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sábado, 6 de julho de 2019

Monstros marinhos das profundezas oceânicas - vistos por Don Walsh e Jacques Piccard, pioneiros da viagem submarina à Fossa das Marianas, o abismo mais profundo dos oceanos, de 11 034 m de profundidade, no Oceano Pacifico - Eles foram os primeiros seres humanos, a testemunharem a existência de vida em tão inóspita escuridão onde os peixes se auto-iluminam e fazem tranquilamente a sua vida


Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador   - AS CRIATURAS MAIS BIZARRAS DOS ABISMOS DOS MARES – VIVEM NA FOSSA DAS MARIANAS, NO PACÍFICO 


Este site, que inicialmente começou por abordar as minhas experiências solitárias nos mares do Golfo da Guiné, em frágeis canoas de S. Tomé à Ilha do Príncipe, 3 dias, depois grande travessia de S. Tomé à Nigéria, dias 12, e, por último, a longa odisseias de Ano Bom, à Ilha de Bioko, ao longo de 38 dráticos dias, vai dedicar nesta postagem e na seguinte, a transcrição de dois interessantes artigos, sobre dois dos maiores pioneiros nas grandes profundidades oceânicas,



O ponto mais profundo da fossa foi sondado pelos navios Challenger e Challenger II, da Marinha Real. O local foi batizado, então, de Challenger Deep. O fundo da fossa das Marianas foi atingido em 1960 pelo batiscafo "Trieste", da marinha Americana tripulado pelo tenente Don Walsh e o cientista suíço Jacques Piccard, que passaram 20 minutos no fundo do oceano, numa expedição que durou ao todo 9 horas. https://pt.wikipedia.org/wiki/Fossa_das_Marianas

A fossa das Marianas, fica situada a leste das ilhas Marianas, na fronteira convergente entre as placas tectônicas do Pacífico e das Filipinas. Geologicamente, a fossa das Marianas é resultado geomorfológico de uma zona de subducção.

Os habitantes da Fossa das Marianas, não só vivem lá em grandes quantidades, mas também se sentem muito bem!  - Além das diferentes bactérias e invertebrados, moluscos, há uma enorme criaturas não identificadas habitam monstro real.

O primeiro mergulho para o fundo de uma pessoa realizada em 1960. Seu lugar no batiscafo "Trieste" americano Don Walsh e oceanógrafo suíço Jacques Piccard.

Mergulhar no abismo levou quase cinco horas, e o aumento - cerca de três horas, no fundo dos pesquisadores passou apenas 20 minutos. Mas desta vez foi o suficiente para fazer uma descoberta sensacional - nas águas profundas eles descobriram desconhecido para peixes planas de até 30 cm, semelhante ao linguado.

De acordo com a versão oficial, tudo no fundo da Fossa das Marianas está coberto por uma variedade de montanhas, o único local onde o estudo foi conduzido foi limpo, não havia uma montanha apanhada no equipamento que não era para isso -  De entre as várias espécies, ficou a conhecer-se a existência do enorme tubarão pré-histórico de 50 toneladas e 22 metros de comprimento.

Acreditava-se que eles haviam desaparecido 1,5 milhão de anos atrás, mas se assim for, significa que o Megalodon não está extinto e se refugiou nas profundezas da Fossa das Marianas. - Excerto  https://steemit.com/history/@fairider/secrets-of-the-mariana-trench
(…)
Don Walsh descreve a viagem até o final da fossa das Marianas
Em 1960, ele e seu companheiro de tripulação se tornaram as únicas duas pessoas a descer até o ponto mais profundo do oceano.

No início da manhã de 23 de janeiro, Walsh e Piccard desceram a escada no túnel de entrada de Trieste e entraram na cabine apertada. Os pilotos jorraram um pouco da gasolina flutuante para "ficar pesado", o lastro de ferro começou a puxar a embarcação para baixo, e a missão começou nas profundezas. A luz desapareceu e eles caíram cada vez mais na escuridão, conscientes da pressão esmagadora do lado de fora de sua câmara de aço. O veículo havia caído para cerca de 9400 metros quando um estrondo alto reverberou pela cabine, sacudindo os dois aquanautas do lado de dentro. "Nós olhamos todos os nossos indicadores, nossos instrumentos e tal, e tudo era normal", diz Walsh. Eles não sabiam o que causara o barulho, mas não parecia estar afetando a nave. "Então, decidimos continuar", diz Walsh, "esperando que tivéssemos tomado a decisão certa".


