sem que possa haver ingerência de quaisquer poderes públicos e sem consideração de fronteiras.

Ora, perante a evidência de reiterados actos de censura pós-publicação, a Empresa Facebook pratica abusivamente a censura e suspensão de publicações e contas pessoais, sem praticar o contraditório adequado, sem identificar o autor da censura e sem fundamentar as decisões de censura, relativamente a conteúdos que integram em pleno a liberdade de opinião, a transmissão de informações públicas ou ideias temáticas, quando contrárias a certa narrativa politica.

sábado, 3 de janeiro de 2026

Vasco Graça Moura nasceu a 3 de Jan.1942 Porto Recordo a memória do escritor, poeta e tradutor português, falecido em 2014.- Ao lado da pintora Graça Morais, na inauguração de uma exposição intitulada “A Máscara e o Tempo”, que contara ainda com a presença de Júlio Pomar, a em Novembro de 2009,


                                                          Jorge Trabulo Marques - Jornalista

 Vasco Graça Moura nasceu a 3 de Jan.1942 Porto Recordo a memória do escritor, poeta e tradutor português, falecido em 2014.- Ao lado da pintora Graça Morais, na inauguração de uma exposição intitulada “A Máscara e o Tempo”, que contara ainda com a presença de Júlio Pomar, a em Novembro de 2009, na Rua da Academia das Ciências, na galeria Rattom, na qual foi apresentado um conjunto de 42 trabalhos, que visavam mostrar "uma grande reflexão sobre o tempo longo e lento do campo

Mas o autor de "Uma Carta no Inverno" e da "Morte de Ninguém", partiu em desacordo com o Acordo Orográfico, que classificou como o Cadáver Adiado – Antes disso, esteve na exposição “A Máscara e o Tempo” de Graça Morais

Graça Morais nasceu a 17 de Março de 1948 no Vieiro, pequena localidade de Trás-os-Montes. O local que a viu nascer e crescer torna-se determinante para as vivências da artista, revelando-se um local de memórias e eternos retornos na sua obra plástica.

 
Dizia a pintora transmontana, Graça Morais a propósito dessa sua mostra,  que  As pessoas, quanto mais envelhecem, mais o tempo lhes parece veloz. E então ficam com medo de morrer. Um destes desenhos é a cabeça da minha mãe, que é uma pessoa que eu adoro (eu desenho muito a minha mãe). Fazer estes desenhos é uma forma de a agarrar, de a prender, de deixar um testemunho de uma pessoa que é natural que vá desaparecer daqui a uns tempos. A transformação daqueles rostos com tubérculos é o tempo que se nota nas marcas que deixa nas suas caras. Quando as pessoas envelhecem numa relação normal com o tempo, as caras das pessoas velhas já não são caras, são vegetais, estão cheias de experiência.in Graça Morais, pintora-perdiz ...  

A TRANSITORIEDADE E A TRANSFORMAÇÃO DA VIDA   No fundo, é também de algum modo o objetivo desta  minha singela evocação: refletir a temporalidade e a transformação da vida – Sim, porque, no fundo, o percurso de Vasco Graça Moura, desde o poeta,  romancista,  dramaturgo,  cronista, tradutor, ensaísta,  crítico literário,   político, o gestor, o intelectual,  em todas essas facetas, refletia  isso mesmo:  uma constante preocupação sobre a vida – Tal como foi dito, no DN, por ocasião da sua morte, “Além de um criativo de excepção, VGM foi um intelectual interveniente, que respondeu aos desafios que a vida lhe facultou com trabalho, rigor, empenho e independência intelectual. Irrequieto quando não truculento, cruzou a acção com a contemplação, a intervenção com as torres de marfim. Gostava de provocar intelectualmente e de ser provocado. Sabia dizer sim ao serviço público, do mais mediático ao mais anónimo, não se desviando da visão humanista que perfilhava da vida da pólis e da cultura." - InVasco Graça Moura: um criativo multímodo - Opinião - DN





“Vasco Graça Moura, um portuense como nós, tinha na voz, mas sobretudo na palavra, a sinceridade, o sentimento e a profundidade quanto baste, para merecer que o assinalemos neste local de letras, de palavras e que não queremos esquecido em nenhum dia do ano. É a homenagem dos portuenses, à palavra de um portuense”, do presidente da Câmara do Porto vieram depois. Rui Moreira, por ocasião da primeira Feira do Livro do Porto a Vasco Graça Moura –Público.

