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sábado, 27 de maio de 2023

Feira do livro de lisboa 2023 – Reportagem fotográfica em vídeo do primeiro dia e também de imagens de vários autores em edições anteriores – A cerimónia da abertura contou com o Presidente da República, do Ministro da Cultura e do Presidente do Município, entre outras entidades

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

O horário do certame  poderá ser alterado neste sábado,  no caso de o Sport Lisboa e Benfica se tornar campeão nacional de futebol  - Prevendo-se a  compensação pelo encerramento mais cedo da Feira,  por causa da festa do título.

O horário de abertura é às 11h00, enquanto à semana a feira abre às 12h30. O do fecho  às 22h00, nos dias de semana, e às 23h00 às sextas-feiras, sábados e vésperas de feriado.

Goreti da Rosa, cantora, pintora e escritora - Na sua voz e sua imagem e de muitas outras

O primeiro dia da Feira do Livro de Lisboa teve  boa afluência pública e também de  muitos rostos  da cultura, além de  entidades bem conhecidas

Goreti da Rosa, cantora, pintora e autora de vários livros,  foi uma das  várias surpresas, com que me deparei  naquele fim de tarde e principio da noite da abertura oficial do maior certame livreiro do país ao ar livre e a cuja voz  - de uma das suas populares canções - , tomei a liberdade de sonorizar o vídeo   da reportagem que ali decidi ir fazer, a que junto também  registo de umas  breves palavras biográficas

Sim, longe de imaginar, que, um desses rostos, iria ser o da autora de “Um esconderijo na floresta”, entre outras curiosas obras, acompanhada por outros dois talentosos  artistas portugueses,  Elvis Santiago  - Alexandre Faria, com quem também tive o prazer de dialogar - E também alguns momentos com o Ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, que após o acto inaugural se dirigiu com alguns familiares e assessores numa visita muita atenta ao longo dos vários pavilhões do certame


Confesso que não estava a contar com tão espontâneo e gracioso  diálogo, que ocorreu, ocasionalmente,  quando o simpático grupo de amigos, estavam de saída do recinto da feira,  depois de terem participado na  cerimónia oficial da abertura da 93ª edição da Feira do Livro de Lisboa, cujo ato inaugural decorreu na  tarde de quinta-feira, dia 25, com as presenças do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa   e do ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, além do Presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas, bem como   de Pedro Sobral, diretor da APEL, entre outras personalidades,

Oportunidades para discursos e também para  assinaturas de autógrafos por Isabela Figueiredo, José Milhazes, Alice Vieira e João Pedro George, entre muitos outros.

Foi referido, que, este ano, a Feira do Livro de Lisboa terá 139 participantes, mais de 980 chancelas editoriais e os mesmos 340 pavilhões da edição de 2022.



Para esta edição, são esperados também “muito mais escritores” e “mais autores internacionais do que no ano passado”, afirmou o presidente da APEL, que tem verificado um aumento da “proatividade nos escritores, que dizem ‘quero estar’ na feira”, em vez de simplesmente esperarem pelos convites.



Pedro Sobral espera, por isso, que este ano aumente o contacto com escritores e a afluência, que em 2022 se situou entre os 770 mil e os 790 mil visitantes.

Esta expectativa está diretamente ligada ao crescimento do mercado do livro, que se tem verificado desde 2021, e que no final do primeiro trimestre deste ano estava nos 12%.

“Além da recuperação (pós-pandemia), há uma alteração nos hábitos de leitura. Portugal é dos países com piores índices de leitura, mas há um crescente interesse na compra de livros para leitura própria”, quando, tradicionalmente, a maioria dos livros comprados eram para oferta, indicou o responsável.

quinta-feira, 25 de maio de 2023

Dia Mundial de África – A Celebrar mas também pra refletir num continente onde a fome, a escassez de água, o extremismo violento têm causado mais instabilidade de que o tão desejado progresso e paz social – Libertação do antigo colonialismo pelo neocolonialismo interno e sem fronteiras? – Será este o melhor caminho a seguir? Num continente que é o berço da Humanidade

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista 


A GRANDE EPOPEIA AFRICANA NÃO PODE SER IGNORADA -  - O continente africano é o berço da humanidade: foi daí que irradiou o Homo sapiens . Os seus homens e mulheres, povoaram lugares nunca dantes povoados; atravessaram continentes, criaram civilizações, culturas e formaram reinos - E, mesmo os que nunca dali partiram para a grande aventura da Diáspora, tinham os seus costumes, as suas tradições e  as suas hierarquias - Eram livres à sua maneira.  

O  europeu veio mais tarde para retalhar os espaços geográficos à mercê das suas conveniências, corromper  os próprios comerciantes de escravos (sim, porque a escravatura, é tão antiga como o homem) ficando  eles com a fatia de leão: para dividiram territórios, humilharem, dominarem e escravizarem as populações a seu belo prazer, usurpando as suas riquezas

LAMENTAVELMENTE  Devia aprender-se com os erros do passado "Os dados do Banco Mundial mostram que os valores agregados de pagamentos de dívida na África subsaariana em 2025 vão subir cerca de 7% para 26,8 mil milhões de dólares, com pagamentos na maturidade relativamente elevados em Angola, Costa do Marfim, Gabão, Gana, Quénia, Namíbia e Nigéria", escrevem os analistas.


