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domingo, 18 de janeiro de 2026

Presidenciais 2026: António José Seguro vence com grande vantagem a decidir dia 8 de Fevereiro -Desejaria não voltar a sentir a mesma insegurança de vida que senti sozinho no alto mar - Por isso mesmo, sinto que o único candidato que me oferece confiança, é António José Seguro, à Presidência da República


Reportagem em terras da Guarda

Desejaria não voltar a sentir a mesma insegurança de vida que senti sozinho no alto mar - Por isso mesmo, sinto que o único candidato que me oferece confiança, é António José Seguro, à Presidência da República - Já me bastaram os longos dias, os infinitos momentos de incerteza e de ansiedade vividos solitariamente no mar a bordo de uma piroga santomense


Presidenciais 2026: António José Seguro vence com grande vantagem a decidir dia 8 de Fevereiro António José Seguro vence a primeira volta das eleições presidenciais com uma grande vantagem sobre o segundo classificado: André Ventura, candidato do Chega. Estes dois candidatos, segundo as projeções da Pitagórica/ICS/Iscte/GfK para TVI/CNN, passam à segunda volta, que se realizam em fevereiro. Ora António José Seguro recolhe entre 30,8 e 35,3 por cento dos votos, enquanto André Ventura recolhe entre 19,9 por cento e 24,1 por cento. João Cotrim Figueiredo fica em terceiro, segundo estas projeções, com uma votação entre 16,3 e 20,1 por cento, a sonhar com um milagre para ultrapassar André Ventura e chegar à segunda volta. Luís Marques Mendes é a grande desilusão da noite, recolhendo entre 9,1 a 12,3, atrás de Henrique Gouveia e Melo, que termina em quarto lugar entre os candidatos mais votados, com 9,2 a 12,4 por cento.

Mais de 11 milhões de eleitores foram chamados a pronunciar-se nas Eleições Presidenciais.


NAUFRAGUEI NO MAR 38 dias mas em TERRA gosto de me SENTIR SEGURO todos os dias. Conheço, seu perfil, desde a defesa das gravuras do Côa. Não vacilo no rumo a seguir . Seguro de paixões e convicções pela saúde, bem-estar e futuro dos portugueses: andei perdido 38 dias no mar e gostaria de me sentir ao menos seguro em terra



Repito o que disse: NAUFRAGUEI NO MAR 38 dias mas em TERRA gosto de me SENTIR SEGURO todos os dias. Conheço, seu perfil, desde a defesa das gravuras do Côa. Não vacilo no rumo a seguir . Seguro de paixões e convicções pela saúde, bem-estar e futuro dos portugueses: andei perdido 38 dias no mar e gostaria de me sentir ao menos seguro em terra https://canoasdomar.blogspot.com/2026/01/antonio-jose-seguro-rumo-seguro-seguir.html

Desejaria não voltar a sentir a mesma insegurança de vida que senti sozinho no alto mar - Por isso mesmo, sinto que o único candidato que me oferece confiança, é António José Seguro, à Presidência da República - Já me bastaram os longos dias, os infinitos momentos de incerteza e de ansiedade vividos solitariamente no mar a bordo de uma piroga santomense

Ambos somos do mesmo distrito, um dos mais envelhecidos de Portugal e há que lhe devolver alguma esperança - Bem como a um pais, com seu património comercial, rural e industrial, desde as águas à eletricidade, cada vez mais oferecido à fuga externa da divisa, em mãos alheias do liberalismo selvagem, por isso mesmo, mais descaracterizado e empobrecido -

E sem descurar a proteção aos mais idosos e àqueles que mais vergam a espinha, seja qual for a sua origem étnica. E as palavras de José seguro, desde a defesa das gravuras do Vale do Côa, que lhe tenho ouvido ou lido, sempre me inspiraram inteira confiança

O que está em causa é a eleição de uma personalidade capaz de exercer com inteligência e sensatez o papel de moderador e regulador máximo de todo o sistema político português- Diz Francisco Assis
Sublinhando, que "António José Seguro é, de entre todos os candidatos, o que está em melhores condições para ser um Presidente da República com as características acima elencadas. Ao longo da sua vida demonstrou ser um homem livre.