SONETO DO AMOR E DA MORTE

quando eu morrer murmura esta canção
que escrevo para ti. quando eu morrer
fica junto de mim, não queiras ver
as aves pardas do anoitecer
a revoar na minha solidão.

quando eu morrer segura a minha mão,
põe os olhos nos meus se puder ser,
se inda neles a luz esmorecer,
e diz do nosso amor como se não

tivesse de acabar, sempre a doer,
sempre a doer de tanta perfeição
que ao deixar de bater-me o coração
fique por nós o teu inda a bater,
quando eu morrer segura a minha mão.


Vasco Graça Moura, in "Antologia dos Sessenta Anos"

Notas biográficas

"Personagem polifacetada da vida cultural portuguesa (Foz do Douro, 3 de Janeiro de 1942 — Lisboa, 27 de Abril 2014). Poeta, romancista, ensaísta, tradutor, foi secretário de Estado de dois Governos provisórios, desempenhou funções directivas na RTP, na Imprensa Nacional e na Comissão para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses. Em 1999, foi eleito deputado ao Parlamento Europeu. Para ele, a poesia "é uma questão de técnica e de melancolia", crescendo d' A Furiosa Paixão pelo Tangível através de uma densa rede metafórica que combina a intertextualidade, relacionada especialmente com Camões, Jorge de Sena, Dante, Shakespeare e Rilke, objectos privilegiados de estudo deste autor, e uma tendência ironicamente discursivista assente na agilidade sintáctica. É autor de três ensaios sobre Camões: Luís de Camões: Alguns Desafios (1980), Camões e a Divina Proporção (1985) e Sobre Camões, Gândavo e Outras Personagens (2000). Em 1996, a sua obra foi reunida em volume. Dos títulos deste autor, podemos salientar Concerto Campestre, os romances Quatro Últimas Canções (1987) e Meu Amor Era de Noite (2001), os livros de poesia Uma Carta no Inverno, que lhe valeu o prémio da APE, e Poemas com Pessoas (ambos de 1997). Recebeu o Prémio Pessoa em 1995 e a medalha de ouro da Comuna de Florença em 1998, ambos atribuídos à sua tradução da Divina Comédia de Dante.

O advogado que passou a escritor (e político)

"Poeta, ensaísta, romancista, dramaturgo, cronista e tradutor de clássicos, Vasco Graça Moura nasceu no Porto, na Foz do Douro, em 1942, licenciou-se em Direito, pela Universidade de Lisboa, e chegou a exercer a advocacia, de 1966 a 1983, até a carreira literária se estabelecer em pleno.
Na altura, apenas a poesia definia a sua expressão, com títulos como "Modo mudando", estreia nas Letras, em 1962, a que se seguiram títulos como "Semana inglesa" e "O mês de dezembro". Mas Vasco Graça Moura era também o jurista, o gestor e o político.
Em 1974, após o 25 de Abril, aderiu ao Partido Popular Democrático, atual PSD, tendo assumido a secretaria de Estado da Segurança Social do IV Governo Provisório, liderado por Vasco Gonçalves. A experiência governativa duraria pouco mais de cinco meses, de março a agosto de 1975, e não voltaria a repeti-la.
Antes, foi diretor da RTP (1978), administrador da Imprensa Nacional-Casa da Moeda (1979-1989), cuja política de edição literária dinamizou, foi presidente da Comissão Executiva das Comemorações do Centenário de Fernando Pessoa (1988) e da Comissão Nacional para as Comemorações dos Descobrimentos Portugueses (1988-1995), para a qual coordenou a revista Oceanos. – Excerto de o Expresso