O Dia Mundial de África é uma celebração anual do dinamismo do continente africano no aniversário da fundação da Organização da Unidade Africana, agora a União Africana.

António Guterres, na sua mensagem, o secretário-geral da ONU afirma que, mais do que nunca, são necessárias cooperação e solidariedade para avançar o futuro da região; Área de Livre Comércio Continental Africana pode retirar 50 milhões da pobreza. 


Este 25 de maio é o Dia da África. Com 1,3 bilhão de pessoas, o continente concentra uma “vibração pelo seu grande número de jovens com um potencial de tirar o fôlego” . declarou António Guterres

Um em cada três africanos é afetado pela escassez de água. De acordo com o relatório de 2022 da OMS/UNICEF [1] , 411 milhões de pessoas em África ainda não têm acesso a serviços básicos de água potável, 779 milhões não têm acesso a serviços básicos de saneamento, e 839 milhões não têm acesso à higiene básica.

Crianças órfás de Moçambique 

As alterações climáticas estão a causar escassez de água e seca, prevendo-se que 230 milhões de africanos tenham falta de água e até 460 milhões de pessoas vivam em áreas onde a procura de água excede periodicamente a oferta disponível, até 2025. Isto também tem impacto na segurança alimentar e energética, uma vez que a população do continente continua a crescer

As crises políticas e humanitárias no continente são exacerbadas por fatores económicos. "A recuperação económica de África após a crise da COVID-19 em 2022 foi perturbada por uma série de choques", diz o analista Alex Vines, que salienta a escassez da abastecimento e o rápido aumento da inflação, também alimentado pelo impacto global guerra de agressão russa na Ucrânia.

Diz Manuel Pinto da Costa, cofundador do MLSTP, num artigo publicado no Telá Non, há dois anos, que, “ao  longo da História universal as potências dominantes impuseram aos territórios africanos conquistados TRÊS TIPOS DE CAMISAS DE FORÇA:ESCRAVATURA, COLONIALISMO, e, depois da independência, a DEMOCRACIA. O objectivo principal foi, e continua a ser, assegurar, por um lado, o controlo da exploração das principais fontes de matérias primas e, por outro, mercados para os produtos manufacturados, vitais para a sua s o b r e v i v ê n c i a c o m o p o t ê n c i a s d o m i n a n t e s


Certos lideres africanos  não ficam atrás dos antigos colonizadores –  «A corrupção em África varia entre o alto nível político, numa escala de milhões de dólares, e o baixo nível, com subornos a autoridades e funcionários públicos. No primeiro caso, impõe um maior custo financeiro directo ao país, no segundo caso tem um efeito corrosivo sobre as instituições básicas e mina a confiança dos cidadãos no governo», refere a jornalista Stephanie Hanson na publicação Council on Foreign Relations.

Mais de metade dos cidadãos da África Oriental pagam subornos para ter acesso a serviços públicos que deveriam estar livremente disponíveis, relata a organização Transparency International, o que também aumenta os custos de fazer negócios, uma vez que há uma correlação entre a eficácia no combate à corrupção e o aumento de produtividade de um país. «Atacar a corrupção é a melhor maneira de atacar a pobreza», sintetiza Nuhu Ribadu, ex-presidente da EFCC, comissão anticorrupção nigeriana. https://www.alem-mar.org/cgi-bin/quickregister/scripts/redirect.cgi?redirect=EFkVVEZplZEgZbVwOF

quarta-feira, 24 de maio de 2023

S. Tomé - Produção do carvão vegetal e o abate ilegal de árvores - É uma séria ameaça à biodiversidade e às alterações climáticas do arquipélago - Tanto no interior como no exterior do Parque Nacional do Obô - As Nações Unidas, pela FAO, já manifestaram a sua preocupação.

                                       Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

Isto numa altura em que, o Secretário-geral da ONU ONU, António Guterres, alerta para os impactos das atividades humanas, quer no ambiente terrestre, quer nos ecossistemas marinhos, pedindo  robustez e rapidez à comunidade internacional na ação contra perda de biodiversidade e a crise climática.

António Guterres lembra que atualmente a água e o ar estão contaminados com químicos e pesticidas e sufocados pelo plástico., E pede o fim do que chama de guerra contra a natureza. Para cumprir o acordo, ele defende padrões de produção e de consumo mais sustentáveis e a canalização de subsídios de ações que destroem a natureza para soluções sustentáveis. 


