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domingo, 9 de fevereiro de 2020

PORTO 3 - BENFICA 2 - PRESIDENTES COM SEMBLANTES DIFERENTES – EM PERFIS DO MEU ARQUIVO


Jorge Trabulo Marques  - Jornalista e foto jornalista

Benfica de Luís Filipe Vieira, deixou escapar três pontos no Dragão, mas sabe que as contas ainda lhe são favoráveis e há muito futebol – O Presidente Jorge Nuno Pinto da Costa, que recebia a lanterna encarnada com sete passos de atraso, terá finalmente esboçado um sorriso pela vitória do FC.Porto, por 3-2 – Em todo o caso, ambos deverão saber que até ao lavar dos cestos é vindima –

Se as águias tivessem levantado um pouco asa, o empate até lhes encaixava que nem uma luva mas ainda há 14 jornadas por disputar e nenhuma equipa pode, entretanto,  deitar foguetes antes da festa

Não assistimos ao jogo nem o vimos pela televisão. Mesmo assim, depois dos 90 minutos, não faltaram imagens e comentários nas televisões e crónicas na imprensa, até à saturação.
Deixamos-lhe aqui as dos presidentes das duas equipas, bem como as do tão desejado momento de glória,  que fomos buscar aos nossos milhares de registos fotográficos, que parecem vir mesmo a talhe de foice – E, já agora, um breve ecerto do que diz a especialidade:
(...) "18 minutos, um golo para cada lado e ambiente em ebulição num dos melhores FC Porto-Benfica dos últimos tempos. O caldeirão do Dragão iria efervescer ainda mais nos momentos finais da primeira parte.
Primeiro um penálti de Ferro, por mão na bola, que Telles converteu. Minutos depois, os centrais do Benfica em xeque: Marega ganhou a Ferro, que sentiu muitas dificuldades em travar a velocidade e poderio físico do maliano, e cruzou para Rúben Dias fazer autogolo
O 3-1 ao intervalo (com o FC Porto a ganhar em remates, 8-3, e posse de bola, 54%-46%) seria minimizado logo no arranque da segunda parte. Por Vinícius, pois claro, de novo com Rafa a servir, naturalmente. O brasileiro fez o mesmo que César Brito, Nuno Gomes e Lima e bisou no reduto portista, sem, contudo, ter o mesmo final feliz.
O Benfica viveu sobretudo disso. Do acerto de Vinícius e a velocidade e qualidade de passe de Rafa. Bem como, a espaços, da souplesse de Taarabt.
O FC Porto mostrou mais. No meio-campo teve Otávio, desequilibrador e com garra, Uribe, pendular, e sobretudo Sérgio Oliveira, sempre ligado em cada disputa e pronto a disparar a sua meia distância temível, que acabou por fazer o seu melhor jogo da época. Houve também Corona, apesar de muito recuado, e Díaz. Os reis dos túneis. Artistas de serviço, que mesmo com a partida a ferro e fogo faziam por recordar como o futebol também é arte. https://maisfutebol.iol.pt/classico/liga/fc-porto-benfica-3-2-cronica


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