Eleições à porta, censura do Facebook de volta para quem não optar pela linha direitola - Pagam salários miseráveis aos controladores

                                   Jorge Trabulo Marques  - Conheci a do fascismo. Mas atual ainda é mais poderosa e sofisticada


"Limitado a poder comentar e partilhar  por ter transcrito  manchetes nos comentários,i "Limitamos a frequência com que podes publicar, comentar ou efetuar outras ações num determinado período de tempo para ajudar a proteger a comunidade de spam. A treta deles
O Facebook — plataforma controlada pela Meta, assim como o WhatsApp e o Instagram

AINDA POR CIMA PAGAM MAL AOS SEUS CONTROLADORES

Accenture acusada de “tortura psicológica” a moderadores de conteúdos: Estes trabalhadores recebem apenas “salários de miséria” da multinacional que embolsa milhares de milhões de milhões denuncia o CEPS que também fala em condições de trabalho insalubres e perseguição ao sindicato.

Queixam-se, entre outras coisas, do “ritmo de trabalho muito intenso”, com “horários sobrecarregados”, “um controlo muito apertado” e “metas de produção muito elevadas”. Excerto do https://expresso.pt/sociedade/2018-05-06-Como-funciona-em-Lisboa-o-mundo-secreto-dos-revisores-de-conteudos-do-Facebook


Sempre que se aproximam as eleiçoes, sóu alvo de atos censórios. Esta quiestão tem de ser debatida no Parlamento Europeu - Sim, lamentavelmente a censura do facebook nao me permite partilhar.

Segundo a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, o Artigo 11º, relativo à Liberdade de Expressão e Informação, refere;

1. Qualquer pessoa tem direito à liberdade de expressão. Este direito compreende a liberdade de opinião e a liberdade de receber e de transmitir informações ou ideias, sem que possa haver ingerência de quaisquer poderes públicos e sem consideração de fronteiras.

Ora, perante a evidência de reiterados actos de censura pós-publicação, a Empresa Facebook pratica abusivamente a censura e suspensão de publicações e contas pessoais, sem praticar o contraditório adequado, sem identificar o autor da censura e sem fundamentar as decisões de censura, relativamente a conteúdos que integram em pleno a liberdade de opinião, a transmissão de informações públicas ou ideias temáticas, quando contrárias a certa narrativa politica.

A Liberdade de Expressão pode-se considerar a alma do pensamento diferenciador e o espírito que eleva o debate nas sociedades democráticas, cuja violação poderá configurar a prática de Fascismo. Liberdade de Expressão é apanágio da natureza racional do indivíduo e é o direito de qualquer um manifestar, livremente, opiniões, ideias e pensamentos pessoais sem medo de retaliação ou censura por parte do governo ou de outros membros da sociedade. É um conceito fundamental nas democracias modernas nas quais a censura não tem respaldo moral.

A Liberdade de Expressão é um direito humano, protegido pela Declaração Universal dos Direitos Humanos, de 1948, e pelas constituições de vários países democráticos, como é o caso do artigo XIX da Declaração Universal dos Direitos Humanos que estabelece:

“Todo ser humano tem direito à liberdade de opinião e expressão; este direito inclui a liberdade de, sem interferência, ter opiniões e de procurar, receber e transmitir informações e ideias por quaisquer meios e independentemente de fronteiras", assim como a final na Constituição da República Portuguesa que no Artigo 37º preconiza;

1. Todos têm o direito de exprimir e divulgar livremente o seu pensamento pela palavra, pela imagem ou por qualquer outro meio, bem como o direito de informar, de se informar e de ser informados, sem impedimentos nem discriminações.

2. O exercício destes direitos não pode ser impedido ou limitado por qualquer tipo ou forma de censura. 3. As infracções cometidas no exercício destes direitos ficam submetidas aos princípios gerais de direito criminal ou do ilícito de mera ordenação social, sendo a sua apreciação respectivamente da competência dos tribunais judiciais ou de entidade administrativa independente, nos termos da lei.