Por sua vez a FAO, das Nações Unidas, também já fizera um ´serio alerta a S. Tomé e Príncipe, para a produção do carvão vegetal, referindo que a mesma  tem vindo a crescer no país numa altura em que o abate ilegal de árvores de pequenas dimensões se faz sentir tanto dentro como fora do Parque Obô de São Tomé. Segundo relatos de madeireiros, estes carregam madeira extraída ilegalmente da zona protegida e levam-na para locais onde é possível a produção de carvão vegetal. O carvão vegetal de madeira ilegal é usado principalmente para confecionar alimentos

A produção de carvão é uma atividade económica rentável em São Tomé e Príncipe, mas que poderá estar em risco caso não se encontre uma forma exploração sustentável. A desflorestação em resultado de abate indiscriminado de árvores para a produção comercial de carvão está a prejudicar o equilíbrio ambiental e destruindo as camadas do ozono pela forma como é produzido, com agravamento assinalável no quadro das mudanças climáticas que se observam atualmente no nosso país, e no mundo em geral. Neste contexto, o distrito de Lobata particularmente afigura-se como um dos maiores fornecedores de carvão aos consumidores. https://www.wilder.pt/historias/desflorestacao-facilita-a-expansao-de-aves-introduzidas-na-ilha-de-sao-tome/

A Gravana, tempo mais seco e propício às queimadas para extração de carvão, sobretudo na área da savana a nordeste e abate da floresta a sul, no Caué - Fenómeno que, infelizmente, vai sendo habitual - "Centenas de metros quadrados estão a ser ilegalmente desbastados para a produção de carvão. Os autores deste negócio aparentemente rentável continuam impunes" - Diz a imprensa.

Noutro texto, este de autoria de  Filipa Coutinho Soares, editado por Marta Daniela Santos enviado a STP-Press, denuncia que a desflorestação facilita expansão de aves em STP Um estudo recentemente publicado na revista científica Animal Conservation demonstra que a distribuição de aves introduzidas em São Tomé está associada à desflorestação causada pelo Homem. Os investigadores apelam à proteção da floresta nativa da ilha como medida mais importante para garantir a conservação da sua biodiversidade única.

As florestas de São Tomé, em São Tomé e Príncipe, têm uma das maiores concentrações de espécies endémicas – espécies que não se encontram em nenhum outro lugar do planeta. As suas florestas estão entre as mais importantes para a conservação de aves a nível mundial”.

A produção do carvão vegetal tem vindo a crescer no país numa altura em que o abate ilegal de árvores de pequenas dimensões se faz sentir tanto dentro como fora do Parque Obô de São Tomé. Segundo relatos de madeireiros, estes carregam madeira extraída ilegalmente da zona protegida e levam-na para locais onde é possível a produção de carvão vegetal. O carvão vegetal de madeira ilegal é usado principalmente para confecionar alimentos. https://www.fao.org/sao-tome-e-principe/noticias/detail-events/es/c/1200533/

 

 

terça-feira, 23 de maio de 2023

Bula Manifestis Probatum – Reconheceu a Independência de Portugal –em 23 de Maio pelo Papa Alexandre III – Há 844 anos - Efeméride histórica muito especial para a expressão do mundo de expressão lusíada

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista e investigador 

Esta bula papal reconheceu a validade do Tratado de Zamora, assinado a 5 de Outubro de 1143 em Zamora, pelo rei de Leão, e por D. Afonso Henriques, que declarou o Condado Portucalense independente do Reino de Leão, e D. Afonso Henriques, o seu soberano.

O Condado Portucalense era um pequeno território pertencente ao Reino de Leão, que o rei deste cedera, juntamente com a mão da sua filha, D. Teresa, a D. Henrique de Borgonha, um cavaleiro francês que veio ajudar o monarca leonense na luta contra os muçulmanos.

Juntos, D. Teresa e D. Henrique tiveram um filho, D. Afonso Henriques. Quando D. Henrique faleceu, a viúva, D. Teresa, herdou o Condado.

Já desde 1128 que D. Afonso Henriques acreditava que o Condado Portucalense devia ser independente. No entanto, a sua mãe, aconselhada pela nobreza galega e pelo seu novo marido, também galego, não acreditava nesta possibilidade, sendo contra ela.

Incitado e encorajado pela nobreza e pelo clero portucalenses, D. Afonso Henriques travou contra a mãe a batalha de São Mamede (1128), vencendo-a. Tornou-se então conde e estabeleceu duas prioridades: Tornar independente o condado; Conquistar território aos sarracenos, que ocupavam ainda uma boa parte da Península Ibérica.

 

segunda-feira, 22 de maio de 2023

São Tomé e Príncipe e o 25 de Novembro: Nouhoum Sangare, representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, na África Central, volta a insistir numa justiça limpa e transparente para o caso 25 de Novembro de 2022

Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

Nouhoum Sangare, representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos na África Central, que, em dezembro passado, em declrações à   Rádio França Internacional, alertava paraa “incompreensão total por não terem sido interrogadas nem detidas as pessoas que torturaram até a morte”, defendendo que “para que a honra do exército saia lavada do caso, não deve haver impunidade" , aproveitou a participação na 55ª reunião do comité consultivo permanente das Nações Unidas sobre a segurança na África Central, para analisar com o governo São-Tomense a situação do país após os acontecimentos de 25 de novembro de 2022, no quartel do morro.