Um homem livre não confunde independência com neutralidade, sabe que se pode tomar partido sem ser sectário, percebe quando deve estar e quando deve renunciar, age sem cálculo e arrisca sem receio"

Assenso Simões, escreve no Expresso, que, "depois da imprevisibilidade da década de Marcelo, o país não pode eleger um continuador do atual inquilino nem um almirante que é uma interrogação.

Depois de termos feito tudo para que a sociedade se tenha radicalizado num espaço de tempo reduzidíssimo, nada melhor do que um presidente que seja próximo, instruído e cordato

(...) O país vai a votos para eleger o mais alto magistrado da Nação. E fá-lo depois de uma década de presença de Marcelo que se transformou naquele membro da família que aparece sempre para jantar, não deixa falar ninguém e, mesmo que as crianças já tenham ido dormir, continua a atanazar-nos a cabeça sem perceber que só por respeito por nós próprios não o colocamos na rua.

Marcelo elaborou um país a partir de Belém, construiu uma tipografia onde se imprimiu uma espécie de Borda d’Água, fez a política viver à base de Xanax." -

O comentador Marques Mendes disse que a polémica em torno do duplo pagamento à concessionária, foi uma tempestade num copo de água

A ponte Vasco da Gama paga maioritariamente com dinheiro vindo da Europa, mas acabou nas mãos da privada Em causa está o dinheiro das portagens pagas duas vezes à concessionária da Ponte 25 de Abril: uma pelo Estado, outra pelos condutores

Natural de Penamacor, distrito de Castelo Branco, onde nasceu a 11 de Março de 1962, António José Seguro, licenciou-se em Relações Internacionais na Universidade Autónoma de Lisboa, e frequentou o curso de Organização e Gestão de Empresas do ISCTE até ao 3.º ano.
Envolveu-se desde jovem em atividades políticas, sempre ligado ao Partido Socialista. Assim, foi sucessivamente secretário-geral da Juventude Socialista, presidente do Conselho Nacional de Juventude e presidente do Fórum de Juventude das Comunidades Europeias.

Em 1991, foi pela primeira vez eleito deputado para a Assembleia da República, o mesmo sucedendo oito anos depois. Em 1995, o Partido Socialista venceu as eleições legislativas, cabendo ao líder António Guterres formar governo. António José Seguro numa primeira fase foi secretário de Estado da Juventude e, posteriormente, secretário de Estado adjunto do primeiro-ministro.

Após uma remodelação governamental foi promovido a ministro adjunto do primeiro-ministro.

O político desempenhou ainda as funções de coordenador da Comissão Permanente do PS e de presidente da Assembleia Municipal de Penamacor.

Em 1999, o PS de António Guterres voltou a vencer as eleições legislativas e formou o XIV Governo Constitucional, mas António José Seguro passou para outras funções. O antigo governante foi como deputado para o Parlamento Europeu, entre julho de 1999 e julho de 2001.

Nestes dois anos, ao serviço no parlamento, foi membro efetivo da Comissão de Assuntos Constitucionais (nestas funções foi coautor do Relatório sobre o Tratado de Nice e o Futuro da União Europeia) e suplente da Comissão de Emprego e Assuntos Sociais.

Foi também presidente da Delegação das Relações com a América Central e México, vice-presidente do Grupo Socialista Europeu no parlamento e presidente da Delegação Socialista Portuguesa.
Após deixar o Parlamento Europeu regressou à Assembleia da República e foi reeleito deputado, nas eleições legislativas de 2002, sendo também membro do Secretariado Nacional do Partido Socialista. Após a realização das eleições autárquicas de dezembro de 2002, acumulou estes cargos com o de membro da Assembleia Municipal de Gouveia.