Os dois pioneiros, Waksh e Piccard - Anos mais tarde 

Além disso, a pressão fora da cabine já era tão intensa - cerca de 103 megapascals, ou 15.000 libras por polegada quadrada - que, se houvesse uma violação grave da embarcação, "estaríamos mortos antes de sabermos que estávamos mortos". Walsh diz. Mais tarde, determinaram a causa do ruído: uma janela de acrílico no túnel de entrada inundada havia quebrado a pressão. Mas Walsh e Piccard estavam seguros dentro de sua cabana, separados do túnel por uma grossa escotilha de aço.

Por quase cinco horas, o Trieste caiu. Walsh e Piccard espiavam a vigia para o que pareciam tempestades de neve invertidas, enquanto minúsculas criaturas brilhantes pareciam passar pelo batiscafo descendente. “A bioluminescência é desenfreada no abismo”, diz Walsh, “mesmo onde estávamos, que não é uma parte muito densamente povoada do oceano, porque não há muitos nutrientes tão distantes da terra”.

Finalmente, a esfera aterrissou em um tranquilo fundo do mar, a 10 912 metros de profundidade. Nenhum homem tinha muito interesse em oratória extravagante. “Apertamos as mãos e dissemos: Bem, nós conseguimos”, lembra Walsh. Então eles se voltaram para a vigia. Mas a aterrissagem de Trieste havia provocado o lodo fino e leve no fundo do oceano, e a escuridão não mostrava nenhum sinal de se estabelecer. "Foi como olhar para uma tigela de leite", diz Walsh. Permaneceu assim durante os 20 minutos inteiros que os dois homens ficaram no nadir do mundo.




Então, com os pensamentos do mar agitado e do curto dia de inverno acima deles, eles soltaram o lastro de pellets de ferro e começaram a longa subida.Quando o Trieste finalmente subiu à superfície, Walsh e Piccard subiram a longa escada para subir ao topo e se empoleiraram no navio. Enquanto esperavam por seus navios de apoio, eles refletiram sobre como sua missão bem-sucedida abriria o caminho para a exploração da Fossa das Marianas.“Estávamos tentando descobrir quando as pessoas próximas estariam lá”, diz Walsh, “e chegamos à conclusão de que, em algum momento entre dois ou três anos, as próximas pessoas estariam lá para fazer a exploração do oceano profundo”.




Em vez disso, eles assistiram cinco décadas passando sem um retorno. "É incrível que ninguém nunca tenha voltado", diz Walsh com uma voz triste.

No final da década de 1960, a Marinha dos EUA havia abandonado a exploração tripulada dos abismos mais profundos do mundo. A equipe deTrieste esperava conduzir muitos mergulhos profundos com seu veículo, mas a Marinha, citando preocupações de segurança, decidiu limitar a embarcação a profundidades acima de 6.000 metros. Os subs de pesquisa da próxima geração, construídos por instituições de oceanografia em todo o mundo, também aderiram a profundidades menores. Ao construir embarcações que poderiam chegar a 6 mil metros, eles poderiam explorar 98% do oceano, argumentaram - tudo menos as trincheiras misteriosas.

Os oceanógrafos aprenderam a confiar em veículos robóticos para investigar os lugares que os humanos não poderiam seguir. Mas para os verdadeiros crentes como Walsh - e a equipe da Virgin Oceanic que está assumindo onde ele parou - não há nada como um ser humano. "A capacidade do homem de observar e modificar seu programa no local é muito importante", diz ele."Você não pode surpreender um instrumento."  https://spectrum.ieee.org/geek-life/profiles/don-walsh-describes-the-trip-to-the-bottom-of-the-mariana-trench





quinta-feira, 4 de julho de 2019

"A mais elevada vocação do ser humano é viver em espírito de santidade"- Se não puderes seguir o Seu Exemplo, não lhe esqueças a palavra

Jorge Trabulo Marques - Em Peregrino Da Luz -SUBINDO A MONTANHA DA VIDA 


QUE BOM SEGUIR O CAMINHO DAQUELA LUZ QUE TE ILUMINA JESUS .. 