Diz o Jornal Téla Nón, que, segundo Nouhoum Sangare, o escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas em Genéve continua preocupado, e segue atentamente a evolução do processo judicial em curso em São Tomé.


«Houve incidentes difíceis aqui no mês de novembro de 2022. Transmiti ao senhor primeiro-ministro uma mensagem do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos. Vamos continuar a fazer o seguimento de todas as acções judiciais que foram desencadeadas, para combater a impunidade, pela justiça igual para toda gente, pela paz, e a tranquilidade no país», declarou.

O representante do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos, foi recebido pelo primeiro-ministro Patrice Trovoada no final da tarde de sexta feira, no Palácio do Governo.

O encontro que demorou mais de 4 horas serviu para o Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos humanos renovar a disponibilidade em apoiar São Tomé e Príncipe na promoção dos direitos humanos e a democracia.

São acontecimentos únicos, que chocaram a população, o governo, a sub-região e o mundo inteiro. Ao nível do Alto Comissariado das Nações Unidas para os direitos humanos, fazemos a mesma leitura. Há coisas graves que aconteceram. É preciso encarar a situação e encontrar a devida solução. Só uma justiça limpa, que ponha luz sobre a questão permitirá sossegar toda a população, e o país avançar na paz», declarou Nouhoum Sangare. https://www.telanon.info/politica/2023/05/22/40648/alto-comissariado-da-onu-para-os-direitos-humanos-pede-justica-limpa-e-transparente-para-o-caso-25-de-novembro-de-2022/

domingo, 21 de maio de 2023

São Tomé - Alexandre Quaresma, edita livro Monte “Poco Muala”, ou Pouca Mulher, que descreve a bravura da mulher são-tomense em sacrificar-se pelo sustento e bem estar da família.

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

Um monte da cidade de Neves, onde madeireiros abatiam árvores, era escalado diariamente por uma mulher, para levar a refeição ao marido. No mesmo monte onde foi feita a minha canoa solitária dos 38 dias no Golfo da Guiné

A notícia vem expressa no jornal Téla Nón, referindo que «A mulher guerreira, com bebé nas costas trepava o monte para levar de comer ao marido que operava a motosserra. O José Bravo, personagem principal do livro», revelou Alexandre Quaresma.

O autor da obra inspirada na preservação do património cultural e ambiental, conta que a refeição que alimentava o madeireiro no cimo do monte, era confeccionada com os recursos da mulher. Pois o marido ganhava dinheiro com o abate das árvores, mas não sustentava a família.

Uma situação recorrente no seio da sociedade são-tomense. A mulher muitas vezes, é a única chefe da família. Batalha arduamente para sustentar os filhos, e também o marido. «O José Bravo não punha dinheiro em casa», sublinhou Alexandre Quaresma.

O livro relata que os homens que abatiam árvores no Monte Poco Muala, acabaram por ser apanhados pelos guardas-florestais. A iniciativa de protecção do ambiente atinge o ponto máximo com a reconversão profissional dos madeireiros.

Alexandre Quaresma chama atenção no livro para a devastação da floresta na ilha de São Tomé. Um acto de desmando segundo o autor do livro, e que põem em causa o eco-sistema nacional.

O livro foi lançado na casa da Cultura na cidade de São Tomé. Uma obra patrocinada pelo projecto PROCULTURA, que conta com o financiamento da União Europeia.


sexta-feira, 19 de maio de 2023

A PESCA DESPORTIVA EM S. TOMÉ E PRINCIPE -Podia ser um excelente atrativo se a zona marítima exclusiva não estivesse a ser tão varrida por frotas externas - Isso chegou a suceder nos últimos anos do período colonial, especialmente com participantes idos de Angola - Tanto com pescadores das canoas como por outros meios vindos de fora

 Jorge Trabulo Marques - Jornalista 

A pesca artesanal tem sido o sustento de várias centenas de pescadores e das suas famílias, a base da gastronomia das ilhas, mas cada vez se tem afigurado como uma miragem

Pescadores Santomenses, manifestam-se preocupados com o “olho clínico” das frotas pesqueiras que operam nas águas territoriais – Regressam à praia quase de mãos vazias - Ir à pesca nas tradicionais canoas, cada dia se vai tornando num enorme drama, num desalentado, longo e sacrificado calvário



Dizia eu, na revista Semana Ilustrada, de Luanda, de que era correspondente, que "o movimento turístico entre Angola e as Ilhas de São Tomé e Príncipe, desde há uns tempos para cá, tem sido francamente notório e que, um pescador na então Vila de Santa Cruz dos Angolares, capturou por métodos artesanais, um espadim azul com o peso de 320 quilos e com mais de 4 metros de comprimento ficando a escassa distância (por 40 quilos) do máximo mundial