Presidenciais - Em António José Seguro - Quero mais segurança em terra do que aquela que enfrentei no mar.

O seu nome e perfil inspira-me confiança . Seguro de paixões e convicções pela saúde, bem-estar e futuro dos portugueses, das populações.

Ambos somos do mesmo distrito, um dos mais envelhecidos de Portugal e há que lhe devolver alguma esperança - Bem como a um pais, com seu património comercial, rural e industrial, desde as águas à eletricidade, cada vez mais oferecido à fuga externa da divisa, em mãos alheias do liberalismo selvagem, por isso mesmo, mais descaracterizado e empobrecido - E sem descurar a proteção aos mais idosos e àqueles que mais vergam a espinha, seja qual for a sua origem étnica. E as palavras de José seguro, desde a defesa das gravuras do Vale do Côa, que lhe tenho ouvido ou lido, sempre me inspiraram inteira confiança

Pois não esqueço, aqueles longos dias e noites de três aventuras em frágeis pirogas, há mais de 50 anos. Palavras, como estas: " Não vejo nada!… Nem aves, tão pouco... Nem peixes!... Apenas os tubarões, azuis e os martelos, continuam em volta...Mais nada!... A água tem uma cor escura!...Não sei que dizer mais... Esperar, até quando?!.. Esta ânsia!... Quando eu posso pisar terra firme?!...Quando?!...

Estou à mercê do mar, dos ventos, das correntes, das trovoadas!... Sou para aqui aquilo que os ventos e as correntes quiserem. Sinto-me absolutamente desprezado neste momento!

eira Salazar.


Exemplar Presidência Aberta de Mário Soares na salvaguarda das Gravuras do Côa- 1-02-1995 - Soares também acha que as gravuras não sabem nadar. Mário Soares vai a Foz Côa e solidariza-se com a campanha dos estudantes da Escola Secundária, com slogan As gravuras não sabem nadar.

A decisão governamental de não construir a barragem do Baixo Côa, em 1995, e a classificação dos sítios rupestres como Património Mundial da Unesco, em finais de 1998, mudaram o rumo não só de Vila Nova de Foz Côa, no norte do distrito da Guarda, mas de todo o vale do rio.


ANTÓNIO GUTERRES – O primeiro Passo na defesa deste património m Em Janeiro de 1996, o recém-eleito Governo, chefiado por António Guterres, suspende os trabalhos de construção da barragem de Foz Côa, empreendimento que iria submergir o maior núcleo de arte rupestre paleolítica de ar livre conhecido até então.

A medida visava, em primeiro lugar, esclarecer a dimensão e importância científica e patrimonial dos painéis rupestres identificados até à data — “num quadro de serenidade e rigor científico” — para fundamentar uma decisão definitiva sobre o destino a dar... ou à barragem ou às gravuras rupestres, cuja coexistência se afigurava, desde o início, incompatível

A medida visava, em primeiro lugar, esclarecer a dimensão e importância científica e patrimonial dos painéis rupestres identificados até à data — “num quadro de serenidade e rigor científico” — para fundamentar uma decisão definitiva sobre o destino a dar... ou à barragem ou às gravuras rupestres, cuja coexistência se afigurava, desde o início, incompatível

Recordo o meu encontro com o saudoso Presidente Jorge Sampaio e Ferro Rodrigues no Vale do Côa, em sua defesa, contra a vontade dos que hoje ocupam o poder - Sim, de uma herança ancestral que viria a ser classificada de Património Mundial da UNESCO desde dezembro de 1998, sendo o mais importante conjunto de arte paleolítica ao ar livre do mundo. As gravuras, datadas de cerca de 25.000 anos atrás, estão situadas nas margens do rio Côa e representam animais como cavalos e bovídeos, com técnicas de incisão, picotagem, abrasão e raspagem




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