A MONTANHA


Eu vou seguir uma luz lá no alto eu vou ouvir
Uma voz que me chama eu vou subir
A montanha e ficar bem mais perto de Deus e rezar
Eu vou gritar para o mundo me ouvir e acompanhar
Toda minha escalada e ajudar
A mostrar como é o meu grito de amor e de fé
Eu vou pedir que as estrelas não parem de brilhar
E as crianças não deixem de sorrir
E que os homens jamais se esqueçam de agradecer
Source: Musixmatch
Compositores: Erasmo Esteves / Howard Dean Mc Cluskey / Roberto Carlos Braga
Letras de A montanha © Emi Songs Do Brasil Edicoes Musicais Ltda




A vida é a minha musa inspiradora” – Recordando a entrevista que Roberto Carlos, me concedeu , no aeroporto de lisboa e pouco depois de ter entrevistado sua mãe, Lady Laura, momentos antes de regressar ao Brasil, após a sua digressão a Portugal - Confessando-se “muito feliz pelos shows que deu em Lisboa, no Porto e no Algarve” e pela receção que lhe foi proporcionada “ Inquerido, entre outras questões, se se tinha sentido bem ao representar o papel de palhaço, num espetáculo do Canecão, respondeu que para ele “era uma coisa nova, eu nunca havia-me caracterizado de qualquer coisa no palco e eu queria ter a certeza que sabia fazer bem aquele número.” Leia mais pormenores da sua digressão, em https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2015/05/roberto-carlos-de-novo-em-portugal-32.html

TENHA UMA NOITE RELAXANTE E TRAQUILA E PACÍFICA com estes sons embaladores da acordeonista russa WIESŁAWA DUDKOWIAK tendo por fundo o eterno marulhar das ondas que naquelas longas noites solitárias numa canoa, também me embalou ou assustou  WIESŁAWA DUDKOWIAK –



quarta-feira, 3 de julho de 2019

“NEM TODAS AS VERDADES SÃO PARA TODOS OS OUVIDOS” - - Diz Umberto Eco - Lá isso é verdade – Todavia, o escritor italiano de renome, também conhecido por criticar o papel das novas tecnologias no processo de disseminação de informação, é da opinião que as redes sociais dão o direito à palavra a uma “legião de imbecis” que, antes destas plataformas, apenas falavam nos bares, depois de uma taça de vinho. - Sim, que na media liberal não podem livremente expressar as suas opiniões e onde a mesma também os embrutece com os seus programas Tvs alienantes e pirosos

Jorge Trabulo Marques - Jornalista - Informação e análise   - É frequente o ataque às redes sociais pela burguesia “erudita” e pela media convencional, que vê perdido o seu domínio absoluto sobre as consciências mas que também se vai servindo das mesmas redes sociais, que condena,   para se promover e não perder de todo o comando do barco.


Não é fácil a mudança das mentalidades, aliás é o mais difícil numa sociedade e num individuo:  “O ser humano é um ser que resiste à mudança por conta do conjunto de hábitos e crenças no qual foi sendo “acondicionado” desde que nasceu” –
Ainda há quem não largue a velha máquina de escrever pela sua incapacidade ou inadaptação às novas tecnologias:

O mesmo sucede com as novas regras do acordo ortográfico: em não largar certas bengalas da escrita, como se a língua não fosse um processo vivo e evolutivo  - A oposição ao Acordo Ortográfico de alguns setores intelectuais em Portugal e as resistências à sua ratificação por parte de Angola e Moçambique - o Brasil implantou-o,  mas os outros países ainda «estão a esperar» porquê? Mas felizmente que  os “falantes de português que usam acordo ortográfico sobem para 215 milhões” https://observador.pt/2016/01/01/acordo-ortografico-falantes-portugues-sobem-215-milhoes/

As redes sociais deram voz aos imbecis, afirma Umberto Eco – Sim, por via da brutalização da cultura dos programas pirosos e fúteis, que as televisões, sob controlo liberal, vêm impondo – Antes do seu reinado, as pessoas até conviviam umas mais com as outras e no seio da família e não se tornavam  meros robôs dependentes do que ouvem e veem nas estopadas brejeirices televisivas. Onde a informação é também objeto de manipulação do culto liberal.