Outra captura foi a de um belo e corpulento espadim azul , pelo pescador desportivo Jean José da Luz, ou o Sr. Corunhe, como é conhecido. Pesava cerca de 295,k5 com as lindas dimensões de 3,4 m por 1,72 m, e obrigou a duas horas e meia de luta até ser posto a bordo

Num destes últimos domingos, a cidade de S. Tomé recebeu algumas excursões, vindas sobretudo de Luanda. A foto que publicamos, refere-se a um grupo de funcionários da CETA que se deslocou num dos aviões dessa empresa, propositadamente para visitar S. Tomé

São Tomé e Príncipe, são na verdadeira expressão da palavra, duas ilhas de sonho. Talvez para quem nelas viva, ou pra quem nelas resida, como é o nosso caso, nem se apercebe da riqueza inesgotável que encerram, as matizes multicolores da sua paisagem, e abundância das variedades piscolas das suas águas.

Estas ilha do Paraíso, tal como vêm sendo catalogadas em diversas formas de propaganda turística lá fora, são na realidade uma constante surpresa, um verdadeiro fascínio para o visitante, desde a sua orla, cheia de mil recortes, de pequenas enseadas e baías, de coqueiros vergados sobre o mar, tudo na simbiose de um verde intenso ora a contrastar com a areia morena e fina das suas praias, ora com o negrume das falésias ou ravinas da sua costa ou a vastidão oceânica que a rodeia, imprime a quem as visite, ou delas se aproxime pela primeira vez, admiração pelas coisas incomparáveis.

quarta-feira, 17 de maio de 2023

Maciço dos Tambores – aldeia de Chãs- Foz Côa - Um dos lugares espirituais da Terra possuidor dos mais poderosos campos de energias telúricas positivas - Tom Graves, autor de“ Agulhas de Pedra - Acupunctura da Terra , famoso livro de investigação, sobre a influência da terra na alma e vida do ser humano – Em 2007, o investigador e radiestesista veio da Austrália para estudar os majestosos megálitos deste lugar, onde termina a meseta ibérica e começa o reino do xisto.


Maciço dos Tambores – aldeia de Chãs- Foz Côa -  Perfis Maravilhosos de Pedras, que não são obra do acaso - Tom Graves, investigador e radiestesista, autor do livro “ Agulhas de Pedra -  Acupunctura da Terra  – em 2007,  veio da Austrália para estudar os majestosos megálitos deste lugar,  onde termina a meseta ibérica e começa o reino do xisto. Já tido também por outros estudiosos como um dos lugares espirituais da Terra possuidor de poderosos campos de energias telúricas positivas 

Jorge Trabulo Marques  - Jornalista e investigador 

Antigas civilizações, em vários pontos do mundo, vivendo em estreita intimidade com a Natureza, na sua total dependência para encontrarem fontes e meios de fazerem  face  ao seu sustento, à  sobrevivência do seu dia a dia, observavam os animais, investigavam e estudavam o terreno, que não fosse apenas propício  à defesa da sua integridade fisica de  eventuais ameaças externas hostis, mas  também para determinar se o local não era insalubre ou doentio e, ali, tranquilamente, se fixarem,  evitando energias telúricas negativas, causadoras de mal-estar e das suas consequentes  enfermidades 

Associe-se à celebração do Solstício do Verão, no próximo dia 21, num dos calendários solares pré-históricos alinhado com o pôr do sol do dia maior do ano. Que se ergue na vertente do maciço dos Tambores, margem direita do fertilíssimo e maravilhoso vale da Ribeira Centeeira, aldeia de Chãs, Vila N. de Foz Côa.  https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2023/05/o-solsticio-do-verao-2023-e-celebrado.html



ANTIGO CASTRO DO CURRAL DA PEDRA - EXISTENTE NESTA ÁREA. 

Sim, tal como documentam os monumentais megalíticos que ergueram e que ainda persistem na atualidade, já se teriam apercebido, através da sua capacidade intuitiva, que os locais de poder, eram lugares especiais, davam vigor corporal e espiritual: propiciando experiências e   momentos de absoluta tranquilidade e plenitude, onde o espírito se abre, como que sentindo  abraçar  a Terra e o Céu. E aí erguerem os seus templos ou observatórios astronómicos em perfeita harmonia com os ciclos das estações do ano. 

Isto, porque, o apelo ao sagrado, ao sobrenatural, ainda estaria até bem mais presente de que nos dias da chamada era do vazio, em que, os mais nobres valores, vão perdendo sentido em favor do culto das aparências, das futilidades, das modas e do consumismo desbragado e agressivo contra o meio ambiente.

 


O QUE SÃO OS LUGARES DE PODER? 