4. A todas as pessoas, singulares ou colectivas, é assegurado, em condições de igualdade e eficácia, o direito de resposta e de rectificação, bem como o direito a indemnização pelos danos sofridos”.

Assim sendo, a Censura pelo Facebook de um artigo de opinião original de autor, de motivo exclusivamente político, como em muitos casos acontece, viola a Liberdade de Expressão consagrada na CRP, sendo o acto de Censura passível de queixa-crime no MP, contra o autor e contra a empresa! A liberdade de expressão e de informação, enquanto direito fundamental, encontra-se consagrada em instrumentos internacionais de referência inquestionável, bem como na nossa Constituição; assim, encontramo-lo previsto no art. 19.º da DUDH5 , no art. 10.º da CEDH6 , no art. 11.º, n.º 1 da CDFUE7 , bem como no art. 37.º, n.º 1 da CRP8, sendo o principal pilar da Democracia!

No direito português, não existe aquilo a que costuma chamar-se «delito de opinião». A importância atribuída à liberdade de expressão é tão elevada, que nem sequer é proibido criticar ou contestar outros valores ou princípios consagrados na Constituição da República Portuguesa.
Apesar da CRP impor a organização republicana do Estado português, não é proibido defender publicamente a instauração de um regime monárquico; apesar de proibir a tortura, não é proibido que uma pessoa se manifeste favorável a essa prática; apesar de proibir a existência de associações racistas, não é proibido que uma pessoa se assuma racista.

Todavia, essas manifestações de opinião serão ilícitas se o modo por que são feitas ofender interesses protegidos. Tal sucederá, por exemplo, com o crime de discriminação racial, religiosa ou sexual, que consiste, nomeadamente, em desenvolver actividades de propaganda que incitem ou encorajem a discriminação e em difamar ou injuriar uma pessoa ou grupo de pessoas por causa da sua raça, cor, origem étnica ou nacional, religião, sexo, orientação sexual ou identidade de género, não sendo o Facebook o órgão legal para julgar eventuais ilicitudes.

Conclusão: Roga-se ao Parlamento de Portugal que aprecie e condene a reiterada violação à Liberdade de Expressão praticada pelo Facebook e legisle especificamente contra o exercício da censura de publicações nas redes sociais com conteúdos que não ofendam a legislação em vigor que determina inequivocamente que não existem opiniões interditas, no sentido de não se proibirem opiniões diferentes de uma certa «verdade» acolhida e protegida por grupos de interesse. Diz o Movimento MAIS DEMOCRACIA!
Setembro 2021, Dia 17!

Petição Pública contra a Censura do Facebook a Publicações de Opinião!

Para: Assembleia da República e Procuradoria Geral da República!


Exercício do Direito de Petição Lei n.º 43/90, de 10 de agosto1 (TP), com as alterações introduzidas pela Lei n.º 6/93, de 1 de março2 (TP), Lei n.º 15/2003, de 4 de junho (TP), Lei n.º 45/2007, de 24 de agosto 3 (TP) Lei n.º 51/2017, de 13 de julho4 (TP) (Declaração de Retificação n.º 23/2017, de 5 de setembro) Lei n.º 63/2020, de 29 de outubro5 (TP) (Declaração de Retificação n.º 48/2020, de 30 de novembro) A Assembleia da República decreta, nos termos dos artigos 52.º, 164.º, alínea d), 168.º, alínea b), e 169.º, n.º 3, da Constituição, o seguinte: CAPÍTULO I Disposições gerais Artigo 1.º Âmbito 6 1 - A presente lei regula e garante o exercício do direito de petição, para defesa dos direitos dos cidadãos, da Constituição, das leis ou do interesse geral, mediante a apresentação aos órgãos de soberania, ou a quaisquer autoridades públicas, com exceção dos tribunais, de petições, representações, reclamações ou queixas.
https://peticaopublica.com/?pi=PT110010