“Normalmente, eles [os imbecis] eram imediatamente calados, mas agora têm o mesmo direito à palavra que um Prémio Nobel” – Pois a imbecibilidade não é  expressão de apenas os iletrados ou analfabetos.

Claro que nem tudo são pés de roseiras floridas, há muito quem se limite a divulgar nas redes sociais, o que come e o que defeca, editando no espaço que lhe é  concedido  pela  Internet (uma das maiores conquistas da  informação e comunicabilidade dos novos tempos) sim,  meros ramalhetes de frases feitas ou atrativos postais, mas a verdade é que só digere os espinhos, quem quer 

Diz o conhecido  escritor, filósofo, semiólogo, linguista e bibliófilo italiano de fama internacional – (Alexandria 05-01-1932 – Milão 19-02-2016)  que “as redes sociais foram um fenómeno que nos permitiu ter acesso a conteúdos que, de outra forma, seriam muito difíceis de ter conhecimento. Mas… nem tudo são rosas e, a verdade, é que muitas pessoas não estão ‘educadas’ para saberem estar na Internet no geral e nas redes sociais em particular  ...  afirmando que  as redes sociais dão o direito à palavra a uma “legião de imbecis” que, antes destas plataformas, apenas falavam nos bares, depois de uma taça de vinho, sem prejudicar a colectividade.

OBVIAMENTE QUE AS VERDADES FEREM  OS TÍMPANOS DE QUEM AS NÃO GOSTA DE OUVIR – Neste ponto, discerne bem o conhecido  semiólogo e romancista italiano Umberto Eco ,  investigador da Arte e beleza da   estética medieval, 

Frisando que “uma das maiores dificuldades comunicativas diz respeito à capacidade de expor pontos de vista sem exagerar no tom impositivo ou mesmo agressivo com que se defendem argumentos, mesmo os mais incoerentes. Cada vez mais intolerantes, as pessoas parecem precisar revestir seus discursos de agressividade, para que pareçam convincentes.


Com o advento da Internet, todos possuímos espaços virtuais onde podemos nos expressar, expondo nossos pontos de vista sobre assuntos vários. Ilusoriamente protegidos pela distância que a tela fria traz, muitas vezes excedemos no radicalismo com que pontuamos nossos comentários, sem levar em conta a maneira como aquelas palavras atingirão o outro.
A frieza do cotidiano e a concorrência de mercado acabam por contaminar nocivamente os relacionamentos humanos, que se tornam cada vez menos afetivos, tão robóticos quanto as máquinas de café que nos entopem os sentidos. Importamo-nos quase nada com os sentimentos alheios, com a historia de vida alheia, com a necessidade de entender as razões que não são nossas, pois queremos a todo custo extravasar tudo isso que se acumula dentro de nós em meio à velocidade estressante de nossas vidas.

Nesse contexto, quando expomos aquilo que pensamos sobre determinado assunto, principalmente relacionados à política e/ou à religião, acabamos sendo vítimas de contra-ataques violentos que não rebatem o que expusemos, mas tão somente tentam neutralizar nossa verdade com destemperos emocionais isentos de criticidade. Aceitável seria, entretanto, uma contra-argumentação pautada por reflexões plausíveis, o que não ocorre, em grande parte dos casos.