Tal como é reconhecido, “Lugares de Poder são todos os lugares na Terra, onde o sagrado revela a força da vida. Em um Lugar de Poder, as células despertam para as antigas memórias de Cura. Cada lugar possui a sua Alquimia, a sua Magia natural, seres elementais, guardiões, a alma guia do lugar”


Existem certos lugares no mundo que têm uma abundância de energia espiritual fluindo deles. São áreas onde nos sentimos mais profundamente ligados a nós mesmos e ao divino.

As pessoas que são sensíveis podem sentir isso imediatamente, elas relatam ter uma experiência estranha e sonhos vívidos após a visita.

Esses tipos de destinos podem ajudar-nos  a encontrar clareza, as respostas que procuramos e a aumentar nossa vibração energética https://www.awebic.com/lugares-espirituais/

"A Terra é um ser vivo e, como tal, emana uma série de energias próprias, chamadas de energia telúrica. A emanação dessa energia ocorre a partir do centro do planeta, subindo perpendicularmente à superfície terrestre. Como toda energia, afeta os seres vivos: plantas, animais e os homens, de forma positiva, como o magnetismo, ou negativa, como veios d'água subterrâneos, fissuras e cavernas. As negativas é que devemos evitar a todo custo. É por isso que antigamente seguia-se uma série de regras antes de construir casas, vilas ou cidades." 


Por meio da radiestesia, astrologia e geobiologia, os antigos chineses praticantes de Feng Shui determinavam com precisão os locais onde haviam emanação dessas energias nocivas, denominada pontos  geopatogênicos,  conhecidos como "portas de saída do dragão" e "veios do dragão", onde havia rio subterrâneo. No entanto, por inúmeros motivos, esses estudos e cuidados foram esquecidos, principalmente no Ocidente. A partir de 1970, surgiu uma nova ciência que se preocupa em estudar as diferentes relações entre o meio e a saúde dos seres vivos: a geobiologia. Essa ciência nasceu dos estudos e observações de vários radiestesistas que comprovaram a relação causa e efeito entre a exposição às "emanações telúricas" e as alterações na saúde dos seres vivos.  – Diz Franco Guizzetti https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/horoscopo/feng-shui/feng-shui-conheca-as-energias-negativas-do-subsolo,cea35d9183fba0190098371e0a90e2a3epd5dxsr.htm



Sim, eu penso que tive a felicidade de ter nascido numa aldeia onde ainda persistem surpreendentes e maravilhosos templos de culto e de sacrifícios, alguns dos quais verdadeiros observatórios astronómicos, harmonizados com os ciclos das estações do ano, que desafiam as leis das gravidade, erguidos pelos antiquíssimos povos, que por aqui se fixaram nas vertentes e no planalto do maciço dos Tambores, Quebradas e Mancheia, na margem esquerda do maravilhoso vale da Ribeira Centeeira, termo da aldeia de Chãs, concelho de Vila Nova de Foz Côa, outrora, termo de Longroiva – Mêda.- Distrito da Guarda – Portugal

Autênticas naves petrificadas que, ali, tranquilamente, parecem repousar e que, certamente, no início dos tempos, nelas se terão ensaiado os seus primeiros voos, rumo ao espaço interestelar

De facto, a avaliar pelos vestígios 
arqueológicos,  já estudados, o maciço dos Tambores, é um importantíssimo livro aberto da pré-história: sobranceiro a um dos mais belos e férteis vales da hidrografia do Vale do Côa,  ali se refugiaram povos muito antigos, nomeadamente do neolítico, calcolítico, da idade do ferro e do bronze, que, aproveitando os naturais abrigos, as cavernas abertas nos enormes megálitos, as concavidades e grutas dos encastelados afloramentos,  ali implantaram os seus  acampamentos, valendo-se de grotescas lascas e pedras soltas, de cujas construções ainda prevalecem  abundantes vestígios - 


TOM GRAVES VEIO DA AUSTRÁLIA PARA ESTUDAR AS PEDRAS DO SOL - E ATÉ DEU UMA AULA DE RADIESTESIA NA ESCOLA SECUNDÁRIA, EM FOZ CÔA. Tom Graves é um autor de sucesso internacional. Tem-se notabilizado pela publicação de obras que procuram dar respostas e abrir novos caminhos para a investigação no campo da radiestesia aplicada à arqueologia, onde é tido como um dos mais cotados técnicos e pedagogos da atualidade

O autor de Agulhas de Pedra - A Acupunctura da Terra , famoso livro de investigação, sobre a influência da terra na alma e vida do ser humano, deslocou-se, em 2007,  a convite da Comissão das Celebrações do Equinócio e do Solstício de Tambores – Chãs -, para ali confirmar a sua teoria de que «Em toda a parte existe uma interação entre as pessoas e o lugar – e o lugar também tem as suas escolhas.» . Veio para uma curta visita mas acabou por permanecer três dias – de 6 a 8 de Outubro. 

