Presidenciais - Em António José Seguro - Quero mais segurança em terra do que aquela que enfrentei no mar.
O seu nome e perfil inspira-me confiança . Seguro de paixões e convicções pela saúde, bem-estar e futuro dos portugueses, das populações.
Ambos somos do mesmo distrito, um dos mais envelhecidos de Portugal e há que lhe devolver alguma esperança - Bem como a um pais, com seu património comercial, rural e industrial, desde as águas à eletricidade, cada vez mais oferecido à fuga externa da divisa, em mãos alheias do liberalismo selvagem, por isso mesmo, mais descaracterizado e empobrecido - E sem descurar a proteção aos mais idosos e àqueles que mais vergam a espinha, seja qual for a sua origem étnica. E as palavras de José seguro, desde a defesa das gravuras do Vale do Côa, que lhe tenho ouvido ou lido, sempre me inspiraram inteira confiança
Pois não esqueço, aqueles longos dias e noites de três aventuras em frágeis pirogas, há mais de 50 anos. Palavras, como estas: " Não vejo nada!… Nem aves, tão pouco... Nem peixes!... Apenas os tubarões, azuis e os martelos, continuam em volta...Mais nada!... A água tem uma cor escura!...Não sei que dizer mais... Esperar, até quando?!.. Esta ânsia!... Quando eu posso pisar terra firme?!...Quando?!...
Estou à mercê do mar, dos ventos, das correntes, das trovoadas!... Sou para aqui aquilo que os ventos e as correntes quiserem. Sinto-me absolutamente desprezado neste momento!
| Não esquecer os brutais cortes dos troikianos |
Tal como já foi referido pelo jornal "O Interior“ , José Seguro, foi abraçado e cumprimentado carinhosamente por dezenas de guardenses, que não esqueceram “o Tó Zé” que foi líder da Federação do PS da Guarda no final da década de 1990 e eleito deputado nas legislativas de 1999.
Continua a ser militante da secção do PS local com o número 8.546. «Sinto-me em casa. É indescritível, é muita emoção, muito carinho e muito apoio e, sobretudo perceber que estas relações de amizade e relações políticas têm 30 anos e mantiveram-se ao longo deste tempo. Isto quer dizer que a maneira como se faz política perdura, quando as pessoas a fazem com honestidade, proximidade e sinceridade. É isso que eu quero levar para a presidência da republica», disse o candidato a O INTERIOR antes de se dirigir aos apoiantes.
As primeiras palavras do discurso foram dirigidas ao diretor de campanha no distrito, Ernesto Gonçalves, do qual recebeu um “cobertor de papa” de Maçainhas, e frisou que «a maior proteção que temos que fazer não é apenas protegermo-nos das intempéries, é sobretudo protegermo-nos contra os extremismos que crescem em Portugal e na sociedade portuguesa».
Depois, dirigindo-se ao mandatário distrital, José Prata, disse que «esta já não é uma candidatura apenas minha, é uma candidatura de todos os portugueses que são democratas, progressistas e humanistas. E nós precisamos no nosso país de melhor democracia, de mais e melhor progresso e muito mais humanismo».
António José Seguro, Portugal precisa de se unir e que «a unidade nacional também é garantir que há menos desigualdades, que somos um país mais coeso. É inaceitável que o interior de Portugal continue a ser tratado como um Portugal de segunda, que as pessoas que vivem no interior continuem a ser abandonadas e discriminadas pelo Estado. Há muitas pessoas que continuam a olhar para este território como um fardo, eu olho para o interior como uma oportunidade.
Aqui há condições, potencialidades e talento para fazermos do interior de Portugal uma região mais desenvolvida e mais próspera». Jornal O Interior – Assim o voltou a demonstrar no chão que o viu nascer num almoço de convívio e de presença com centenas de apoiantes.
Sempre que se aproximam as eleiçoes, sóu alvo de atos censórios. Esta quiestão tem de ser debatida no Parlamento Europeu - Sim, lamentavelmente a censura do facebook nao me permite partilhar. Segundo a Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia, o Artigo 11º, relativo à Liberdade de Expressão e Informação, refere;