(…) Portanto, é necessário que aprendamos a nos expressar e a debater nossas ideias com quem realmente estiver pronto para trocar conhecimentos, com quem possui uma postura receptiva para com o novo e que não se importa com a quebra de certezas. Não percamos nosso precioso tempo com quem só ouve o que quer e da forma que lhe convém, diminuindo-nos por conta da diversidade de opiniões. Esses definitivamente não merecem nem mesmo nossa presença.https://www.contioutra.com/umberto-eco-alerta-nem-todas-as-verdades-sao-para-todos-os-ouvidos/


A GRANDE MEDIA  - TAMBÉM NÃO É O MELHOR EXEMPLO – “Grande parte das notícias "são rumores perigosíssimos – Diz 
Francisco Pinto Balsemão,  o maior empresário da media portuguesa, patrão da Impresa,  ".https://www.dn.pt/tv-e-media/media/interior/grande-parte-das-noticias-sao-rumores-perigosissimos-1851077.html
. POR OUTRO LADO, VEM AFIRMAR  QUE: as redes sociais e nos motores de busca são  uma "lixeira gigantesca"  https://www.dn.pt/media/interior/pinto-balsemao-critica-lixeira-gigantesca-nas-redes-sociais-e-nos-motores-de-busca-8672863.html

 QUER IMPOR CENSURA – POIS CLARO A PRETEXTO DAS FALSAS NOTICIAS OU DA CONCORRÊNCIA?  - Fake News': Balsemão fala em ameaça global e defende código de conduta de jornalistas nas redes  sociais. https://www.dn.pt/lusa/interior/fake-news-balsemao-fala-em-ameaca-global-e-defende-codigo-de-conduta-de-jornalistas-nas-redes--10480917.html
POIS ENTÃO – ESTE É O DILEMA DOS PATRÕES QUE VÊM NA INTERNET O PRINCIPAL CONCORRENTE   Balsemão: Comunicação social tem de ganhar dinheiro para não perder a independência….. as pessoas ainda acham que o que está na Internet deve ser gratuito.
 Balsemão diz que RTP é "um monstro -Presidente da Impresa, Francisco Pinto Balsemão, defende que a RTP é "um monstro" que não cumpre o serviço público e considera que devia haver apenas um canal digital para programas de alta qualidade e outro dedicado a todos os desportos. https://expresso.pt/actualidade/balsemao-diz-que-rtp-e-um-monstro=f542765

NÃO CULPABILIZEM AS REDES SOCIAIS MAS O  MAU USO CULTIVADO PELO EXACERBADO INDIVIDUALISMO, EXIBICIONISMO  E EGOÍSMO  - QUE TEM COMO PROMOTORA A MASSIFICAÇÃO DA NOVA ORDEM GLOBAL EM PROL DOS RICOS E ENDINHEIRADOS, EM DETRIMENTO DE  UMA IMENSA LEGIÃO DE ALIENADOS E ESCRAVOS  - “Estamos formando uma geração de egoístas, egocêntricos, alienados e inconsequentes! “ – Diz estudo de uma investigadora brasileira “A molecada acorda cedo, vai pra escola. Chega em casa, almoça ao mesmo tempo que assiste TV, atualiza a conversa no WhatsApp, checa sua ‘TimeLine’ no Facebook, curte páginas dos amigos, coloca em dia as curtidas do Instagram e comenta de forma superficial” –Desta vez o Grito do Ipiranga vem do Brasil

A Internet é uma das mais importantes conquistas  depois da eletricidade e de outras importantes descobertas da medicina  - Bom era, que o uso das novas tecnologias servisse como fonte de útil informação e comunicação e não de alienação. 

Mas a culpa não é do Facebook, da infinidade de recursos das redes sociais, sem as quais, a sociedade teria que ficar prisioneira  da beberagem ou bebedeira imposta pelos media liberais, pela prioseira dos seus programas fúteis e alienantes, mas da maneira como  cada qual a usa - 

Infelizmente, os comportamentos promovidos pelos media da  massificação global  liberal, conduzem  ao salve-se quem puder: às acentuadas desigualdades sociais - E quem se safa são os privilegiados do grande capital, numa sociedade alienada e escravizada; em que, cada vez os ricos são mais ricos e os pobres ainda mais pobres  - 


Dai que os maiores ataques às redes sociais, provenham da grande media liberal e do liberalismo selvagem, que não gosta de se ver  denunciado através de meios de informação que não controle integralmente.