Além da visita que fez aos Templos Pré-históricos dos Tambores, em Chãs, deu uma aula de radiestesia arqueológica aos alunos do Curso de Museologia e Gestão do Património, na Escola Secundária Tenente Coronel Adão Carrapatoso, em Foz Côa, que foi atentamente seguida e muito apreciada, tendo ainda, na mesma tarde, visitado Castelo Melhor e as gravuras da Penascosa, após o que passou por Almendra e foi até à antiga estação da CP, no Douro, onde o fascino da paisagem o deixaria angustiado com o triste estado de abandono em que se encontram aquelas instalações 

Espírito peregrino e multifacetado, com uma carreira pouco usual e variada que se tem repartido pela música (como executante e inventor de instrumentos), o cinema, o ensino, a fotografia médica, edição, pesquisa aeronáutica, informática e psicologia industrial – tendo já no seu currículo cerca de uma vintena de livros publicados em diferentes áreas. Um dos quais – Agulhas de Pedra – editado em Portugal, pela Zéfiro em 2006.

Com especial interesse nas faculdades intuitivas e na natureza do “espírito do lugar”, Tom considera que só é possível ir ao encontro das verdadeiras raízes da história e da compreensão dos fenómenos naturais através da chamada linguagem vibratória dos sentidos.

Defende que os lugares sagrados são centros para os quais muitas das linhas de água convergem umas com as outras e também com os centros padrões de linhas acima do solo, à semelhança do que acontece com as artérias do corpo humano. E, por isso, acredita que tais lugares não foram escolhidos por obra do acaso. Designadamente, mamoas, menires, círculos de pedra, dólmenes e outras estruturas megalíticas, assim como os altares das igrejas da Pré-Reforma.

Do livro Agulhas de Pedra – Acupunctura da Terra - “A misteriosa terra tem algo útil para acrescentar ao debate arqueológico"
“Os locais podem ter um carácter sagrado, uma importância espiritual que pareça não ter qualquer relação com as suas características físicas”

“Os radiestesistas têm vindo a descobrir que os cursos de água, os lençóis de água subterrâneos e as fendas se cruzam em muitos tipos de lugares sagrados, mas também em mamoas, menires, círculos de pedra e dólmenes”

Quiseram os bons acasos – acasos que geralmente acontecem a quem por bem os procura – que, ali pudéssemos contar com a presença de um grupo de estudiosos e entusiastas pelos chamados lugares de  poder, . António Oliveira, Eng Informático; Antonio Filipe , de Coimbra; Leandro Batista, Terapeuta, Teresa, Engª Geotécnica





Local mágico, pleno de história e de misticismo, dos tais lugares  da terra onde a beleza e o esplendor solar  podem repetir-se à mesma hora e com a mesma imagem contemplativa de há vários milénios pelos povos que habitaram a área.

São conhecidos por alinhamentos sagrados, remontam ao período megalítico e existem em várias partes do mundo, mas sobretudo na Europa. Sendo o mais famoso o Stonehenge. Muitos destas gigantes estruturas estão em perfeito alinhamento com os corpos celestes, especialmente com os Equinócios e os Solstícios - Perpetuam memórias de verdadeiros calendários astronómicos, que antigas civilizações elegeram como especiais locais de culto 

MEGÁLITO ORIENTADO COM O PÔR-DO-SOL NO SOLSTÍCIO DO VERÃO


MEGÁLITO ORIENTADO COM O NASCER DO SOL NOS EQUINÓCIOS 


 
No Maciço dos tambores, até à presente data, foram descobertos sete alinhamentos: Pedra da Cabeleireira de Nª Senhora, atravessada pelos raios solares do nascer do sol nos Equinócios; a Pedra  do Solstício, alinhada com o pôr do sol do Solstício do Verão; "As Portas do Sol, alinhada com o nascer do sol  do Solstício do Inverno e o pôr do sol do Verão;  Pedra Phallus Impudicus, alinhada com o nascer do sol do Solstício do Invernohttps://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2013/12/solsticial-invernal-calendario-pre_31.html; assim como o alinhamento a que, Albano Chaves, chamou de As Portas do Sol, https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2012/03/1-solsticio-do-inverno-nos-templos-do.html a Pedra da Ursa Maior com as sete fossetes, alinhada com os Equinócios e com simbologia ou enquadramento com  Ursa Maior e a Pedra Caranguejo, https://templosdosol-chas-fozcoa.blogspot.com/2014/01/pedra-da-ursa-maior-nos-templos-do-sol.html

De facto, a avaliar pelos vestígios 
arqueológicos,  já estudados, o maciço dos Tambores, é um importantíssimo livro aberto da pré-história: sobranceiro a um dos mais belos e férteis vales da hidrografia do Vale do Côa,  ali se refugiaram povos muito antigos, nomeadamente do neolítico, calcolítico, da idade do ferro e do bronze, que, aproveitando os naturais abrigos, as cavernas abertas nos enormes megálitos, as concavidades e grutas dos encastelados afloramentos,  ali implantaram os seus  acampamentos, valendo-se de grotescas lascas e pedras soltas, de cujas construções ainda prevalecem  abundantes vestígios - 

Ali sepultaram os seus mortos, cultuaram os seus deuses, ergueram  sagrados altares, que tanto podiam servir como locais de culto e de sacrifícios, como de espantosos observatórios astronómicos.  - Assim o testemunham os vários alinhamentos sagrados, já descobertos - direcionados com o fim e o inicio de cada estação do ano - Assim o testemunha o olhar maravilhado de todos aqueles que têm assistido às nossas festas e celebrações, junto desses mesmos altares. 