"Entramos num café ou restaurante e as pessoas em vez de conversarem olhos nos olhos, rirem, estão focadas cada uma no seu telemóvel. Parecem zombies ... "Um solitário estar entre as pessoas"! Faz -me confusão - Desabafa de quem olha â sua volta e refllete.

 De facto, quem viaje de metro, em Lisboa, raramente vê alguém a ler um livro ou jornal. Por isso mesmo, eu sou uso o computador em minha casa para trabalhar, fazer jornalismo, perdendo muitas horas; mas não pondo de lado a leitura; o meu telemóvel é dos baratos, não tem Internet: levo sempre algo para ler quando saio de casa. - Uso o Facebook para divulgar os meus trabalhos jornalísticos, pelo que me é impossível ler ou responder às muitas mensagens que me enviam - Grande parte das quais mera divagação.de frases feitas e de vídeos para alienar e entorpecer

ALERTA INTELIGENTE QUE TOMÁMOS A LIBERDADE DE TRANSCREVER “Estamos formando uma geração de egoístas, egocêntricos, alienados e inconsequentes!

(... ) ...parece que perdemos a capacidade de raciocinar, de entender o contexto e complexidade de tudo os que nos cerca. Ninguém discute com seriedade o que está levando a nossa sociedade a viver na idade das trevas.

Acabaram as festas, Janeiro começou e em breve o ano letivo ganhará vida. Novos calouros ávidos por uma “nova” vida de descobertas desembarcarão em Adamantina. Nem faz um ano uma garota, em sua primeira semana de aula na faculdade, teve suas pernas queimadas em um dia de acolhimento de calouros. Jovem, em seus 17 anos e feliz por realizar o sonho de ingressar em uma faculdade. Mas em um dia que deveria ser de festa foi interceptada por “colegas” veteranos. Foi pintada com tintas e esmalte até que sentiu que jogaram um líquido em suas pernas. Nada notou até que a água da chuva, por ironia, em lugar de lavar e limpá-la provocou uma reação química que resultou em queimaduras de terceiro grau em suas duas pernas. O mesmo aconteceu com uma colega de turma que teve as pernas queimadas e outro rapaz que correu o risco de perder a visão. O líquido? Uma provável mistura de creolina e ácido!

Casos amplamente noticiados pela imprensa local, regional e nacional. Mas relatos contam mais sobre este dia trágico, como inúmeros casos registrados de coma alcoólico, além de meninas que tiveram suas roubas rasgadas e sofreram toda uma série de constrangimentos.
Fatos como estes contribuem para nos trazer de volta à realidade e, guardadas as devidas proporções, ilustra que vivemos sim em um país onde

(…) a“barbárie” ganha força e impera em diversos núcleos de nossa sociedade e se alastra com uma rapidez de rastilho de pólvora. Casos se repetem em diversos estados e cidades, o caso dos calouros da FAI de Adamantina não é e nem será o último, quantas tristes histórias já foram relatadas, como a do o jovem morto atirado em uma piscina da USP, amanhã mais um homossexual ou um negro, ou mais uma mulher que não se “deu o valor” e andou por aí exibindo seu corpo.

Vivemos em uma sociedade de alienados, sujeitos que não conseguem sequer interpretar um texto, nossas crianças são “condicionados nas escolas” jamais educados. Infelizmente não há cultura neste país da desigualdade. Parece que perdemos a capacidade de raciocinar, de entender o contexto e complexidade de tudo os que nos cerca. Ninguém discute com seriedade o que está levando a nossa sociedade a viver na idade das trevas.
O apresentador Chico Pinheiro do Bom dia Brasil, revoltado com os trotes violentos, afirmou que estes alunos deveriam voltar para o ensino fundamental. Discordo radicalmente dele, estes alunos deveriam voltar para o seio de suas famílias e lá, sim, receber educação básica, educação para a vida.

Os pais estão terceirizando a educação de seus filhos e, em um mundo sem tempo e repleto de culpa delegam a educação de seus filhos a professores que não podem ser responsabilizados e muito menos tem competência e formação para isso. Professores são facilitadores da inteligência coletiva, pais são os educadores na/da/para a vida!
Nos dias de hoje o tempo passa rápido demais. Muito rápido, tão rápido que nem dá tempo de tentar entender e processar o que foi vivido nas poucas horas atrás.
A molecada acorda cedo, vai pra escola. Chega em casa, almoça ao mesmo tempo que assiste TV, atualiza a conversa no WhatsApp, checa sua ‘TimeLine’ no Facebook, curte páginas dos amigos, coloca em dia as curtidas do Instagram e comenta de forma superficial – pois não compreende o contexto e complexidade – as reportagens da TV. Se perguntar quem dividiu a mesa com eles (os pais também estão brincando com o celular) é possível que nem tenham se dado conta, pois estão mais próximos dos amigos “virtuais” do que daqueles que compartilham o mesmo espaço, a mesma mesa e a mesma comida com eles.

Mas o mais trágico nisso tudo é que os pais, também, estão sentados à mesa assistindo TV, atualizando a conversa no WhatsApp, checando sua ‘TimeLine’ no Facebook, colocando em dia as curtidas do Instagram e comentando de forma superficial as reportagens da TV.

Depois do almoço os pais irão para o trabalho e os filhos para a aula de computação, inglês, academia…
À noite ficarão no quarto em frente ao note, navegando por sites que jamais se lembrarão, conversando pelo skype, jogando online, até a hora de dormir.

No final de semana estes jovens dormirão a maior parte do tempo para se preparar para a noite, para a balada, onde pegarão todos e todas e beberão até cair.

Estes jovens entram muito cedo em sua vida pretensamente “adulta”. Já “brincam” de papai e mamãe antes mesmo de brincar de casinha. Estes jovens são lançados da infância, cada vez mais curta, direto para a vida “adulta”, passando sem piscar pela adolescência.

Qual estrutura e base estes jovens terão para superar conflitos pessoais? Comportam-se como adultos aos 13, 14, 15 anos e, em muitos casos são tratados como adultos, mão não são adultos, são crianças e adolescentes que não sabem absolutamente nada da vida, mas são cobrados como se soubessem de tudo e pior, acreditam que sabem sobre tudo. Eles querem ser aceitos, infelizmente querem ser aceitos em um mundo irreal de aparências!

Nesse “nosso” mundo do “parecer”, do “fake”, do consumo do corpo perfeito, da mentira perfeita, do dinheiro a qualquer custo, do consumir e exibir, da exposição sem limites, da falsa propaganda que vende vidas “perfeitas” somos “forçados” a fazer parte dessa sociedade de “mentirinha”.

Na sociedade do consumo do corpo perfeito, da vida perfeita, do ser perfeito, não existe espaço pra “ser humano”, não existe lugar “para sermos quem somos”, aqueles que exibem suas imperfeições, pois o imperfeito não cabe na aparência perfeita do mundo da mentira.

Todos nós queremos fazer parte de algo, ser parte de algo. Principalmente quando somos jovens. Nossa turma é nossa razão de ser e estar no mundo. Comportamo-nos como tribos, somos territorialistas e, fazer parte deste “algo” nos confere identidade. E aí para fazer parte desse mundo, o jovem segue a turma, mesmo em muitos casos, sem saber por que está fazendo isso, mesmo sabendo que muitas coisas que fazem são erradas, vale a pena correr o risco para “ser” parte da turma!
E neste mundo, empoeirado, intenta-se forçar o sujeito a aderir sem contestação ao padrão de ser e estar neste “mundo”, reduzindo sublimes e maravilhosas peculiaridades e particularidades, ou seja, nossas magníficas diferenças, em uma uniformidade que se encaixa na perfeita adequação a uma sociedade tamponada, uniforme, opaca, moralista, hipócrita. REDELITORAL NORTE SP” | Acesse aqui seu perfil no Facebook.https://osegredo.com.br/estamos-formando-uma-geracao-de-egoistas-egocentricos-alienados-e-inconsequentes/?fbclid=IwAR115jn4JGUsZeYvmpfY6Eq6dZYMQHB_OgieLxXKaVHcxxVAUSj4zWtulQo