Adriano Vasco Rodrigues

E, assim, o tem comprovado, a  especial atenção, dispensada por   vários investigadores e estudiosos: nomeadamente, Adriano Vasco Rodrigues, o primeiro investigador a debruçar-se sobre o estudo da Pedra da Cabeleira de Nossa Senhora; bem como  das monografias (Chãs - de Foz Côa e "Por Veredas do Vale do Côa), de Joaquim Manuel Trabulo)dos achados (punhal em bronze) do Eng. Paulo Almeida); dos valiosos contributos dos arqueólogos, Sá Coixão e Gonçalves Guimarães, que, igualmente, desde há vários anos, se têm debruçado sobre o estudo desta área - Além  das observações do astrónomo Máximo Ferreira – , que já ali se deslocou por duas vezes, assim como Mila Smões e das visitas de arqueólogos do Parque Arqueológico do Vale do Côa, no perímetro do qual  os vários monumentos megalíticos, se encontram localizados  - De recordar, particularmente, as escavações levadas a cabo, nas Quebradas, na mesma área, relativamente perto da Pedra da Cabeleira, por António Faustino de Carvalho Carvalho, A. F. (1999) - Os sítios de Quebradas e de Quint Faltava-nos um especialista em Arqueoastronomia  mas também já contamos com os seus valiosos estudos  -  é  o Dr. Albano Chaves.

Diz o distinto investigador - Moisés Espírito Santo - "Visitei o monte dos Tambores para observar o calendário rupestre e dei particular atenção aos nomes dos sítios e das pedras  que constituíram o calendário. Vou interpretá-los neste artigo"

"Tambores é nome do monte onde encontramos o calendário rupestre. Tambores é uma corrupção fonética do vocábulo cananita e hebraico tabor que, literalmente, significa «umbigo» e, metaforicamente, «centro da terra, parte mais elevada da terra, umbigo da terra», quer dizer, um monte sagrado. Jerusalém é classificada de «umbigo da Terra» (Ezequiel 38:12). Também existiu na Palestina (antiga Fenícia) um monte Tabor onde o Antigo Testamento (Juizes, 9:38, Deuteronómio 33:19)"

Espantoso achado, encontrado nos Tambores  – pelo autor deste site – Denota faltar-lhe uma parte e a ponta - J. Leite de Vasconcelos, em Religiões da Lusitânia, designa um parecido, de troféu



“Na anta da Cunha·Baixa (Mangualde), a que me referi a cima, Pág.71, encontrei um objecto de granito, com a conformação indicada na figura 73: o objecto tem de comprimento 1m,20 e de maior largura om,20, apresentando ao longo uma serie de sulcos feitos com Moisés Espírito Santo ,  Professor Catedrático Jubilado da Universidade Nova de Lisboa, com o qual trouxe à luz do conhecimento, novos dados e revelações, verdadeiramente espantosas, que não constam na Historia de Portugal, facultando-nos um interessantíssimo  estudo  interpretativo da toponímia da área -

Refere certa mitologia, que  “Há muito tempo, houve um evento catastrófico. Tudo na terra mudou. Um grupo de gigantes (10-12 pés de altura mais ou menos) com crânios alongados queriam arrumar tudo novamente... não restavam muitos deles... mas se dirigiram aos lugares de poder na terra e começaram a construir megálitos de. Pedra que recativaram a rede da terra com a esperança de que retornará uma nova era dourada. Estudar isso é fascinante mas, a verdadeira razão é também queremos criar uma idade de ouro e queremos entender como eles estavam usando pedras para aproveitar a energia natural da terra. 

Então podemos usar essas tecnologias para nos tornar felizes a todos novamente. É a fusão do velho e o novo. É a fusão da ciência e da espiritualidade. E é a fusão do sagrado e da diversão. Esse é o projeto céu na terra. Os gigantes deixaram monumentos e registros de como eles se viam em todo o mundo em pedra. Este é no colorado

Lugares Poesia, meditação e oração - Assim diz o poeta Lord Bryron”…

“….Não foi sem razão que os antigos Persas edificaram

as aras nos mais elevados lugares, no cume

das montanhas para contemplar a terra, e assim

escolhem

um templo verdadeiro e sem muralhas, onde encontram

o Espírito – e nunca em santuários que as nossas mãos

constroem em seu louvor. Vinde então comparar

colunas e altares de ídolos, góticos ou gregos,

com os lugares sagrados da Natureza, a terra e o ar,

e não vos confineis a templos que limitam as vossas

preces.”